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PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS (6º AO 9º ANO)
IDENTIFICAÇÃO: Josane Weber
COLÉGIO ESTADUAL: Colégio Estadual Civico Militar Lindoeste – EFM
MUNICÍPIO: Lindoeste – Paraná
ÁREA DO CONHECIMENTO: Linguagens
COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa.
CALENDÁRIO ESCOLAR: 200 dias letivos.
MATRIZ CURRICULAR: 800 horas aulas anuais – 05 (cinco) horas/aulas semanais no 6º, 7º, 8º e 9º Ano do Ensino Fundamental
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA 
A Língua Portuguesa, enquanto disciplina escolar, passou a integrar os currículos escolares brasileiros somente nas ultimas décadas do século XIX. Em 1837, o estudo da Língua Portuguesa foi incluído no currículo sob as formas das disciplinas Gramática, Retórica e Poética, abrangendo, esta ultima, a Literatura. A partir de 1967, iniciou-se no Brasil um processo de “democratização” do ensino, com ampliação de vagas, eliminação dos chamados exames de admissão. Os estudos lingüísticos, centrados no texto e na interação social das praticas discursivas, e as novas concepções sobre a aquisição da língua materna chegaram ao Brasil em meados da década de 70. A dimensão tradicional de ensino da língua cedeu espaço a novos paradigmas, valorizando o texto como unidade fundamental de analise. A partir dos anos 80, os estudos lingüísticos mobilizaram os professores para a discussão e o repensar sobre o ensino da língua materna e para a reflexão sobre o trabalho realizado nas salas de aula. Assumindo-se a concepção de língua como prática que se efetiva nas diferentes instancias sociais, acorda-se que o diferentes instancias sociais, acorda-se que o objeto de estudo da disciplina é a Língua e o conteúdo estruturante de língua Português e Literatura é o discurso, concebido como pratica social, desdobrado em três práticas: leitura, escrita e oralidade. O ensino de Língua Portuguesa focaliza a necessidade de dar ao aluno condições de ampliar o domínio da língua e da linguagem, aprendizagem fundamental para o exercício da cidadania, visto que as praticas de linguagem são uma totalidade e que o sujeito expande sua capacidade de uso da linguagem e de reflexão sobre ela em situações significativas de interlocução. Com base em Queluz: Alongo (1999, p.25) acreditamos que [...] a vida hoje na escola, na sala de aula, tem de ser muito mais do que a transmissão de um conteúdo sistematizado do saber. Deve incluir a aquisição de hábitos e habilidades e a formação de uma atitude correta frente ao próprio conhecimento, uma vez que o aluno deverá ser capaz de ampliá-lo e reconstruí-lo quando necessário, alem de aplicá-lo em situações próprias do seu contexto.	Comment by Autor desconhecido: Na Internet encontram-se versões muitos parecidas com esse trecho, é necessário rever.
A proposta política pedagógica relaciona as prioridades particulares da realidade escolar. E com base nessas concepções é que foram elaborados os conteúdos básicos de língua portuguesa, reflexões e práticas estabelecidas pelos profissionais da educação. Ao comparar a proposta com os conteúdos básicos observa-se que no PPP os conteúdos não estão sugeridos por série, mas obedecem as quatro habilidades oralidade, leitura, escrita e análise linguística, tal qual está contemplado nos dois documentos. Nos conteúdos básicos há um acréscimo de sugestões de gêneros discursivos: poético, dramático e em prosa, tanto na expressão oral como na escrita. Tais gêneros no processo de ensino-aprendizagem estão apresentados como elementos fundamentais que auxiliam no trabalho de elaboração no plano docente do professor. Assim sendo, a análise dos conteúdos básicos apresenta exposição de várias facetas de um mesmo gênero, pois demonstra e valoriza todos os aspectos dos elementos textuais, assim como promove sugestões metodológicas e avaliativas com o intuito de formar cidadãos competentemente letrados que possam interpretar e reproduzir as ideias apresentadas no texto, em diversos níveis e aspectos. No mesmo âmbito, observa-se que a análise linguística ganha nova abordagem sugerida pelos professores, seus conteúdos perpassam pela prática da escrita, leitura e oralidade fortalecendo os elementos textuais e sua compreensão. Há uma necessidade de melhorar alguns aspectos na proposta, quanto fazer a junção das práticas tal qual estão nos conteúdos básicos, não seria uma cópia, pois eles estão interligados, mas melhorar e esclarecer cada conteúdo, já que os conteúdos básicos foram produzidos pelos próprios professores do Paraná. Os desafios Educacionais Contemporâneos podem ser abordados a cada situação apresentada no cotidiano escolar, seja através de textos, filmes, músicas, conhecimentos culturais históricos de outros povos, onde o professor demonstra suas ideias através de métodos que contenham os assuntos sociais, políticos, históricos e culturais, paralelamente aos conhecimentos básicos, contemplando o ensino para uma formação social. Os conteúdos básicos de língua portuguesa vêm ajudar na produção do plano de trabalho docente de cada professor, pois nesse documento estão especificados cada conteúdo e ao mesmo tempo proporciona liberdade para cada profissional produzir seu planejamento respeitando as particularidades de suas turmas. Os conteúdos básicos estão apresentados de forma clara e objetiva, facilitando assim a produção e a prática dos planos de cada professor. Consequentemente, os planos de trabalho docentes organizam o ensino e dão ênfase às prioridades de cada turma e suas características organizando e proporcionando continuidade entre um conteúdo e outro e de uma série à outra, etc. Por outro lado, têm como função o acompanhamento e a reflexão do desempenho pedagógico, estando aberto a mudanças, adaptações e replanejamentos, visando a eficácia do processo de ensino-aprendizagem.	Comment by Autor desconhecido: Quais concepções? Qual o referente?	Comment by Autor desconhecido: Quais?	Comment by Autor desconhecido: Refere-se às DCEs? É importante atentar para aquilo que é preconizado no Referencial Curricular e no CREP	Comment by Autor desconhecido: Não tem relação com esse tópico
Direitos de Aprendizagem/Competências Gerais da Educação Básica	Comment by Autor desconhecido: Seria interessante separar esse item
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.	Comment by Autor desconhecido: Observar a formatação da margem
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade,autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
Direitos de Aprendizagem/Competências Específicas do componente curricular
1. Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem. 
2. Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.
3. Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, e continuar aprendendo.
4. Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos.
5. Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual.
6. Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.
7. Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.
8. Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais (estudo, formação pessoal, entretenimento, pesquisa, trabalho etc.). 
9. Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura.
10. Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.
Quadro organizador curricular.
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Léxico/morfologia
	
PR. EF06LP03.a.6.01
	
Analisar diferenças e semelhanças de sentido entre palavras de uma série sinonímica, como parte do processo de compreensão de textos e da ampliação do léxico.
	
Sinonímia.
	
X
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP04.a.6.02
	Analisar a função e as flexões de substantivos e adjetivos e de verbos nos modos indicativo, subjuntivo e imperativo: afirmativo e negativo, como estruturas linguísticas que definem sentidos nos textos e a fim de usá-las adequadamente.
	
Função e as flexões de substantivos e adjetivos; Flexão de verbos nos modos	indicativo, subjuntivo e imperativo: afirmativo e negativo.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP05.a.6.03
	Identificar os efeitos de sentido dos modos verbais, considerando o gênero textual e a intenção comunicativa, a fim de, gradativamente, efetivar a compreensão dessas estruturas nos textos e de usá-las adequadamente.
	
Efeitos de sentido dos modos	verbais considerando o gênero textual.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP06.a.6.04
	Empregar, adequadamente, as regras de concordância nominal (relações entre os substantivos e seus determinantes) e as regras de concordância verbal (relações entre o verbo e o sujeito simples e composto), como parte da apropriação gradativa da variante padrão da língua.
	
Concordância nominal (relações entre os substantivos e seus determinantes).
Concordância	verbal (relações entre o verbo e o sujeito).
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP07.a.6.05
	Identificar, em textos, períodos compostos por orações separadas por vírgula sem a utilização de conectivos, tanto para a compreensão de orações complexas quanto para o aprendizado da pontuação.
	
Identificação de períodos compostos por orações separadas por vírgula sem a utilização de conectivos.
	
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP08.a.6.06
	Identificar, em texto ou sequência textual, orações como unidades constituídas em torno de um núcleo verbal e períodos como conjunto de orações conectadas para que, numa gradação de complexidade, haja apropriação de enunciados complexos.
	Orações como unidades constituídas em torno de um núcleo verbal; Períodos como conjunto de orações	conectadas constituindo enunciados complexos.
	
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Morfossintaxe
	
PR. EF06LP09.a.6.07
	
Classificar, em texto ou sequência textual, os períodos simples e compostos, no intuito de identificar as diferenças básicas entre esses enunciados.
	
Classificação	de períodos simples e compostos.
	
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Sintaxe
	
PR. EF06LP10.a.6.08
	
Identificar sintagmas nominais e verbais como constituintes básicos da oração, compreendendo a função desses na leitura e produção de textos.
	
Identificação de sintagmas nominais e verbais na oração.
	
