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A determinação da taxa de ataque é útil na identificação do alimento responsável pelo aparecimento da doença. Este alimento, geralmente, terá maior taxa de ataque (porcentagem de pessoas doentes) na coluna de pessoas que ingeriram o alimento e a menor taxa de ataque na coluna de pessoas que não ingeriram o citado alimento e também apresentará a maior diferença entre as duas taxas Objetivo: Identificar a fonte de infecção nos surtos epidêmicos de uma determinada doença, em um local ou em uma situação onde o grupo populacional é bem definido como, por exemplo: residência, creche, escola, quartel ou quando se trata de um grupo de pessoas que participou de um evento específico como um almoço ou um lanche. Cálculo das pessoas que comeram %T.A.(+)= Nº. de doentes que comeram o alimento (x) e ficaram doente x 100 Nº. de pessoas que comeram o alimento Cálculo das pessoas que NÃO comeram o alimento %T.A.(-)= Nº. de doentes que não comeram o alimento específico e ficaram doente x 100 Nº. de pessoas que não comeram o alimento específico DIFERENÇA = Taxa de Ataque Positiva – Taxa de Ataque Negativa Universo: 102 comensais 74 (nº de pessoas que comeram carne de panela e ficaram doentes / 91 (total de indivíduos que ingeriram carne assada) x 100 = 81% dos indivíduos doentes. Obs: esse cálculo só dá certo de forem entrevistados todosos indivíduos doentes e não doentes que alimentaram do cardápio envolvido. Outra forma de calcular para alimentos específico Ex: Número de casos = 17 Nesse exemplo, menos preciso, serão descartados os resultados negativos ou nulos. Levando-se em conta o alimento que der maior índice de positividade. No caso o Éclair. A prevenção das DTA’s deve ser levada em consideração antes mesmo do início da implantação operacional para realização das atividades. Área comercial: - Filosofia de trabalho -Contratos com segurança Adequação dos cardápios em relação a realidade de cada cozinha Departamento de compras: -Visita aos fornecedores -Análise microbiológica dos alimentos para triagem -Compra dos fornecedores que apresentam melhores condições higiênicas/ sanitárias Recrutamento e recursos humanos: Contratar funcionários especializados ou treinados para diversas funções Departamento de treinamento: funcionários especializados para desenvolver as atividades específicas de treinamento e controle de qualidade; Departamento médico –realização de exames admissionais e periódicos para controle de saúde dos funcionários. Condições de crescimento microbiano Condições ideais que favorecem a multiplicação das bactérias e por tanto contribuem na rapidez da contaminação: ➔ Alimentos mornos ➔ Alimentos neutros, com pouca acidez ➔ Alimentos com muita água em sua estrutura ➔ Alta quantidade de proteínas Características presentes nos alimentos que podem aumentar o seu perigo de contaminação: ➔ Fatores Intrínsecos: ph/umidade do alimento/concentração salina/nutrientes. ➔ Fatores extrínsecos: temperatura/ umidade do ambiente/tempo/ disponibilidade do oxigênio PH de alimentos É a medida de acidez ou alcalinidade.Os ácidos e as bases têm uma característica que nos permite medi-los: é a concentração dos íons de hidrogênio. Os ácidos fortes têm altas concentrações de íons de hidrogênio e os ácidos fracos têm concentração baixa. O pH é um valor numérico que expressa a concentração de íons de hidrogênio. Geralmente os fungos preferem os ambientes mais ácidos (e para eles o pH ideal é 5,5, que é o de certas frutas e hortaliças) Algumas bactérias preferem ambientes mais alcalinos, mas a maioria se desenvolve num pH quase neutro ou seja, 6 e 7. Ex.: carne, aves, peixe, leite, feijão. Portanto, como a maioria dos alimentos tem pH ácido e neutro, mais uma vez as bactérias são favorecidas em seu desenvolvimento. PH Classe Exemplos >4,5 Pouco ácidos Leite, carnes, pescados, alguns vegetais 4,0 a 4,5 Ácidos Frutas e hortaliças <4,0 muito ácidos Sucos de frutas, refrigerantes Temperatura O tempo x temperatura consiste nos dois fatores mais pesquisados em todo o mundo, para controlar, eliminando ou diminuindo o número de microrganismos durante o processamento, manipulação e distribuição dos alimentos para consumo Relação de tempo/Temperatura na eliminação de microrganismos ºC Tempo 74 poucos segundos (5) 71 menos que 1 min 70 poucos min (2) 66 alguns min (10) 65 alguns min(15) 60 vários min (20) 55 algumas horas (4) 52 várias horas (12) <50 não há morte dos patógenos COCÇÃO: 74°c 70° C POR 2 MINUTOS 65 °C POR 15 MINUTOS As temperaturas altas são utilizadas para eliminar os microrganismos, com efeito bactericida, porém, dependendo da temperatura utilizada e da resistência dos microrganismos, poderá ocorrer inibição do metabolismo sem a morte, ocorrendo