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P RÁT I CA M E N TAL AP Ó S F I S I O T E RAP IA MAN T É M
M O B I L I DAD E F U N C I O NAL D E P E S S OAS C O M
D O E N ÇA D E PAR K I N S O N
MÉTODOS DO ESTUDO
Foram avaliados 14 voluntários com DP (88% homens)
na faixa etária de 45 a 72 anos, submetidos a uma
avaliação prévia e uma reavaliação posteriormente. 
-Grupo da prática mental (n=7): Fisioterapia motora +
prática mental associada a exercícios domiciliares.
-Grupo controle (n=7): Fisioterapia motora + exercícios
domiciliares.
Desfechos avaliados: Timed Up & Go (TUG), Dynamic
Gait Index (DGI) e Falls Efficacy Scale - International
Brazil (FES-I Brasil)
DOENÇA DE PARKINSON E A PRÁTICA MENTAL
A doença de Parkinson (DP) é uma das doenças neurodegenerativas mais comuns, que ocasiona
limitações motoras que podem comprometer a mobilidade funcional ao executar tarefas,
resultando em perda de independência funcional e declínio na qualidade de vida. A prática
mental surgem com o fim de reabilitar os pacientes acometidos com a DP, que consiste na
simulação mental de um ato motor específico com a intenção de promover o aperfeiçoamento
de uma habilidade motora, sem induzir qualquer movimento real.
PRINCIPAIS RESULTADOS
Pôde-se observar uma melhora na
pontuação das escalas Timed Up & Go e
Dynamic Gait Index no grupo de prática
mental quando comparado ao grupo
controle, porém não houve diferença na
escala Falls Efficacy Scale - International
Brazil na avaliação entre os grupos. Por
fim, foi constatado que a prática mental
proporcionou a manutenção dos
ganhos obtidos na mobilidade
funcional de pessoas com DP.
OBJETIVO DO ESTUDO
Avaliar o uso da prática mental após a fisioterapia motora
para a manutenção dos efeitos obtidos na mobilidade
funcional de pessoas com DP.
PERGUNTA PROBLEMA DA PESQUISA
A prática mental é capaz de manter a mobilidade
funcional adquirida com a fisioterapia em pessoas
com Doença de Parkinson?
MONTEIRO, Douglas; SILVA, Liliane Pereira da; SÁ, Priscila Oliveira de; OLIVEIRA,
Alisson Luiz Ribeiro de; CORIOLANO, Maria das Graças Wanderley de Sales; LINS,
Otávio Gomes. Fisioterapia e Pesquisa, v. 25, n. 1, p. 65-73, mar. 2018
MENSAGEM CLÍNICA
Apesar de possuir poucos estudos científico a respeito do uso da PM no processo de
reabilitação dos pacientes de PC, os resultados desse artigo nos levam a entender que a
prática da PM no tratamento dessas pessoas é capaz de conseguir manter os ganhos
obtidos na mobilidade funcional de pacientes com DP através da fisioterapia motora, que a
PM possibilitou uma evolução positiva dos voluntários. .
7/8
Créditos: Este infográfico foi elaborado por Adib Eufrasio Saraiva de Medeiros, Ana Letícia Dantas e Rosimário de Lima Pereira
discentes da disciplina de Epistemologia e Metodologia da Pesquisa do 1º período do curso de Fisioterapia - UFRN/FACISA

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