X
	
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Elementos notacionais	da escrita/morfossintaxe
	
PR. EF06LP11.a.6.09
	Utilizar, ao produzir texto, conhecimentos		linguísticos	e gramaticais:	tempos	verbais, concordância nominal e verbal, regras ortográficas, pontuação etc., de modo a revelar o aprendizado desses conhecimentos, inerentes para o domínio da norma-padrão.
	
Produção de texto utilizando conhecimentos linguísticos e gramaticais: tempos	verbais, concordância nominal e verbal, regras ortográficas, pontuação etc.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Semântica Coesão
	
PR. EF06LP12.a.6.10
	Utilizar,ao produzir texto, recursos de coesão referencial (nome e pronomes), recursos semânticos de sinonímia, antonímia e homonímia e mecanismos de representação de diferentes vozes (discurso direto e indireto), a fim de estabelecer tanto a relação lógica, como evidenciar o uso de diferentes estruturas linguísticas necessárias às produções de textos.
	Produção de texto utilizando recursos de coesão referencial (nome e pronomes);
Recursos		semânticos: sinonímia,	antonímia		e homonímia; Representação		de diferentes vozes: discurso direto e indireto.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Fono-ortografia
	
PR. EF67LP32.s.6.11
	
Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita.
	
Ortografia.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Elementos notacionais da escrita
	
PR. EF67LP33.a.6.12
	Pontuar textos adequadamente, compreendendo a prosódia da língua escrita e a intencionalidade dos textos, de forma gradativa.
	Pontuação a partir da compreensão da prosódia da língua escrita e da intencionalidade	dos textos.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Léxico/morfologia
	
PR. EF67LP34.a.6.13
	
Formar antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação, como processo de formação do léxico e reconhecimento de possibilidades estruturais das palavras.
	
Formação de antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação.
	
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Léxico/morfologia
	
PR. EF67LP35.a.6.14
	
Distinguir palavras derivadas por acréscimo de afixos de palavras compostas, compreendendo essas diferentes possibilidades de formação de palavras.
	
Distinção de palavras derivadas por acréscimo de afixos de palavras compostas.
	
	
X
	
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Coesão
	
PR. EF67LP36.a.6.15
	
Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial (léxica e pronominal) e sequencial, como forma de garantir a progressão textual e evitar a repetição de estruturas linguísticas.
	
Produção textual: recursos de coesão referencial (léxica e pronominal) e sequencial.
	
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Sequências textuais
	
PR. EF67LP37.a.6.16
	Analisar, em diferentes textos, os efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos linguístico-discursivos de prescrição, causalidade, sequências descritivas, expositivas e de ordenação de eventos, para a compreensão da intencionalidade dos textos e domínio de uso desses recursos.
	
Análise, em diferentes textos, dos efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos de prescrição, causalidade, sequências descritivas, expositivas e de ordenação de eventos.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Figuras de linguagem
	
PR. EF67LP38.a.6.17
	
Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, personificação, aliteração e onomatopeia, como parte do processo de compreensão do uso desses recursos em diferentes gêneros discursivos.
	
Efeitos de sentido no uso de figuras de linguagem: comparação, metáfora, personificação, aliteração e onomatopeia,	ironia, eufemismo, antítese e aliteração.
	
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Variação linguística
	
PR. EF69LP55.a.6.18
	
Reconhecer as variedades da língua falada, o conceito de norma-padrão e o de preconceito linguístico, para respeitar e valorizar a dinamicidade linguística como inerente das línguas humanas.
	
Reconhecimento	das variedades da língua falada, do conceito de norma-padrão e o de preconceito linguístico.
	
X
	
X
	
X
	
	
Todos os Campos de Atuação
	
Análise linguística/ semiótica
	
Variação linguística
	
PR. EF69LP56.a.6.19
	
Reconhecer as regras gramaticais e normas ortográficas da norma-padrão, para fazer uso consciente e reflexivo dessa forma de linguagem, nas situações de fala e escrita em que ela deve ser usada.
	
Reconhecimento	das regras gramaticais e normas ortográficas da norma-padrão.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Reconstrução do
contexto		de produção, circulação e recepção de textos; Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros	em circulação, mídias e práticas da cultura digital
	
PR. EF06LP01.a.6.20
	
Reconhecer a impossibilidade de uma neutralidade absoluta nos discursos jornalísticos/midiáticos, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos e tornar- se consciente das escolhas feitas enquanto produtor de textos.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Reconstrução do
contexto		de produção, circulação e recepção de textos; Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros	em circulação, mídias e práticas da cultura digital
	
PR. EF06LP02.a.6.21
	
Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia nas diferentes mídias.
	
Relação entre os diferentes gêneros	jornalísticos; Centralidade da notícia nas diferentes mídias.
	
X
	
X
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	Reconstrução do
contexto		de produção, circulação e recepção de textos; Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros	em circulação, mídias e práticas da cultura
digital
	
PR. EF67LP01.a.6.22
	
Analisar a estrutura e funcionamento dos hiperlinks em textos noticiosos publicados na Web e vislumbrar possibilidades de uma escrita hipertextual, compreendendo a função desse recurso.
	
Análise da estrutura e do funcionamento	dos hiperlinks em textos noticiosos publicados na Web;
Possibilidades de escrita hipertextual.
	
	
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Apreciação e réplica
	
PR. EF67LP02.a.6.23
	
Explorar os espaços reservados ao leitor nos jornais, revistas (impressos e on- line), sites noticiosos etc., interagindo de maneira ética e respeitosa, a fim de apreender modos sociais adequados de participação nesses espaços de divulgação de informações.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Relação entre textos
	
PR. EF67LP03.a.6.24
	
Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade dessas para efetivar leituras pertinentes.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Estratégia de leitura; Distinção de fato e opinião
	
PR. EF67LP04.a.6.25
	
Distinguir, em segmentos descontínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato, de modo a reconhecer as diferenças entre ambos.
	
Diferença entre fato e opinião, em segmentos descontínuos de textos.
	
	
X
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
LeituraEstratégia de leitura: identificação de teses e	argumentos; Apreciação e réplica
	
PR. EF67LP05.a.6.26
	Identificar		e			avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos	(carta	de	leitor e comentário), de forma a manifestar concordância ou discordância.
	
Identificação e avaliação, em textos argumentativos, de teses/opiniões e posicionamentos.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Efeitos de sentido
	
PR. EF67LP06.a.6.27
	Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos e seleção e hierarquização de informações, uso de 3ª pessoa etc., para compreender a intencionalidade do texto.
	Identificação de efeitos de sentido provocados pela seleção	lexical, topicalização		de elementos, seleção e hierarquização		de informações.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Efeitos de sentido
	
PR. EF67LP07.a.6.28
	Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos e perceber seus efeitos de sentido, a fim de compreender a intenção do texto.
	Identificação do uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos percebendo seus efeitos de sentido.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Efeitos de sentido; Exploração	da multissemiose
	
PR. EF67LP08.a.6.29
	
Identificar os efeitos de sentido devidos à escolha de signos não verbais em gêneros jornalísticos/midiáticos para compreender sua função/intenção na construção do texto.
	
Signos	não	verbais	em gêneros jornalísticos/midiáticos: efeitos de sentido.
	
	
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Estratégias		de produção: planejamento		de textos informativos e textualização, tendo em	vista	suas
condições	de
produção,	as
características do gênero em questão, o estabelecimento de coesão, adequação à norma-padrão e o uso adequado	de
ferramentas	de edição
	
PR. EF67LP09.a.6.30 e PR. EF67LP10.a.6.30
	
Planejar e produzir notícia impressa e para a TV, rádio ou internet, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, a adequação ao contexto de circulação e os objetivos a serem alcançados, de forma a se apropriar desse gênero em suas diferentes possibilidades de publicação.
	
Planejamento e produção de notícia impressa e para TV, rádio ou internet.
	
	
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Estratégias	de produção: planejamento		e
textualização	de textos argumentativos		e apreciativos
	
PR.EF67LP11.a.6.31	e	PR. EF67LP12.a.6.31
	Planejar resenhas, vlogs, vídeos e podcasts variados, e textos e vídeos de apresentação e apreciação próprios das culturas juvenis, tendo em vista as condições de produção do texto, a partir da escolha de uma produção ou evento cultural para analisar, da busca de informação sobre a produção ou evento escolhido, da síntese de informações sobre a obra/evento e do elenco/seleção de aspectos, elementos ou recursos que possam ser destacados positiva ou negativamente, e produzir textos desses gêneros tendo em vista o contexto de produção dado, as características do gênero, os recursos das mídias envolvidas e a textualização adequada dos textos e/ou produções, de forma a se apropriar desses gêneros em suas diferentes possibilidades de publicação.
	
Planejamento de textos e vídeos de apresentação próprios das culturas juvenis;
Análise de uma produção ou evento cultural escolhido;
Produção de textos.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Produção e edição de textos publicitários
	
PR. EF67LP13.a.6.32
	Produzir, revisar e reescrever/editar textos publicitários, exercitando todas essas etapas do processo de elaboração textual como parte do processo de compreensão desses gêneros discursivos.
	
Produção, revisão e reescrita/ edição de textos publicitários.
	