um efeito bacteriostático, onde os microrganismos permanecem vivos, mas não se multiplicam. Para este efeito, o limite mínimo de segurança é de 60°C. Tempo Se proporcionarem às bactérias, condições ideais de nutrientes, umidade e calor, algumas são capazes de multiplicar seu número por dois entre 10 e 20 minutos. Com o passar do tempo um número inicial de bactérias pode multiplicar-se até o ponto de poder causar uma intoxicação alimentar.Eles preferem temperaturas de verão ou do nosso corpo, em torno de 36,5°C. Zona de Perigo: entre 5°C e 60°C Fora desta faixa, sua potência reprodutora é diminuída. A 100°C as bactérias começam a morrer, e abaixo de 5°C (refrigeração) seu crescimento é mais lento, e a 0°C, ficam em estado latente, mas NÃO morrem. Portanto, é essencial que os alimentos de alto risco só permaneçam na zona de perigo o tempo estritamente necessário. Os esporos permanecem em todas as temperaturas. Eles germinam e voltam a multiplicar-se quando estão dentro da ZTP (zona de temperaturas perigosas) entre 4 °. O que diz a lei? Art. 57. Durante a cocção, os alimentos devem atingir no mínimo 65ºC por 15 minutos (sessenta e cinco graus Celsius por quinze minutos), 70ºC por 2 minutos (setenta graus Celsius por dois minutos) em todas as suas partes ou 74ºC (setenta e quatro graus Celsius) no centro geométrico. Outras combinações de tempo e temperatura podem ser utilizadas, desde que sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária do alimento em questão. RDC 216 4.8.8 O tratamento térmico deve garantir que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC (setenta graus Celsius). Temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. 4.8.9 A eficácia do tratamento térmico deve ser avaliada pela verificação da temperatura e do tempo utilizados e, quando aplicável, pelas mudanças na textura e cor na parte central do alimento. Cocção e Reaquecimento Pontos Importantes ➔ A cocção adequada, no estágio final da preparação dos alimentos, pode eliminar a contaminação inicial. ➔ Existem vários caminhos pelos quais os alimentos podem adquirir salmonelas. A completa cocção a 70°C, contudo, interrompe a ocorrência de doença de origem alimentar. ➔ Para reaquecer carnes ou pratos à base de carnes, estes deverão ficar a uma temperatura de 70°C, no mínimo 2 minutos. ➔ Quando carnes ou pratos contendo carne são cozidos e armazenados para consumo posterior, o risco de DTA aumenta imediatamente. ➔ Armazenamento adequado do alimento, após a cocção, protege da recontaminação, e a refrigeração reduz a multiplicação bacteriana. Para maior segurança no reaquecimento, o centro do alimento deve atingir 74°C. Em seguida o alimento deve ser consumido ou mantido em estufa a 60°C, no máximo, 30 minutos. Texto do slide da professora Todo alimento é susceptível à contaminação por micro-organismos ao longo da cadeia produtiva, desde a recepção da matéria-primaaté o momento da distribuição do produto final. A preparação de um alimento deve ser realizada de forma a minimizar o risco de contaminação cruzada e evitar a permanência do alimento em condições de tempo e temperatura que favoreçam a sobrevivência e a multiplicação microbiana. Segundo a Resolução RDC n. 216/2004, que dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação, para conservação a quente, os alimentos preparados devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas. Para conservação a frio, a temperatura do alimento preparado deve ser reduzida de 60ºC (sessenta graus Celsius) a 10ºC (dez graus Celsius) em até 2 (duas) horas. Em seguida, o alimento deve ser conservado sob refrigeração, a temperaturas inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), ou congelado à temperatura igual ou inferior a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos). Quando os alimentos cozidos são submetidos a resfriamento sob temperatura ambiente, possibilita-se a proliferação dos micro-organismos. Quanto maior for o tempo de exposição da preparação entre 10ºC e 60ºC, faixa de temperatura na qual a maioria das bactérias se multiplica mais rapidamente, maior o risco de o alimento causar uma Doença Transmitida por Alimentos (DTA). Medidas que evitem a sobrevivência e a multiplicação de micro-organismos são necessárias, sendo a mais utilizada, a combinação de tempo e temperatura. Este binômio é altamente eficaz no controle, eliminação ou diminuição do número de microrganismos durante a produção e a distribuição do alimento.Portanto, o registro da temperatura de conservação dos alimentos é um importante fator de controle para a segurança alimentar. No monitoramento da temperatura quente ou fria de alimentos, usam-se termômetros digitais com sensor metálico de penetração ou termômetros infravermelho. A aferição incorreta da temperatura dos alimentos pode trazer prejuízos, como, por exemplo, a liberação ou a impugnação inadequada dos alimentos. Portanto, é primordial que as temperaturas de conservação sejam medidas de maneira exata possível. E o que diz a lei? 4.8.8 O tratamento térmico deve garantir que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC (setenta graus Celsius). Temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. 