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Emilly de Almeida Mello T16A Anato topo – vasos MMSS – 10/09/2021 Broto de formação embrionária: a. subclávia A subclávia D se forma do tronco braquiocefálico A subclávia E origina-se diretamente do arco da aorta A subclávia faz uma curvatura para cima, passando 2 cm acima da clavícula Ao passa atrás do musculo escaleno anterior pela borda inferior da 1ª costela passa a ser a axilar Desfiladeiro cervicotorácico – região de compressão de estruturas A axilar vai em direção do MS Artéria central primária forma a. braquial A axilar passa por baixo do m. peitoral menor (ponto plausível de compressão) V axilar passa na frente do musculo? A axilar tem seu limite na borda inferior do m redondo maior e vira a braquial A braquial, a princípio, corre medial ao úmero Do terço médio para baixo, a braquial cruza o úmero e passa por cima dele No terço distal do braço, a braquial está em cima do úmero Se divide em a radial e ulnar, na altura do colo / cabeça do rádio A radial desce sobre o rádio e a ulnar pela ulna à esquelototopia Medial a a. braquial N medial no começa lateral e depois cruza anteriormente e fica medial a artéria braquial Ramos fazem circulação colateral à a braquial profunda, ramo posterolateral que sai logo no início da a braquial A braquial é medial ao m. bíceps braquial até a fossa cubital Na fossa cubital, o tendão do bíceps braquial cruza anteriormente Ver circulação colateral no cotovelo A colateral ulnar superior e inferior, ramos da a braquil que ajudam na circulação colateral do MMSS, junto com as colaterais braquiais Retirando o m. braquirradial vê a. radial, que do lado está o ramo superficial do n radial (sensitivo) A ulnar tem vários músculos por cima (pronador redondo, flexor superficial dos dedos), na parte distal do antebraço fica mais superficial Emilly de Almeida Mello T16A No inicio a ulnar corre junto com o n mediano, depois de passar por baixo do músculos corre junto com o n ulnar N mediano segue e corre junto com a interossea Na região do carpo: Formação do arco cárpico, bem fino, provem de ramos da radial e da ulnar, as vezes da interossea também Formação dos arcos palmares que provém da radial e da ulnar Ulnar forma o arco palmar superficial Radial forma mais o arco palmar profundo Variação das formações do arco Manobra de Allen Do arco sai as aa metacarpais que formam aa digitais Punção da a radial (para gasometria ou medir pressão média no intraoperatório) pode comprometer a circulação da mão, se a ulnar não for boa, pode levar a uma isquemia dos dedos Drenagem venosa Sistema venoso superficial V cefálica V basílica V intermédia do antebraço V intermédia do cotovelo Tem veias comunicantes que comunicam o sistema venoso superficial e profundo, há também as veias perfurantes que perfuram a fáscia Veia cefálica Estão presentes no MMSS e são visíveis, por ser do sistema superficial Um MS é diferente do outro MS, difícil observar uma mesma porcentagem de veias superficiais iguais entre um MS e outro MS Maior variação anatômica é do sistema venoso. Duas veias ulnares Duas veias radiais Emilly de Almeida Mello T16A Antebraço é duplo. Para cada artéria temos duas veias. Também pode acontecer isso com a artéria braquial Veia axilar é única Veia cefálica e basílica se iniciam no dorso da mao. Veia cefálica é formada na parte lateral do arco venoso dorsal e se une a veia que vem do polegar - Ascende pelo antebraço, passa da parte posterior (dorsal) à lateral à anterior do antebraço Chega na fossa cubital e serve como entrada de acesso No braço ela fica em região antero lateral ao passar ao lado do m bíceps braquial No dorso da mão Na parte medial forma-se a veia basílica Veia basílica se forma pelas veias mediais do dorso da mao + veia do dedo mínimo Veia basílica ascende posterior no antebraço No braço, a veia basílica ascende medial ao m bíceps Veia intermédia do cotovelo faz a união entre a veia cefálica com a veia basílica V cefálica + v basílica + v intermédia do cotovelo + v intermédia do antebraço são as 4 veias de drenagem do MMSS 80% da drenagem venosa do MMSS é feita pelo sistema superficial. Variações anatômicas Veia cefálica passa pelo sulco deltopeitoral - Sulco deltopeitoral está entre o m deltoide e o m peitoral maior. No ombro Emilly de Almeida Mello T16A Esse sulco também pode ser visível Veia basílica chega no braço e no terço médio distal (em relação a mão) ou proximal à perfura a fáscia do bíceps e se torna uma veia basílica profunda Pode fazer o acesso na dissecção usando como parâmetro o epicôndilo medial do úmero (2cm para