	
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade
	
Planejamento	e
produção	de entrevistas orais
	
PR. EF67LP14.a.6.33
	
Realizar entrevista oral a partir de um planejamento/roteiro de perguntas, tanto para a adequada realização desse texto quanto para a compreensão da necessidade de planejamento desse gênero.
	
Realização de entrevista oral, a partir de um planejamento/roteiro de perguntas.
	
	
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Apreciação e réplica; Relação	entre gêneros e mídias
	
PR. EF69LP01.a.6.34
	
Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, de modo a posicionar-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrar possibilidades de denúncia quando for o caso.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Apreciação e réplica; Relação	entre gêneros e mídias
	
PR. EF69LP02.a.6.35
	Analisar e comparar peças publicitárias variadas, de forma a perceber a articulação entre elas em campanhas, as especificidades das várias semioses e mídias, a adequação dessas peças ao público-alvo, aos objetivos do anunciante e/ou da campanha e à construção composicional e estilo dos gêneros em questão, como forma de ampliar as possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros.
	
Análise e comparação de peças	publicitárias variadas;
Especificidades das várias semioses e mídias.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Estratégia de leitura: apreender	os sentidos globais do texto
	
PR. EF69LP03.a.6.36
	Identificar, em notícias, o fato central, suas principais circunstâncias e eventuais	decorrências;		em reportagens e fotorreportagens o fato ou a temática retratada e a perspectiva de abordagem, em entrevistas os principais temas/subtemas abordados, explicações dadas ou teses defendidas em relação a esses subtemas; em tirinhas, memes, charge, a crítica, ironia ou humor presente, a fim de compreender as relações entre as informações		nesses	gêneros discursivos.
	
Identificação do fato central, suas principais circunstâncias e eventuais decorrências em notícias.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Efeitos de sentido
	
PR. EF69LP04.a.6.37
	
Identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários, com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes.
	
Identificação e análise dos efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários.
	
	
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Leitura
	
Efeitos de sentido
	
PR. EF69LP05.a.6.38
	
Inferir e justificar, em textos multissemióticos – tirinhas, charges, memes, gifs etc. –, o efeito de humor, ironia e/ou crítica, como parte da compreensão do próprio texto.
	
Inferência e justificativa, em	textos
multissemióticos, do efeito de humor, ironia ou crítica.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Relação do texto com o	contexto	de
produção	e
experimentação	de papéis sociais
	
PR. EF69LP06.a.6.39
	
Produzire publicar notícias, fotodenúncias,		fotorreportagens, reportagens,			reportagens multimidiáticas, infográficos, podcasts noticiosos, entrevistas, cartas de leitor, comentários, artigos de opinião de interesse local ou global, textos de apresentação e apreciação de produção cultural – resenhas e outros próprios das formas de expressão das culturas juvenis, tais como vlogs e podcasts culturais, gameplay, detonado etc.– e cartazes, anúncios, propagandas, spots, jingles de campanhas sociais, dentre outros, em várias mídias, como forma de compreender as condições de produção que envolvem a circulação desses textos, poder participar e vislumbrar	possibilidades	de participação nas práticas de linguagem do campo jornalístico e do campo midiático de forma ética e responsável.
	
Produção e publicação de textos jornalísticos. (Obs.: conteúdo contemplado nos objetivos EF69LP07 e EF69LP08)
	
	
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Textualização	e
revisão/edição de texto informativo e opinativo
	
PR. EF69LP07.a.6.40 e PR. EF69LP08.a.6.40
	
Produzir textos em diferentes gêneros, considerando sua adequação ao contexto de produção e circulação – os enunciadores envolvidos, os objetivos, o gênero, o suporte, a circulação -, ao modo (escrito ou oral; imagem estática ou em movimento etc.), à variedade linguística e/ou semiótica apropriada a esse contexto, à construção da textualidade				relacionada			às propriedades textuais e do gênero), utilizando estratégias de planejamento, elaboração,			revisão,		edição, reescrita/redesign e avaliação de textos, para, com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, corrigir e aprimorar as produções realizadas, fazendo		cortes,	acréscimos, reformulações,			correções		de concordância, ortografia, pontuação em textos e editando imagens, arquivos sonoros, fazendo cortes, acréscimos, ajustes,	acrescentando/alterando efeitos, ordenamentos etc.
	
Produção de textos em diferentes	gêneros jornalístico/midiáticos, considerando		sua adequação ao contexto de produção e circulação.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Produção de textos
	
Planejamento de textos de peças publicitárias	de campanhas sociais
	
PR. EF69LP09.a.6.41
	
Planejar uma campanha publicitária sobre questões/problemas, temas, causas significativas para a escola e/ou comunidade, de forma a considerar todas as etapas desse planejamento.
	
Planejamento de uma campanha publicitária sobre questões/problemas, temas,	causas
significativas.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade
*Considerar todas		as habilidades dos	eixos leitura			e produção que		se
referem	a
textos		ou produções orais,	em
áudio	ou vídeo
	
Produção de textos jornalísticos orais
	
PR. EF69LP10.a.6.42
	Produzir notícias para rádios, TV ou vídeos, podcasts noticiosos e de opinião, entrevistas, comentários, vlogs, jornais radiofônicos e televisivos, dentre outros possíveis, relativos a fato e temas de interesse pessoal, local ou global e textos orais de apreciação e opinião – podcasts e vlogs noticiosos, culturais e de opinião, orientando-se por roteiro ou texto, considerando o contexto de produção e demonstrando domínio dos gêneros, para compreender o seu processo de produção e veiculação nos diferentes suportes.
	
Produção de gêneros orais para diferentes mídias.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade (*Considerar todas		as habilidades dos	eixos leitura			e produção que		se
referem	a
textos		ou produções orais,	em
áudio	ou vídeo)
	
Produção de textos jornalísticos orais
	
PR. EF69LP11.a.6.43
	
Identificar e analisar posicionamentos defendidos e refutados na escuta de interações polêmicas em entrevistas, discussões e debates (televisivo, em sala de aula, em redes sociais etc.), entre outros, para se posicionar frente a eles.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade (*Considerar todas		as habilidades dos	eixos leitura			e produção que		se
referem	a
textos		ou produções orais,	em
áudio	ou vídeo)
	
Planejamento	e produção de textos jornalísticos orais
	
PR. EF69LP12.a.6.44
	
Desenvolver	estratégias	de planejamento, elaboração, revisão, edição, reescrita/ redesign (esses três últimos quando não for situação ao vivo) e avaliação de textos orais, áudio e/ou vídeo, como processo para o desenvolvimento da oralidade, considerando as especificidades dos diferentes gêneros.
	
Desenvolvimento	de
estratégias	de
planejamento, elaboração, revisão,	edição, reescrita/redesign		e avaliação de textos orais, áudio e/ou vídeo.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade
	
Participação	em discussões orais de temas controversos de interesse da turma e/ou de relevância social
	
PR. EF69LP13.a.6.45
	
Engajar-se e contribuir com a busca de conclusões comuns relativas a problemas, temas ou questões polêmicas de interesse da turma e/ou de relevância social, para desenvolver e utilizar o senso crítico, nessa e em outras práticas linguísticas.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Oralidade
	
Participação	em discussões orais de temas controversos de interesse da turma e/ou de relevância social
	
PR.EF69LP14.a.6.46	e	PR. EF69LP15.a.6.46
	
Formular perguntas e decompor, com a ajuda dos colegas e dos professores, tema/questão polêmica, explicações e ou argumentos relativos ao objeto de discussão e apresentar argumentos e contra-argumentos	coerentes, respeitando os turnos de fala, para a participação em discussões sobre temas controversos e/ou polêmicos, expressando-se com clareza, coerência e fluência.
	
Perguntas e decomposição: tema/questão polêmica, explicações	e	ou argumentos relativos ao objeto de discussão; Argumentos e contra- argumentos coerentes, respeitando os turnos da fala.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Análise linguística/ semiótica
	
Forma composicional
	
PR. EF69LP16.a.6.47
	(EF69LP16) Analisar e utilizar as formas de composição dos gêneros jornalísticos da ordem do relatar, da ordem do argumentar e das entrevistas, a fim de compreender a estrutura composicional desses textos.
	Análise e utilização das formas de composição dos gêneros jornalísticos da ordem do relatar, argumentar e das entrevistas.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Análise linguística/ semiótica
	
Estilo linguístico de gêneros
	
PR. EF69LP17.a.6.48
	
(EF69LP17) Perceber e analisar os recursos estilísticos e semióticos dos gêneros jornalísticos e publicitários, para ampliar a capacidade de compreensão desses textos.
	
Gêneros jornalísticos e publicitários: identificação e análise dos recursos estilísticos e semióticos.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Análise linguística/ semiótica
	
Estilo linguístico de gêneros
	
PR. EF69LP18.s.6.49
	
(EF69LP18) Utilizar, na escrita/reescritade textos argumentativos, recursos linguísticos relacionados à coesão e à coerência, para que se garanta a progressão temática nesses textos.
	
