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O mundo exige: maior produção animal,
mais eficiência, mais lucros,
sustentabilidade do sistema, bem-estar
animal (mais saúde), menos mão de obra e
mais qualidade
Com alta produção e composição do leite
Grande longevidade
Alta eficiência reprodutiva
Baixo custo de manutenção (que ela não
adoeça)
Interação genótipo-ambiente (manejo)
Cada raça tem seu padrão de perfeição
(fenótipo perfeito) buscado
Possibilitar descarte e seleção dos animais
Orientar acasalamentos (melhoramento
através da genética)
Classificação das filhas nas provas de
touros (avaliação do touro através das
filhas)
Avaliação do programa genético
(comparação entre gerações)
Principais motivos de descarte: sistema
mamário (reprodução e mastite), pernas e
pés (laminite), força leiteira (produção) e
garupa
A beleza deve ser funcional e não estética
O que acontece no mundo reflete na
genética
 
A Vaca Ideal
Fenótipo
Por que avaliar essas características?
Conformação vs Longevidade
Matéria
- Palestra
Data
- 03/09/2021
Palestrante
- Vanessa Teixeira
MORFOLOGIA, CARACTERÍSTICA
LEITEIRA E ESCOLHA DE TOUROS
Força bruta: tórax forte e amplo
Estatura corporal: busca por animais
medianos (do chão à garupa)
Conforto: animais medianos ficam mais
confortáveis em qualquer ambiente
Nivelamento entre garupa e cernelha:
intermediário
Abertura do peito: peito largo para bom
bombeamento do coração
Profundidade das costelas: profunda
Capacidade/amplitude torácica: a vaca
parece um retângulo e não cilindro
Força leiteira
 
Largura da garupa (relacionada ao parto):
larga e plana
Força do lombo: forte, o mais plana possível 
Paralelismo entre as pernas: pernas
intermediárias
Angulação da perna: intermediária
Ângulo do casco: intermediária
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Angulosidade (ângulo, direção,
arqueamento e abertura das costelas):
angular (parecendo um retângulo)
Retro escápula: (ponto de passagem do
pescoço para a garupa): quanto mais forte,
mais firme, melhor
Focinho: quanto maiores as narinas, melhor
Profundidade/Capacidade corporal
(largura do tórax): quanto mais profunda,
mais alimentação, melhor (traça uma linha
do cotovelo até o úbere, quanto mais sobrar
embaixo, melhor)
Ossatura: plana, chata e fina
Cabeça: pescoço limpo e fino (com a
barbela aderida). feminina, boca grande,
mandíbula forte, narina aberta, orelhas
ativas
Forma leiteira: combinação de todas as
características que separam uma vaca
leiteira de uma vaca de corte
Termos Anatômicos 
 
Assoalho do úbere: intermediário
Adesão do úbere anterior: úbere bem
aderido
Altura do úbere posterior: alto, forte e perto
da vulva
Largura: largo
Profundidade do úbere: raso (quanto mais
longe do chão, melhor
Sistema mamário
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ligamento central do úbere: forte e aderido
(tetas um pouco para dentro)
Colocação dos tetos anteriores e
posteriores: intermediário
Tamanho das tetas: intermediária
Textura do úbere: irrigado 
Forma de teta: cilíndrica
Cruzamento de raças puras para
melhoramento genético
Cruzamento simples
Envolve somente 2 raças (E x Z)
Ex.: Girolando
Cruzamento contínuo/absorvente
 Finalidade: substituir uma raça por
outra através de cruzamentos
contínuos
Aproxima-se de uma raça por absorção
sanguínea
Não alterna a raça do touro
Cruzamento contínuo alternado
Manter a heterose
Alterna a raça paterna em 2 ou mais
raças
Uso de raças mais próximas
Ex.: só raças leiteiras, só raças de cortes,
só zebus ou só europeus
Alguns cruzamentos são direcionados para
certo tipo de ambiente (pasto ou
confinamento)
Avaliar as condições de manejo de cada
produtor
Qual o produto?
Qual a melhor raça ou cruzamento para o
rebanho?
O plano genético é o coração da fazenda
Avaliar se deve investir primeiro em
saúde, produção ou conformação
Cruzamentos
É importante definir e conhecer as
metas e os negócios do produtor