cima e 2cm lateral) à flebotomia (dissecção e abertura da veia para passar um cateter) Emilly de Almeida Mello T16A sistema nervoso superficial e profundo Veias profundas são mais finas no MMSS Veia intermédia do cotovelo Vem do arco venoso palmar Veia cefálica passando no sulco deltopeitoral, perfura a fáscia profunda do m peitoral maior e fica junto a artéria toracodorsal e o n peitoral. Se une com a veia axilar para forma a veia subclávia Veia axilar passa embaixo do m peitoral menor Emilly de Almeida Mello T16A Drenagem venosa profunda Estão em pares no antebraço 2 veias ulnares 2 veias radiais Veia braquial – pode ser dupla ou única Veia axilar Veia subclávia: v axilar + v cefálica na região da borda inferior da 1ª costela Fossa cubital É a depressão entre o antebraço e o braço, em forma de V Parâmetros superiores: epicôndilo lateral e medial do úmero Limite superior: linha transversa entre os epicôndilos lateral e medial Limite medial: m. pronador redondo Limite lateral: m. braquiorradial Conteúdo superficial (acima da fáscia): parte venosa e nervos cutâneos Emilly de Almeida Mello T16A V cefálica, v basílica, v intermédia do cotovelo, v intermédia do braço + n cutâneo medial do antebraço (acompanha v basílica), n cutâneo lateral do antebraço (acompanha v cefálica) Conteúdo profundo: Tendão do bíceps braquial, artéria braquial, nervo mediano, ramificações do n musculo cutâneo e n radial e suas ramificações. N ulnar passa fora da fossa cubital, passa debaixo do epicôndilo medial Importante na punção de coleta de sangue, cuidado para não puncionar estruturas profundas Pode-se forma um pseudoaneurisma Drenagem linfática do MMSS Importante devido os tumores de mama ou de parede torácica, ou com processos infecciosos do MS Faz-se para dois grupos: Linfonodos axilares Possuem agrupamentos nessa região Grupo Infraclavicular: localizado embaixo da clavícula, recebe fluxo da linfa principalmente do MS Ex: linfa vem da face medial do antebraço e braço e chega nos linfonodos do grupo Infraclavicular à linfonodos aferentes chegam nos linfonodos Infraclavicular +/- 8 linfonodos nessa região. Aumentados quando há processo infeccioso. Aferente chega no linfonodo Linfonodos eferentes infraclavicular drenam para grupo Não recebe linfa dos vasos linfáticos que acompanham a veia cefálica, eles desembocam no grupo apical Linfa que sai do grupo Infraclavicular pode ir para o grupo apical ou para o grupo central Grupo apical: estão na região supra clavicular junto a veia subclávia, recebe linfa do MS e da parede torácica 6/7 linfonodos junto a veia subclávia, acima da clavícula Coletor final dos outros grupos de linfonodos axilares Vasos linfáticos eferentes do grupo apical vão para: Lado D para o ducto subclávio que desemboca ou na veia subclávia Dou na junção da veia subclávia D + veia jugular ou só para a veia jugular interna D Emilly de Almeida Mello T16A Ducto subclávio desemboca no ducto torácico Lado E para o ducto torácico desemboca nas veias cervicais E, ou na veia jugular ou na veia subclávia E ou no ângulo jugulo subclávio E Grupo central:recebe linfa 3 a 4 linfonodos, normalmente palpáveis Fica disperso na gordura da axila Vasos linfáticos eferentes vão para o grupo apical Grupo de linfonodos anteriores (peitoral): Drenam da cicatriz umbilical para cima, incluindo as mamas à área de drenagem acima da cicatriz umbilical e parede anterolateral do tórax e do abdome São linfonodos sentinelas para quadros infecciosos ou tumorais Está localizado na borda lateral do m. peitoral maior De 4 a 5 linfonodos Linfa do grupo anterior podem ir para o grupo central ou grupo apical Linfonodos eferentes anteriores também podem ir para os linfonodos paraesternais que podem ir para os linfonodos mediastinais. Grupo subescapular Acompanha a borda lateral do m. latíssimo do dorso 12 linfonodos Drenam toda a parede do dorso e parede cervical. Linfa eferente pode ir para grupamento central ou apical. Linfonodos não axilares Estão dispersos pelo membro superior Podem estar localizados na região subtroclear ou dispersos na gordura do braço ou antebraço Drenagem vai para os vasos linfáticos mais profundos à depois para os linfonodos Cisternas Formação de cisternas em L1, reservatório de linfa Emilly de Almeida Mello T16A Surge o ducto torácico que ascende para o pescoço, faz curvatura para E à desembocam nas veias Erisipela Processo infeccioso da pele que acomete os vasos linfáticos Linfedema Inchaço decorrente da má drenagem linfática Linfadenectomia de pacientes com tumor de mama, diminui a drenagem linfática à linfa se acumula no MMSS à Edema