Utilização,	na
escrita/reescrita,	dos recursos	linguísticos relacionados à coesão e à coerência.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Jornalístico
/ Midiático
	
Análise linguística/ semiótica
	
Efeito de sentido dos elementos paratextuais
	
PR. EF69LP19.a.6.50
	(EF69LP19) Analisar, em gêneros orais que envolvam argumentação, os efeitos de sentido de elementos típicos da modalidade falada, como a pausa, a entonação, o ritmo, a gestualidade e expressão facial, as hesitações etc., para compreendê-los elementos constituintes do sentido.
	Análise que envolva a argumentação, os efeitos de sentido de elementos típicos da modalidade falada, como: pausa, entonação,	ritmo, gestualidade, expressão facial, as hesitações etc.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Leitura
	
Estratégias	e procedimentos de leitura em textos legais e normativos
	
PR. EF67LP15.s.6.51
	
Identificar, em textos prescritivos, a proibição imposta ou o direito garantido, bem como as circunstâncias de sua aplicação, para compreender o caráter normativo desses textos.
	
Identificação da proibição imposta ou do direito garantido	e	as circunstâncias de sua aplicação em textos prescritivos.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Leitura
	
Contexto		de produção, circulação e recepção de textos e	práticas
relacionadas à defesa de	direitos			e			à participação		social; Relação				entre contexto de produção e		características composicionais						e estilísticas						dos gêneros	(carta			de solicitação, carta de reclamação,	petição on-line, carta aberta, abaixo-assinado, proposta					etc.); Apreciação e réplica
	
PR.	EF67LP16.s.6.52	e	PR. EF67LP17.s.6.52
	
Analisar a forma de organização das cartas de solicitação e de reclamação, a partir do contexto de produção (espaços de reclamação de direitos e de envio de solicitações), como condição para a leitura e compreensão desses textos.
	
Análise da forma de organização das cartas de solicitação e de reclamação a partir do contexto de produção (espaços de reclamação de direitos e de envio de solicitações).
	
	
X
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Leitura
	
Estratégias, procedimentos		de leitura	em	textos reivindicatórios		ou propositivos
	
PR. EF67LP18.s.6.53
	
Identificar o objeto da reclamação e/ou da solicitação e sua sustentação, explicação ou justificativa, de forma a poder analisar a pertinência da solicitação ou justificação.
	
Identificação do objeto da reclamação e/ou da solicitação	e	sua sustentação, explicação ou justificativa.
	
	
X
	
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Produção de textos
	
Estratégia	de produção: planejamento	de textos reivindicatórios	ou propositivos
	
PR. EF67LP19.a.6.54
	Realizar levantamento de questões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações,	reclamações, solicitações que contemplem a comunidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações, como forma de subsídio para posterior produção.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Leitura
	Reconstrução das
condições		de produção e circulação e adequação do texto à	construção composicional e ao estilo de gênero (Lei, código, estatuto, código, regimento etc.)
	
PR. EF69LP20.a.6.55
	
(EF69LP20) Identificar, tendo em vista o contexto de produção, a forma de organização dos textos normativos e legais, de forma a poder compreender o caráter imperativo, coercitivo e generalista das leis e de outras formas de regulamentação.
	
Identificação do contexto de produção e da forma de organização dos textos normativos e legais.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Leitura
	
Apreciação e réplica
	
PR. EF69LP21.a.6.56
	Posicionar-se em relação a conteúdos veiculados em práticas não institucionalizadas de participação social, sobretudo àquelas vinculadas a manifestações artísticas, produções culturais, intervenções urbanas e práticas próprias das culturas juvenis que pretendam denunciar, expor uma problemática ou “convocar” para uma reflexão/ação, de forma a relacionar esse texto/produção com seu contexto de produção e relacionar as partes e semioses presentes para a construção de sentidos.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Produção de textos
	
Textualização, revisão e edição
	
PR. EF69LP22.a.6.57
	
Produzir, revisar e editar textos reivindicatórios ou propositivos sobre problemas que afetam a vida escolar ou da comunidade, levando em conta seu contexto de produção e as características dos gêneros em questão, a fim de justificar pontos de vista, reivindicações e detalhar propostas (justificativa, objetivos, ações previstas etc.).
	
Produção, revisão e edição de textos reivindicatórios e propositivos.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Produção de textos
	
Textualização, revisão e edição
	
PR. EF69LP23.a.6.58
	
Contribuir com a escrita de textos normativos, quando houver esse tipo de demanda na escola, levando em conta o contexto de produção e as características dos gêneros em questão, tanto para a participação crítica em ações escolares quanto para a apreensão da estrutura desses tipos de textos.
	
Contribuição com a escrita de textos normativos, levando em conta o contexto de produção e as características dos gêneros em questão.
	
	
X
	
X
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Oralidade
	
Discussão oral
	
PR. EF69LP24.a.6.59
	
Discutir casos, reais ou simulações, submetidos a juízo, que envolvam (supostos) desrespeitos à legislação vigente, de maneira a facilitar a compreensão de leis, fortalecer a defesa de direitos, fomentar a escrita de textos normativos (se e quando isso for necessário) e possibilitar a compreensão do caráter interpretativo das leis e as várias perspectivas que podem estar em jogo.
	
Caráter interpretativo das leis, a partir das discussões de casos reais ou simulações.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Oralidade
	
Discussão oral
	
PR. EF69LP25.a.6.60
	Posicionar-se de forma consistente e sustentada em uma discussão, assembleia, reuniões de colegiados da escola, de agremiações e outras situações de apresentação de propostas e defesas de opiniões, de maneira a respeitar as opiniões contrárias e propostas alternativas e fundamentar seus posicionamentos, no tempo de fala previsto, valendo-se de sínteses e propostas claras e justificadas.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Oralidade
	
Registro
	
PR. EF69LP26.a.6.61
	
Tomar nota em discussões, debates, palestras, apresentação de propostas, reuniões, como forma de documentar o evento e apoiar a própria fala.
	
Registro como forma de documentar o evento e apoiar a própria fala em: discussões,	debates, palestras,apresentação de propostas e reuniões.
	
	
X
	
X
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Análise linguística/ semiótica
	
Análise	de	textos legais/normativos, propositivos		e reivindicatórios
	
PR. EF69LP27.a.6.62
	Analisar a forma composicional de textos pertencentes a gêneros normativos/ jurídicos e a gêneros da esfera política, e suas marcas linguísticas, de forma a incrementar a compreensão de textos pertencentes a esses gêneros e a possibilitar a produção de textos mais adequados e/ou fundamentados quando isso for requerido.
	
Análise	da forma composicional de textos normativos/jurídicos.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo de Atuação na Vida Pública
	
Análise linguística/ semiótica
	
Modalização
	
PR. EF69LP28.a.6.63
	Observar os mecanismos de modalização adequados aos textos jurídicos, as modalidades deônticas, que se referem ao eixo da conduta (obrigatoriedade/permissibilidade), e os mecanismos de modalização adequados aos textos políticos e propositivos, as modalidades apreciativas, em que o locutor exprime um juízo de valor (positivo ou negativo) acerca do que enuncia, de maneira a compreender e utilizar esses recursos quando necessário.
	
Mecanismos	de modalização adequados aos textos jurídicos, políticos e propositivos.
	
	
X
	
X
	
	Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Curadoria	de informação
	
PR. EF67LP20.a.6.64
	Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidas previamente, usando fontes indicadas e abertas, como forma de iniciação à pesquisa.
	Pesquisa: uso de fontes indicadas e abertas, a partir de recortes e questões definidas previamente.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Produção de textos
	
Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição
	
PR. EF67LP21.a.6.65
	Divulgar resultados de pesquisas por meio de apresentações orais, painéis, artigos de divulgação científica, verbetes de enciclopédia, podcasts científicos etc., como parte do processo de iniciação à pesquisa.
	
Divulgação de resultados de	pesquisas	em apresentações orais.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Produção de textos
	
Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição
	
PR. EF67LP22.a.6.66
	Produzir resumos, a partir das notas e/ou esquemas feitos, com o uso adequado de paráfrases e citações, como estratégia de leitura e estudo de textos didáticos/científicos.
	
Produção de resumos de textos didáticos/científicos.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Oralidade
	
Conversação mediada
	
PR. EF67LP23.a.6.67
	Respeitar os turnos de fala, na participação em conversações e em discussões ou atividades coletivas, na sala de aula e na escola e formular perguntas coerentes e adequadas em momentos oportunos em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc., compreendendo o funcionamento e as necessárias adequações da oralidade às diferentes situações comunicativas.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Oralidade
	
Procedimentos	de apoio		à
compreensão; Tomada de nota
	
PR. EF67LP24.s.6.68
	Tomar nota de aulas, apresentações orais, entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo), identificando e hierarquizando as informações principais, tendo em vista apoiar o estudo e a produção de sínteses e reflexões pessoais ou outros objetivos em questão.
	
Anotação de aulas, apresentações	orais, entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo).
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Textualização; Progressão temática
	
PR. EF67LP25.a.6.69
	
Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica, as marcas linguísticas dessa organização e os mecanismos de paráfrase, de maneira a organizar mais adequadamente a coesão e a progressão temática de seus textos.
	