4.8.9 A eficácia do tratamento térmico deve ser avaliada pela verificação da temperatura e do tempo utilizados e, quando aplicável, pelas mudanças na textura e cor na parte central do alimento. 4.8.10 Para os alimentos que forem submetidos à fritura, além dos controles estabelecidos para um tratamento térmico, deve-se instituir medidas que garantam que o óleo e a gordura utilizados não constituam uma fonte de contaminação química do alimento preparado. 4.8.11 Os óleos e gorduras utilizados devem ser aquecidos a temperaturas não superiores a 180ºC (cento e oitenta graus Celsius), sendo substituídos imediatamente sempre que houver alteração evidente das características físico químicas ou sensoriais, tais como aroma e sabor, e formação intensa de espuma e fumaça. 4.8.12 Para os alimentos congelados, antes do tratamento térmico, deve-se proceder ao descongelamento, a fim de garantir adequada penetração do calor. Excetuam-se os casos em que o fabricante do alimento recomenda que o mesmo seja submetido ao tratamento térmico ainda congelado, devendo ser seguidas as orientações constantes da rotulagem. 4.8.13 O descongelamento deve ser conduzido de forma a evitar que as áreas superficiais dos alimentos se mantenham em condições favoráveis à multiplicação microbiana. O descongelamento deve ser efetuado em condições de refrigeração à temperatura inferior a 5ºC (cinco graus Celsius) ou em forno de microondas quando o alimento for submetido imediatamente à cocção. 4.8.14 Os alimentos submetidos ao descongelamento devem ser mantidos sob refrigeração se não forem imediatamente utilizados, não devendo ser recongelados. 4.8.15 Após serem submetidos à cocção, os alimentos preparados devem ser mantidos em condições de tempo e de temperatura que não favoreçam a multiplicação microbiana. Para conservação a quente, os alimentos devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas. Para conservação sob refrigeração ou congelamento, os alimentos devem ser previamente submetidos ao processo de resfriamento. 4.8.16 O processo de resfriamento de um alimento preparado deve ser realizado de forma a minimizar o risco de contaminação cruzada e a permanência do mesmo em temperaturas que favoreçam a multiplicação microbiana. A temperatura do alimento preparado deve ser reduzida de 60ºC (sessenta graus Celsius) a 10ºC (dez graus Celsius) em até duas horas. Em seguida, o mesmo deve ser conservado sob refrigeração a temperaturas inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), ou congelado à temperatura igual ou inferior a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos). 4.8.17 O prazo máximo de consumo do alimento preparado e conservado sob refrigeração a temperatura de 4ºC (quatro graus Celsius), ou inferior, deve ser de 5 (cinco) dias. Quando forem utilizadas temperaturas superiores a 4ºC (quatro graus Celsius) e inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), o prazo máximo de consumo deve ser reduzido, de forma a garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. 4.8.18 Caso o alimento preparado seja armazenado sob refrigeração ou congelamento deve-se apor no invólucro do mesmo, no mínimo, as seguintes informações: designação,data de preparo e prazo de validade. A temperatura de armazenamento deve ser regularmente monitorada e registrada Para conservar bem os alimentos ➔ Sempre que possível, prepare os alimentos em quantidade suficiente para consumo imediato. Se for preciso prepará-los com antecedência, guarde-os no refrigerador, acondicionados em recipientes tampados. Nunca deixe alimentos cozidos à temperatura ambiente por mais de duas horas. ➔ Mantenha a geladeira, o congelador e o freezer nas temperaturas adequadas. A temperatura da geladeira deve ser inferior a 5ºC, e a do freezer não pode estar acima de 15ºC negativos. ➔ Limpe a geladeira periodicamente e verifique a data de validade dos produtos armazenados. Ela nunca deve ficar muito cheia de alimentos, e as prateleiras não devem ser cobertas com panos ou toalhas, para não dificultar a circulação do ar frio. ➔ Abra a geladeira só quando for necessário e mantenha a porta aberta pelo menor tempo possível, para evitar oscilações de temperatura. ➔ Armazene adequadamente os alimentos na geladeira: prateleiras superiores para alimentos preparados e prontos para o consumo; prateleiras do meio