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Padrão Nodular - Guilherme Godrim 1 💻 Padrão Nodular - Guilherme Godrim Conceitos Nódulo: opacidade focal com menos de 3 cm de diâmetro Micronódulos: nódulos com menos de 3 mm de diâmetro Massa: opacidade com mais de 3 cm de diâmetro Solitário x Múltiplos Nódulo Pulmonar Solitário Benigno X Maligno Calcificações Tamanho Crescimento Contornos Cavitações Padrão Nodular - Guilherme Godrim 2 Atenuação Calcificações Existem quatro padrões benignos de calcificação, que são centrais, difusos, lamelados e “pipoca” Nódulo difusamente calcificado: granuloma de tuberculose Nódulo calcificado em pipoca: sugere harmartoma 💡 Esses padrões sugerem benignidade, entretanto, uma metástase de um osteosarcoma pode aparecer como um nódulo difusamente calcificado. Em casos de metástase, surgem nódulos múltiplos Tamanho O tamanho é um preditor independente de malignidade Nódulos menores de 4 mm tem a chance de malignação de quase 0 Padrão Nodular - Guilherme Godrim 3 💡 Quanto maior o tamanho do nódulo, maior a chance de malignidade Crescimento Para nódulos sólidos, o crescimento é definido como um aumento no tamanho de > 2 mm Imagem A e B mostram o crescimento de um nódulo dentro de 01 ano (adenocarcinoma) 💡 Estabilidade por mais de 2 anos sugere benignidade Contornos Padrão Nodular - Guilherme Godrim 4 Espiculado: altamente associado a malignidade (espiculas mostram que o nódulo não respeita a arquitetura) - imagem 1 Lobulado: intermediário (50/50) - imagem 2 Lisos: benignos, exceto nos casos de metástases - imagem 3 Cavitação Parede com espessura de até 4 mm : maior probabilidade de benignidade (90%) Parede com espessura de 5-15 mm: intermediário (50/50) Padrão Nodular - Guilherme Godrim 5 Parede com espessura > 15 mm: maior probabilidade de malignidade (90%) Atenuação A atenuação do nódulo (densidade) permite classificar as lesões como sólidas ou subsólidas (vidro fosco puro ou parcialmente sólido). Sólido: maior probabilidade de benignidade - imagem A Subsólido (Vidro-fosco): intermediário - imagem B Semi-sólido: maior probabilidade de malignidade - imagem C Diretriz Fleischner 2017 Fatores de riso Histórico de tabagismo Exposição prévia ao asbesto, radônio ou urânio HMF positiva para CA de pulmão Idade avançada Sexo feminino Raça (Negro > Brancos) Margem espiculada Padrão Nodular - Guilherme Godrim 6 Localização no lobo superior Multiplicidade (Menos de 5 tem maior chance de malignidade, exceto metástase) Enfisema e fibrose pulmonar (idiopática) 💡 O acompanhamento foi definido pela atenuação e fatores de risco Nódulos Pulmonares Múltiplos Todos os parâmetros citados devem ser avaliados A principal característica que auxilia nos diagnósticos diferenciais é a distribuição desses nódulos Perilinfática Centrolobular Randômico Padrão Nodular - Guilherme Godrim 7 Perilinfático - ficam próximos aos brônquios, vasos, pleura e lóbulos Centrolobular - não vai estar próximo de estruturas Randômico - junção do Perilinfático com centrolobular Padrão Nodular - Guilherme Godrim 8 Imagens A e 2 - nódulos randomicos Imagens B e 1 - nódulos perilinfáticos Imagem 1 - nódulos centrolobulares Imagem 2 - nódulos centrolobulares e aspecto de árvores em brotamento Árvore em Brotamento Padrão Nodular - Guilherme Godrim 9 Nódulos centrolobulares esparsos, associados a opacidades lineares ramificadas, que habitualmente correspondem a bronquíolos dilatados e preenchidos por secreção (árvores em brotamento). Possíveis etiologias de múltiplos Não neoplásicas Bronquiolites (padrão centrolobular com árvore em brotamento) Tuberculose miliar (geralmente randômico) - imagem abaixo Sarcoidose (padrão perilinfático) Pneumonia de hipersensibilidade (padrão centrolobular) Padrão Nodular - Guilherme Godrim 10 Neoplásicas Linfangite carcinomatosa (micronódulos perilinfático) Metástase hematogênica (padrão randômico) - imagem abaixo Carcinoma bronquiolalveolar (geralmente é solitário, mas pode ser múltiplo) Resumo Maligno x Benigno Padrão Nodular - Guilherme Godrim 11