Reconhecimento	e utilização dos critérios de organização tópica, das marcas linguísticas dessa organização e dos mecanismos de paráfrase.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Textualização
	
PR. EF67LP26.s.6.70
	
Reconhecer a estrutura de hipertexto em textos de divulgação científica e estabelecer relações entre o todo do texto e conceitos apresentados em notas de rodapés ou boxes, de maneira a ampliar as possibilidades de compreensão desses textos.
	
Textos de divulgação científica: estrutura de hipertexto	e
estabelecimento	de relações entre o todo do texto e conceitos apresentados em notas de rodapés ou boxes.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Reconstrução	das
condições	de produção e recepção dos	textos		e adequação do texto à construção composicional e ao estilo de gênero
	
PR. EF69LP29.a.6.71
	Refletir sobre a relação entre os contextos de produção dos gêneros de divulgação científica, os aspectos relativos à construção composicional e às marcas linguísticas características desses gêneros, de forma a ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros.
	
Relação entre os contextos de produção dos gêneros de divulgação científica, dos aspectos relativos à construção composicional e das marcas linguísticas características	desses gêneros.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Relação entre textos
	
PR. EF69LP30.a.6.72
	Comparar, com a ajuda do professor, conteúdos, dados e informações de diferentes fontes, levando em conta seus contextos de produção e referências,		identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder identificar	erros/imprecisões conceituais, compreender e posicionar- se criticamente sobre os conteúdos e informações em questão.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Apreciação e réplica
	
PR. EF69LP31.s.6.73
	Utilizar pistas linguísticas para compreender a hierarquização das proposições, sintetizando o conteúdo dos textos.
	
Pistas	linguísticas	para compreensão		da
hierarquização	das proposições.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	Estratégias			e procedimentos		de leitura; Relação do verbal	com	outras semioses; Procedimentos			e gêneros de apoio à compreensão			/
sumarização	de informações
	
PR. EF69LP32.a.6.74
	Selecionar informações e dados relevantes de fontes diversas (impressas, digitais, orais etc.), para avaliar a qualidade e a utilidade dessas fontes, e organizar, esquematicamente, com ajuda do professor, as informações necessárias com ou sem apoio de ferramentas digitais, em quadros, tabelas ou gráficos.
	
Seleção de informações e dados relevantes de fontes diversas.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Estratégias			e procedimentos		de leitura; Relação do verbal	com	outras semioses; Procedimentos			e gêneros de apoio à compreensão
	
PR. EF69LP33.s.6.75
	Articular o verbal com os esquemas, infográficos, imagens variadas etc. na (re)construção dos sentidos dos textos de divulgação científica e retextualizar do discursivo para o esquemático – infográfico, esquema, tabela, gráfico, ilustração etc. – e, ao contrário, transformar o conteúdo das tabelas, esquemas,infográficos, ilustrações etc. em texto discursivo, como forma de ampliar as possibilidades de compreensão desses textos e analisar as características das multissemioses e dos gêneros em questão.
	
Articulação do verbal com os esquemas, infográficos, imagens variadas etc; Retextualização	do
discurso	para		o esquemático: infográfico, esquema, tabela, gráfico, ilustração		etc;
Transformação	do conteúdo das tabelas, esquemas, infográficos, ilustrações etc, em texto discursivo.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Leitura
	
Estratégias			e procedimentos		de leitura; Relação do verbal	com	outras semioses; Procedimentos			e gêneros de apoio à compreensão
	
PR. EF69LP34.s.6.76
	
Grifar as partes essenciais do texto, tendo em vista os objetivos de leitura, produzir marginálias (ou tomar notas em outro suporte), sínteses organizadas em itens, quadro sinóptico, quadro comparativo, esquema, resumo ou resenha do texto lido (com ou sem comentário/análise), mapa conceitual, dependendo do que for mais adequado, como forma de possibilitar uma maior compreensão do texto, a sistematização de conteúdos e informações e um posicionamento frente aos textos, se esse for o caso.
	
Produção: marginálias, sínteses organizadas em itens, quadro sinóptico e quadro	comparativo, esquema, resumo ou resenha do texto lido e mapa conceitual.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Produção de textos
	
Condições		de produção de textos de	divulgação científica			e
estratégias de escrita: textualização, revisão e edição
	
PR.EF69LP35.a.6.77	e	PR. EF69LP36.a.6.77
	
Planejar textos de divulgação científica, a partir da elaboração de esquema que considere as pesquisas feitas anteriormente, de notas e sínteses de leituras ou de registros de experimentos ou de estudo de campo, produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas, tendo em vista seus contextos de produção e as regularidades dos gêneros em termos de suas construções composicionais e estilos, tanto para disponibilização de informações e conhecimentos quanto como forma de potencializar o estudo e as pesquisas.
	
Planejamento de textos de divulgação	científica; Produção, revisão e edição de textos voltados para a divulgação		do
conhecimento;
Dados	e	resultados	de pesquisas.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Produção de textos
	
Estratégias	de produção
	
PR.EF69LP37.s.6.78
	
Produzir roteiros para elaboração de vídeos de diferentes tipos (vlog científico, vídeo-minuto, programa de rádio, podcasts) para divulgação de conhecimentos científicos e resultados de pesquisa, tendo em vista seu contexto de produção, os elementos e a construção composicional dos roteiros.
	
Produção de roteiros para elaboração de vídeos de diferentes tipos.
	
	
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Oralidade
	
Estratégias	de produção: planejamento		e
produção	de apresentações orais
	
PR.EF69LP38.a.6.79
	
Organizar em painéis ou slides os dados e informações pesquisados, ensaiar a apresentação e proceder à exposição oral de resultados de estudos e pesquisas, no tempo determinado, a partir do planejamento e da definição de diferentes formas de uso da fala (memorizada, com apoio da leitura ou fala espontânea), como forma de demonstrar o aprendizado e como exercício de oralidade.
	
Organização em painéis ou slides de dados e informações pesquisados; Ensaio da apresentação e procedimentos à exposição oral de resultados de estudos e pesquisas.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Oralidade
	
Estratégias	de produção
	
PR.EF69LP39.a.6.80
	
Definir o recorte temático da entrevista e o entrevistado, levantar informações sobre o entrevistado e sobre o tema da entrevista, elaborar roteiro de perguntas, realizar entrevista, a partir do roteiro, tomar nota, gravar ou salvar a entrevista e usar adequadamente as informações obtidas, de acordo com os objetivos estabelecidos, para cumprir as exigências que o gênero requer.
	
Entrevista: definição do recorte	temático, levantamento		de informações sobre o entrevistado e sobre o tema da entrevista, elaboração de roteiro de perguntas e realização de entrevistas.
	
	
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Construção composicional; Elementos paralinguísticos	e cinésicos; Apresentações orais
	
PR.EF69LP40.a.6.81
	Analisar, em gravações de seminários, conferências rápidas, trechos de palestras, dentre outros, a construção composicional dos gêneros de apresentação,	os	elementos paralinguísticos e cinésicos, para melhor performar apresentações orais no campo da divulgação do conhecimento.
	
Gêneros de apresentação: construção composicional, elementos paralinguísticos e cinésicos.
	
	
X
	
X
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Usar adequadamente ferramentas de apoio a apresentações orais
	
PR.EF69LP41.a.6.82
	
Usar adequadamente ferramentas de apoio a apresentações orais, como forma de organização das informações e cuidado estético na exposição.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Construção composicional		e estilo;	Gêneros	de divulgação científica
	
PR.EF69LP42.a.6.83
	
Analisar a construção composicional dos textos pertencentes a gêneros relacionados à divulgação de conhecimentos, como forma de ampliar suas capacidades de compreensão e produção de textos nesses gêneros.
	
Construção composicional dos textos pertencentes a gêneros relacionados à divulgação	de
conhecimentos.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa
	
Análise linguística/ semiótica
	
Marcas	linguísticas Intertextualidade
	
PR.EF69LP43.a.6.84
	
Identificar e utilizar os modos de introdução de outras vozes no texto e os elementos de normatização em textos científicos, para desenvolver reflexão sobre o modo como a intertextualidade e a retextualização ocorrem nesses textos.
	
Modos de introdução de outras vozes e os elementos	de
normatização em textos científicos.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Relação entre textos
	
PR.EF67LP27.a.6.85
	Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas, referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos, como parte do processo de leitura e apreensão das sutilezas da linguagem literária.
	
Referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos, entre textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Estratégias de leitura; Apreciação e réplica
	
PR.EF67LP28.a.6.86
	Ler, de forma autônoma, e compreender, gêneros da esferaliterária adequados a esta etapa, selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes, no intuito de expressar avaliação sobre o texto lido e estabelecer preferências por gêneros, temas, autores.
	
Leitura e compreensão dos gêneros da esfera literária adequados a esta etapa, selecionando procedimentos		e estratégias adequados a diferentes		objetivos	e levando	em	conta características dos gêneros e suportes.
	
X
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução da textualidade; Efeitos de	sentidos
provocados pelos usos de recursos linguísticos	e multissemióticos
	
PR.EF67LP29.a.6.87
	
Identificar, em texto dramático, personagem, ato, cena, fala e indicações cênicas e a organização do texto: enredo, conflitos, ideias principais, pontos de vista, universos de referência, como condição para efetiva compreensão desse texto.
	
Texto	dramático: identificação		de personagem, ato, cena, fala e indicações cênicas; organização do texto.
	