para produtos semi preparados e prateleiras inferiores para alimentos crus. ➔ Não guarde alimentos por muito tempo, mesmo que seja na geladeira. O alimento preparado deve ser consumido no máximo em cinco dias. ➔ Não descongele os alimentos à temperatura ambiente. Use o forno microondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento sob refrigeração o tempo suficiente para que descongele. Alimentos fracionados em pequenas porções podem ser cozidos diretamente, sem prévio descongelamento. ➔ Nunca utilize alimentos após a data de validade. Para alimentos que necessitam de condições especiais de conservação depois de abertos, observe as recomendações do fabricante quanto ao prazo máximo para consumo. ➔ Mantenha os alimentos na embalagem original, exceto os enlatados, ou em recipientes plásticos, de vidro ou de inox, limpos e fechados. Não use recipientes de alumínio para guardar alimentos. ➔ Lave os vegetais, especialmente quando forem consumidos crus, e guarde-os na geladeira depois de limpos,de preferência em sacos plásticos secos e próprios para essa finalidade. Os vegetais folhosos, como alface e espinafre, devem ser lavados folha por folha. Não use detergente ou sabão. ➔ O local de armazenamento de produtos secos deve ser sempre limpo e arejado (com ventilação apropriada). ➔ Nunca guarde alimentos e produtos de limpeza no mesmo local. Coleta de amostras de alimentos pelos estabelecimentos A obrigatoriedade de coleta de amostras de alimentos servidos pelos serviços de alimentação não está regulamentada pela legislação sanitária federal. Todavia, o procedimento pode ser estipulado pelo programa de controle de qualidade da empresa. No entanto, é oportuno consultar os serviços de vigilância sanitária local, uma vez que os estados e municípios têm autonomia para legislar sobre as ações e serviços públicos de saúde no seu âmbito de atuação e são eles os responsáveis pela fiscalização dos estabelecimentos. ➔ VIII -Bufê: estabelecimento caracterizado pela prestação de serviços de alimentação para eventos. Pode funcionar, circunstancialmente, em instalação provisória, desde que apresente condições estruturais e equipamentos necessários paraaplicação das Boas Práticas de Manipulação; ➔ XIV -Cozinha industrial: unidade de alimentação e nutrição que prepara e distribui refeições para consumo imediato ou embaladas em marmitas, ou ainda, transportadas para distribuição em outro local; ➔ XV -Cozinha institucional: cozinha que prepara e fornece alimentação pronta para o consumo de comunidades fechadas, como creches, escolas, instituições de longa permanência para idosos, presídios e quartéis, entre outros; ➔ XVI -Cozinha hospitalar: estabelecimento destinado a preparar refeições para pacientes, podendo servir refeições para acompanhantes e funcionários do hospital. A cozinha deve possuir o serviço de dietética para preparação de refeições com alteração de consistência e composição destinadas ao atendimento das necessidades dietéticas específicas. As instalações da cozinha podem ser dentro ou fora do hospital; Instrução Normativa DIVISA/SVS Nº 16 DE 23/05/2017 Seção VII -Guarda de Amostras Art. 66. As cozinhas industriais, cozinhas institucionais, restaurantes comunitários, cozinhas hospitalares, restaurantes comerciais de autosserviço e bufês devem guardar amostras dos alimentos prontos distribuídos para o consumo, com a finalidade de esclarecer possíveis ocorrências de doenças transmitidas por alimentos. ➔ § 1º As amostras de alimentos devem ser coletadas após uma hora do tempo do período de distribuição ou imediatamente antes do consumo, utilizando-se os mesmos utensílios empregados na distribuição e de acordo com o seguinte método de coleta: I -proceder à higienização das mãos; II -identificar as embalagens de primeiro uso ou sacos esterilizados ou desinfetados, com o nome do estabelecimento, nome do produto, data, horário e nome do responsável pela coleta; III -abrir a embalagem ou o saco sem tocá-lo internamente e nem soprá-lo; IV -colocar a amostra do alimento com, no mínimo, 100 (cem) gramas; V -utilizar uma embalagem para cada tipo de preparação; VI -retirar o ar, se possível, e fechar a embalagem; VII -guardar por 72 (setenta e duas) horas, observando as temperaturas a seguir:a) alimentos que foram distribuídos sob refrigeração devem ser guardados no máximo a 4ºC (quatro graus Celsius);b) alimentos que foram distribuídos quentes devem ser guardados sob congelamento a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos);c) alimentos líquidos sempre devem ser guardados sob refrigeração a 4ºC (quatro graus Celsius). ➔ § 2º Quando houver mais de dez preparações alimentícias, devem ser coletadas e guardadas amostras de quatro delas que apresentam maior risco de contaminação