	
X
	
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Produção de textos
	
Construção	da textualidade; Relação entre textos
	
PR.EF67LP30.a.6.88
	
Criar narrativas ficcionais que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, de modo a demonstrar domínio dos elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido.
	
Criação de narrativas ficcionais que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia.
	
X
	
X
	
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Produção de textos
	
Construção	da textualidade; Relação entre textos
	
PR.EF67LP31.a.6.89
	Criar poemas compostos por versos livres e de forma fixa (como quadras e sonetos), utilizando recursos visuais, semânticos e sonoros, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poema visual) e outros recursos visuais e sonoros, como parte do processo de apropriação das características estéticas desse tipo de textos e como fruição.
	Criação de poemas compostos por versos livres e de forma fixa, como: quadras e sonetos, com a utilização de recursos visuais, semânticos e sonoros, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poema visual) e recursos visuais e
sonoros.
	
X
	
X
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
212
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução das
condições		de produção, circulação e	recepção; Apreciação e réplica
	
PR.EF69LP44.a.6.90
	Inferir a presença de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes visões de mundo, em textos literários, de forma a reconhecer nesses textos formas de estabelecer múltiplos olhares sobre as identidades, sociedades e culturas e considerando a autoria e o contexto social e histórico de sua produção.
	Textos	literários: identificação da presença de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes visões de mundo, de forma a reconhecer nesses textos formas de estabelecer múltiplos olhares sobre as identidades, sociedades e
culturas.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução das
condições		de produção, circulação e	recepção; Apreciação e réplica
	
PR.EF69LP45.a.6.91
	Posicionar-se criticamente em relação a textos que apresentam e avaliam obras literárias e outras manifestações artísticas (cinema, teatro, exposições, espetáculos, CD´s, DVD´s etc.), para diferenciar as sequências descritivas e avaliativas e reconhecê-los como gêneros que apoiam a escolha do livro ou produção cultural e consultando-os no momento de fazer escolhas, quando for o caso.
	
Sequências descritivas e avaliativas de textos que apresentam e avaliam obras literárias e outras manifestações artísticas, com	posicionamento crítico.
	
	
X
	
X
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução das
condições		de produção, circulação e	recepção; Apreciação e réplica
	
PR.EF69LP46.a.6.92
	Participar de práticas de compartilhamento de leitura/recepção de obras literárias/ manifestações artísticas, apresentando, quando possível, comentários de ordem estética e afetiva, para a socialização de leituras e como prática inerente ao multiletramento.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução da
textualidade	e
compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos	e multissemióticos
	
PR.EF69LP47.a.6.93
	
Analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, como forma de apreensão da estrutura composicional de cada gênero literário e também fruição.
	
Textos	narrativos ficcionais: as diferentes formas de composição próprias de cada gênero.
	
X
	
X
	
X
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Reconstrução da
textualidade	e
compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos	e multissemióticos
	
PR.EF69LP48.a.6.94
	
Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc.), semânticos (figuras de linguagem, por exemplo), gráfico- espacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal, como forma de apropriação desse tipo de texto literário e sensibilização para o estético.
	
Poemas: efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos	sonoros
(estrofação,	rimas,
aliterações		etc); semânticos (figuras de linguagem);	Gráfico- espacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal.
	
X
	
X
	
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Leitura
	
Adesão às práticas de leitura
	
PR.EF69LP49.a.6.95
	
Envolver-se na leitura de livros de literatura e acessar outras produções culturais do campo que representem um desafio em relação às possibilidades atuais e experiências anteriores de leitura, apoiando-se nas marcas linguísticas, nos conhecimentos sobre os gêneros e a temática e nas orientações dadas pelo professor, de forma a romper com o universo de expectativas, demonstrando interesse e envolvimento.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Produção de textos
	
Relação entre textos; Retextualização de um gênero em outro
	
PR.EF69LP50.a.6.96
	
Elaborar texto teatral, a partir da adaptação de textos ficcionais lidos, de modo a evidenciar a apropriação da estrutura composicional desse gênero e apresentar coerência estilística.
	
Elaboração de texto teatral, a partir da adaptação de textos ficcionais lidos.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Produção de textos
	
Consideração	das
condições		de produção; Estratégias de	produção: planejamento, textualização		e revisão/edição
	
PR.EF69LP51.a.6.97
	Participar dos processos de planejamento, textualização, revisão/ edição e reescrita, tendo em vista as restrições temáticas, composicionais e estilísticas dos textos pretendidos e as configurações da situação de produção
– o leitorpretendido, o suporte, o contexto de circulação do texto, as finalidades etc., de forma a engajar-se ativamente,	considerando	a imaginação, a estesia e a verossimilhança próprias ao texto literário.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Oralidade
	
Produção de textos orais; Representação teatral
	
PR.EF69LP52.a.6.98
	Representar cenas ou textos dramáticos, considerando, na caracterização dos personagens, os aspectos linguísticos e paralinguísticos das falas (timbre e tom de voz, pausas e hesitações,	entonação	e expressividade, variedades e registros linguísticos), os gestos e os deslocamentos no espaço cênico, o figurino e a maquiagem e executar as rubricas indicadas pelo autor, as quais podem envolver o cenário, a trilha sonora e a exploração dos modos de interpretação, como forma de trabalhar a expressividade artística e ampliar a compreensão do texto dramático.
	
Representação de cenas ou textos	dramáticos: caracterização		dos personagens, os aspectos linguísticos			e
paralinguísticos das falas, o figurino, a maquiagem, as rubricas indicadas pelo autor.
	
	
X
	
X
	
	CAMPOS DE
ATUAÇÃO
	PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
	OBJETOS DE CONHECIMENTO
	
CÓDIGOS
	
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	
CONTEÚDO(S)
	1º TRI.
	2º TRI.
	3º TRI.
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Oralidade
	
Produção de textos orais; Oralização de textos literários
	
PR.EF69LP53.a.6.99
	Ler em voz alta textos literários diversos, contar/recontar histórias tanto da tradição oral quanto da tradição literária escrita, gravando essa leitura ou esse conto/reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais e ler e/ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de forma fixa, como forma de expressividade e apreensão do conteúdo e dos aspectos estéticos dos textos.
	
"Objetivo	essencialmente procedimental
(metodologia)”.
	
	
	
	
	
Campo Artístico- Literário
	
Análise linguística/ semiótica
	
Recursos linguísticos e semióticos que operam nos textos pertencentes aos gêneros literários
	
PR.EF69LP54.a.6.100
	
Analisar os efeitos de sentido decorrentes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos paralinguísticos e cinésicos, de modo a compreender a função desses elementos e recursos na construção dos efeitos estéticos nos textos literários.
	
Efeitos de sentido decorrentes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos paralinguísticos e cinésicos, nos textos literários.
	
X
	
X
	
X
	
04 - ESTRATÉGIAS DE ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA. 
Ao educar não resta dúvida de que se busca o conhecimento preciso, a prática pedagógica perfeita e eficaz. Dessa forma, pode-se entender o trabalho do professor como um projeto de grande empreendimento que envolve diversas etapas e diversos ingredientes onde figuram os sonhos, as fantasias, a realidade, os projetos individuais e coletivos. Por isso, para que ocorra realmente uma prática competente em sala de aula deve ser o resultado de discussões, críticas e contribuições de toda a comunidade escolar, apresentando assim resultados positivos de seu trabalho, sem se impor, mas mostrando a sua competência. Que os professores comecem a olhar os trabalhos de seus alunos com um novo olhar e avaliá-los de maneira diferente, valorizando a realidade e o conhecimento do próprio aluno e que nesse processo de produção textual e de leituras críticas é fundamental o papel do professor como mediador competente, capaz de proporcionar condições essenciais para o educando posicionar-se diante dos valores veiculados pelo texto e se expressar com clareza sua ideia tanto por escrito quanto na oralidade e que isso possibilite agir como cidadão consciente de seu papel na sociedade em que está inserido.( MACHADO, 2000, p.07)
Dessa forma, a escola possui uma tarefa fundamental: a de ensinar a ler e escrever e a de possibilitar que o aluno se aproprie do saber acumulado historicamente. Para tanto, é necessário possibilitar a discussão, dar voz aos alunos, valorizar as experiências e conhecimentos que os alunos possuem. Os discursos não podem ser entendidos somente como resultados sem estar num contexto social, pois são formados por diferentes vozes que representam contradições, privilegiando durante todo o processo a aquisição e aprimoramento da língua materna, considerando como ponto de partida a dimensão dialógica da linguagem, entre os diferentes falares bem como a norma culta, entendendo a necessidade do uso em diferentes contextos sociais. A língua será tratada de forma dinâmica, por meio de leitura, de oralidade e de escrita que são as práticas que efetivam o discurso e serão trabalhados conteúdos como: Na análise linguística, os encaminhamentos pedagógicos terão como parâmetro a língua como interação, na d imensão discursiva - textual, criando oportunidades para a reflexão, a construção para as hipóteses a partir da leitura e da escrita de diversos textos, como subsídio para a compreensão de como a língua funciona, sendo que a nomenclatura gramatical ocorrerá após uma variedade de experiências de interação com o texto. (ALMEIDA, 2002) 
Destacando que na ação pedagógica deve ser contemplada a intertextualidade para que o aluno elabore os seus significados, confrontando-os com o seu próprio saber, com a sua experiência de vida ampliando a sua visão de mundo de forma crítica. A análise linguística estará subjacente as práticas discursivas: oralidade, escrita e leitura observando o uso da linguagem formal e informal, a ampliação lexical, a percepção dos efeitos de sentidos causados pelo uso de recursos linguísticos e estilísticos, as relações estabelecidas pelo uso de operadores argumentativos e modalizadores, bem como as relações semânticas entre as partes do texto (causa, tempo, comparação, etc.). Em relação a leitura serão observados a leitura não linear; linguagem não verbal dialogando com textos verbais ( fotos, imagens, gráficos) variedades linguísticas, progressão referencial, intencionalidade, tema, intenções do texto, finalidade, intertextualidade, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade, contextualizar a produção: suporte/fonte, interlocutores, finalidade, época, fazer relações do tema com o contexto atual; oportunizar a socialização das ideias dos alunos sobre o texto, também será estimulas leituras que suscitem no reconhecimento do estilo, que é próprio de cada gênero. Para o aluno serão oportunizados diferentes gêneros textuais produzidos em diversas esferas sociais de circulação: jornalísticas, literária/artística, escolar, imprensa, judiciária, científica, didático-pedagógica, cotidiana, midiática, política, publicitária, produção e consumo, etc. (SOARES,2002, p.173) 
Também as linguagens não-verbais: fotos, cartazes, propagandas, imagens digitais e virtuais, figuras que povoam com intensidade crescente do universo cotidiano dos alunos. Sendo que as leituras, as análises, as interpretações de textos abrangendo diferentes gêneros textuais, terá como parâmetro a dimensão dialógica discursiva, intertextual com o objetivo de propiciar o desenvolvimento de uma atitude crítica que leva o aluno a perceber o sujeito presente nos textos e, ainda, tomar uma atitude responsiva diante deles. Refletindo e analisando os seguintes aspectos: • as particularidades (lexicais, sintáticas e textuais) do texto em registro formal e do texto em registro informal; 	Comment by Autor desconhecido: Essa é uma citação direta ou paráfrase?
• A repetição de palavras (que alguns gêneros permitem) e o efeito produzido;
 • O efeito de uso das figuras de linguagem e de pensamento (efeitos de humor, ironia, ambiguidade, exagero, expressividade, etc.);
 • léxico; 
• Progressão referencial no texto;
• Os discursos, direto, indireto e indireto livre na manifestação das vozes que falam no texto.
 • Os discursos,direto, indireto e indireto livre na manifestação das vozes que falam no texto; 
• Encaminhe discussões e reflexões sobre: tema, finalidade, intenções, intertextualidade, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade, temporalidade, vozes sociais e ideologia; 
• Utilize textos verbais diversos que dialoguem com não-verbais, como gráficos, fotos, imagens, mapas e outros. Já na escrita, serão trabalhados os gêneros textuais, a partir das experiências individuais e coletivas, oportunizando vários momentos como instrumento de envolvimento: motivação, reflexão, revisão e a sua estruturação, permitindo a ampliação de uso de linguagens verbais e não-verbais pelo contato direto com a diversidade textual. Por meio do texto dos alunos, num trabalho de reescrita do texto ou de partes do texto, planeje a produção textual a partir da delimitação do tema, do interlocutor, do gênero, da finalidade. O professor pode selecionar atividades que reflitam e analisam os aspectos:
• Marcas linguísticas, elementos formais e composicionais dos gêneros, produção de textos, gramática context ualizada, variedades linguísticas, entre outros; 
• Discursivos (argumentos, vocabulário, grau de formalidade do gênero); 
• Textuais (coesão, coerência, modalizadores, operadores argumentativos, ambiguidades, intertextualidade, processo de referenciação); 
• Estruturais (composição do gênero proposto para a escrita/oralidade) estruturação de parágrafos; 
• Normativos: ortografia, regência nominal e verbal, sintaxe, vícios de linguagem; 
• Valor sintático e estilístico dos modos e tempos verbais; 
• Função das classes gramaticais como elementos do texto;
 • Os discursos, direto, indireto e indireto livre na manifestação das vozes que falam no texto; 
• Perífrases verbais; 
• Heterogenêricos, heterosemânticos e heterotônicos dentro dos conteúdos trabalhados; 
• A pontuação e seus efeitos de sentido; 
• Acentuação gráfica. Na oralidade serão realizadas atividades que permitam ao aluno conhecer e usar a norma padrão, trabalhando o bidialetalismo para promover também o diálogo entre as diferentes falares, considerando os diversos contextos, construindo o seu conhecimento, também estimule a contação de histórias de diferentes gêneros, utilizando-se dos recursos extralinguísticos, como entonação, pausas, expressão facial e outros, também será propiciado análise e comparação dos recursos veiculados em diferentes fontes como jornais, emissoras de TV, emissoras de rádio, etc., a fim de perceber a ideologia dos discursos dessas esferas. Refletindo e analisando os seguintes aspectos:
 • Intencionalidade,
 • Finalidade do texto oral, 
• Elementos extralinguísticos,
 • Variedades linguísticas e adequação de linguagem ao contexto de uso;
 • Diferentes registros; grau de formalidades em relação ao gênero discursivo; 
• Procedimentos e as marcas linguísticas típicas da conversação; 
• Diferenças (lexicais sintáticas e discursivas que caracterizam a fala formal e a informal); 
• Coesão e coerência usadas conforme o grau de formalidade. Em relação à leitura e a escrita partindo das sugestões de Antunes (2007, p. 134), ressaltam-se algumas propostas que focaliza o texto como parte da atividade discursiva, tais como análise:
 • Dos recursos gráficos e efeitos de uso, como: aspas, travessão, negrito, itálico, sublinhado, parênteses, etc.; 
• Da pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto;
 • O papel sintático e estilístico dos pronomes na organização, retomadas e sequenciação do texto; 
• Do valor sintático e estilístico dos modos e tempos verbais em função dos propósitos do texto, estilo composicional e natureza do gênero discursivo; 
• Do efeito do uso de certas expressões que revelam a posição do falante em relação ao que diz – expressões modalizadoras (Ex.: felizmente, comovedoramente, etc.);
 • Da associação semântica entre as palavras de um texto e seus efeitos para coesão e coerência pretendidas; 
• Dos procedimentos de concordância verbal e nominal; 
• Da função da conjunção, das preposições, dos advérbios na conexão do sentido entre o que vem antes e o que vem depois em um texto. Quanto a literatura é importante o trabalho das estruturas de apelo, demonstrando que não é qualquer interpretação que cabe à literatura, mas aquelas que o texto permite; as marcas linguísticas devem ser consideradas na leitura literária; elas também asseguram que as estruturas de apelo sejam respeitadas. Refletindo e analisando os seguintes aspectos: 
• Leitura de textos poéticos, 
• Estimulando a sensibilidade estética, fazendo uso, para isso, de um instrumento imprescindível e, sem dúvida, eficaz: a leitura expressiva; 
• De forma adequada à série ou ao nível do aluno e conforme a intencionalidade, o professor oportunizará ao aluno a experiência, na leitura, escrita e oralidade, com novos gêneros e novas formas de expressão, como desenho, dramatização, novos poemas, aprimorando a compreensão, interpretação e análise;
 • Análise contextualizada da obra, no momento desua produção e no momento de sua recepção (sem ficar preso à historicidade) Os conteúdos devem ser trabalhados de uma forma contextualizada, mantendo uma coerência dos fundamentos teóricos propostos, utilizando o discurso como pratica social, sendo uma ferramenta essencial para possibilitar que o aluno transite nas análises linguísticas, nas práticas discursiva (oralidade, leitura e escrita) com competência. (MARCUSCHI 2004, p.18).
Os discursos não podem ser entendidos somente como resultados sem estar num contexto social, pois são formados por diferentes vozes que representam contradições, privilegiando durante todo o processo a aquisição e aprimoramento da língua materna, considerando como ponto de partida a dimensão dialógica da linguagem, entre os diferentes falares bem como a norma culta, entendendo a necessidade do uso em diferentes contextos sociais. Entendendo que a vivência na escola e fora dela são constituídas por ações e interações que configuram, todas elas, o desenvolvimento do aluno, o mesmo apresenta um conhecimento que se constitui por estratégias específicas, que se modificam, inclusive, em função dos conteúdos aprendidos. Para que o conhecimento se construa, há duas condições necessárias. Primeiramente, que a nova informação seja passível de ser compreendida pelo educando, ou seja, precisa haver uma ligação possível entre aquilo que ele já sabe e o que vai aprender. Em segundo lugar, que se estabeleça uma relação ativa do aluno com o conteúdo a ser aprendido. Do ponto de vista cognitivo, os conteúdos precisam ser organizados e integrados ao conhecimento prévio que possui. Pois, somente as situações que problematizam o conhecimento levam a aprendizagem, portanto, não pode ser qualquer proposta ou qualquer interação que a promovam. Toda atividade que o aluno receber em sala de aula precisa ter uma intenção clara, o objetivo deve estar explicitado para o professor e para o aluno. 	Comment by Autor desconhecido: Autoria?
A aprendizagem faz parte de um processo múltiplo, o aluno utiliza estratégias diversas para aprender, com variações de acordo com o período de desenvolvimento. Assim, todas as estratégias são importantes, não são mutuamente exclusivas e vão encontrar o seu significado na própria relação dos indivíduos entre si e deles com o meio. Os recursos didático-pedagógicos e tecnológicos utilizados serão: elaboração de um guia com os conteúdos de recursos disponíveis na escola: livros, dicionários, computadores, sites que possam ser utilizados pelos alunos no processo ensino- aprendizagem; as dinâmicas de grupo (exposição dialogada, leitura de mundo, leitura orientada de textos, pesquisa sobre o tema, trabalhos em grupo, palestras, análises de vídeos ou filmes, discussão, debates, trabalhos no laboratório de informática, uso de recursos áudio visuais como por exemplo, criação de slides ensino com pesquisa, entrevistas; palavras cruzadas; caça palavras e afins, pintura, análise de textos,de documentários de filmes, produção de resenha, resumos, estudos comparativos, seminário, uso do painel como forma de aplicação do conhecimento, para despertar o interesse como estimulo para o trabalho em grupo, trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver o jornal da escola ou da sala, desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem. (ARROYO 2004, p. 219)
 O mais importante é que serão utilizados os trabalhos com elaboração de hipóteses, pesquisa, análise e sistematização dos conhecimentos escrita individual e em grupo. Pois, é necessário que as informações sejam trabalhadas conjuntamente em várias situações de aprendizagem, de modo que o aluno possa estabelecer relações, comparar, diferenciar, experimentar, analisar, atribuir significado e sistematizar os conceitos envolvidos num processo contínuo de (re) construção do conhecimento (Piaget, 1977). 
Os suportes que serão utilizados para os encaminhamentos dos conteúdos serão: quadro de giz, cartazes, músicas, livros didáticos, recursos multimídia, por exemplo, televisão, celulares, rádio, jornais, revistas, gibis e livros literários entre outros. Para que ocorra aprendizagem, necessita-se retomar o conteúdo em momentos diferentes, oportunizando desta forma a recuperação dos conteúdos não aprendidos, pois o domínio de um conteúdo dá-se ao longo do tempo. Trabalhar muitas vezes o mesmo conteúdo, de formas diferentes promove a ampliação progressiva dos conceitos e assim o aluno estará construindo o seu conhecimento. Vale salientar, que a Lei 11.645/08, referente à História Afro-brasileira e Africana e Indígena, Educação Ambiental (Lei nº 0.795/99), Educação Fiscal (Portaria nº 413/02), Inclusão Social, Educação para o Campo, História do Paraná (Lei nº 13.381/01), os Desafios Educacionais Contemporâneos serão trabalhados paralelamente aos conteúdos de maneira interdisciplinar. Também serão contemplados sempre que se fizerem necessários em sala em aula.	Comment by Autor desconhecido: Esse trecho está igual à versão anterior
Para a História e Cultura africana, afro-brasileira deve-se fazer a desconstrução dos estereótipos criados ao longo dos anos sobre os negros no Brasil. Para uma nova construção baseada no respeito dos direitos humanos e a convivência pacifica nas relações étnico-raciais que precisa se desenvolver estratégias que envolvam a problematização. Para a implementação da Lei Federal Nº 10.639 de 09 de janeiro de 2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96 estabelecendo a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, que trata da educação cultural/racial em nosso País deve-se suscitar reflexões através de leituras de textos informativos, pesquisa em livros, revistas, Internet, gráfico de linha do tempo (estando conectada ao contexto histórico estudado e levar em conta datas, interpretações e explicações históricas a partir de evidências), comparar a fonte histórica com histórias em quadrinhos, editoriais, reportagens, sobre as representações sociais negativas colocadas a população negra por meio de estigmas e estereótipos, abordando particularmente a questão da educação étnico-racial no espaço escolar, após as reflexões realizadas elaborar murais informativos, artigos de opinião, exposição dos benefícios que a cultura trouxe para o nosso país. Desta forma, o ensino sobre a história da África e a cultura afro-brasileira contribuirá para conhecer a história da educação do negro brasileiro, em seus aspectos de exclusão, resistência e inclusão, com o exercício de seus direitos Quanto a História do Paraná será promovido atividades que contribuam com a construção de uma identidade paranaense, voltadas para os “personagens”, destacando as autoridades, tanto nacionais como estaduais, evidenciando a presença de um ensino regional na cultura escolar. A abordagem metodológica em relação a Lei 11.645/08, referente à História Afro-brasileira e Africana e Indígena, Educação Ambiental ( Lei nº 0.795/99), Educação Fiscal (Portaria nº 413/02), Inclusão Social, Educação para o Campo, História do Paraná (Lei nº 13.381/01), os Desafios Educacionais Contemporâneos a História e Cultura africana, afro-brasileira, indígena as estratégias devem possibilitar a interdisciplinaridade e a valorização do contexto do aluno, pois almeja a ação de todos na estrutura contraditória e aberta de uma comunidade historicamente situada. 
05- DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS / LEGISLAÇÕES OBRIGATÓRIAS NO CURRÍCULO DA LÍNGUA PORTUGUESA 
Os desafios contemporâneos estão presentes no currículo escolar, sendo que alguns são obrigatórios por questão de legislação, por meio do trabalho docente, devem gerar o interesse em analisar, refletir, promovendo a discussão e a verificação de como estes desafios, permeados ao meio social, podem ser trabalhados de forma didática na escola e colaborar para que os estudantes compreendam os conceitos da Língua Portuguesa e possam utilizá-los de forma efetiva e eficiente. Apesar destes desafios causarem diferentes sensações tanto nos professores quanto nos alunos e também em toda a comunidade escolar, é necessário que o trabalho organizado e sistematizado destes temas possa inferir resultados positivos quanto a sua compreensão e consequente aplicação no meio social em que vivemos. De acordo com a legislação educacional que pauta a elaboração desta PPC de Língua Portuguesa, sem destaque em ano e período letivo, mas de forma ampla e geral, optou-se pela apresentação mais detalhada dos seguintes desafios contemporâneos: (LIBÂNEO, 2001, p. 115)	Comment by Autor desconhecido: Citação direta ou paráfrase?
 A - Direitos Humanos: esse desafio contemporâneo deve ser desenvolvido com base no processo de estudo do meio social em que vivem os alunos, abordando conteúdos ligados ao campo do trabalho, da saúde e da educação. De forma isolada ou interdisciplinar, os direitos humanos permeiam os conhecimentos ligados ao progresso das atuais sociedades em razão do crescimento ocorrido em diversas áreas como é o caso da tecnologia. As atividades envolvem a pesquisa e a apresentação dos resultados obtidos, promovendo a interação entre os saberes que os alunos já possuem e os que eles pesquisaram sobre a temática. 
B - Sexualidade: o tema sexualidade foi abordado no item de transição entre o 5º e o 6º ano em razão das mudanças ocasionadas pela adolescência, mas pode ser retomada em outras turmas no que que se refere aos cuidados que devem ser tomadas numa gravidez Comentado [Autor des12]: Autoria. Texto encontrado em outras PPCs. precoce e indesejada, em contato com DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) dentre outros problemas que fazem parte desta fase da vida. O tema pode ser explorado em conjunto com outras disciplinas como a Ciências e as atividades poderão envolver palestras, uso de filmes orientativos, documentários com adolescentes grávidas, dentre outras abordagens.
C - Gênero e Diversidade Sexual: dois temas muito atuais que merecem uma atenção não apenas por parte dos professores, como também da equipe pedagógica das escolas. As questões de gênero e a diversidade sexual são temas constantemente abordados pela mídia em reportagens, matérias jornalísticas e outras formas de registro midiático. Essa abordagem pode ser aproveitada na escola e trabalhada a partir de rodas de conversa, debates, discussões, elaborações de materiais audiovisuais para exposição na escola (cartazes e painéis). O tema pode ser desenvolvido em todos os anos finais do Ensino Fundamental e deve estar pautado no rigor científico e não no senso comum, evitando dessa forma, maiores problemas para a escola e para o professor em razão da abordagem desse assunto na sala de aula, assunto esse que ainda está carregado de uma alta carga de preconceito e de nãoaceitaçãopela sociedade tradicional.
 D - Violências: as violências, quer sejam quaisquer tipo de violência (criança, mulher, idoso, trânsito, dentre outros), devem ser abordadas partindo de dados reais e de pesquisas realizadas por órgãos oficiais. As reportagens, os gráficos, as tabelas, os jornais impressos, as reportagens de telejornais, dentre outros materiais, podem compor o material de apoio ao estudo desse desafio contemporâneo. As atividades deverão prever a interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento, promovendo rodas de conversa, discussões guiadas, debates orientados, entrevistas, dentre outras formas de abordagem pedagógica. O registro escrito também é importante para a formulação de ideias e de fatos, em todas as disciplinas e em todas as etapas do ensino fundamental.
 E - Questões ambientais: as questões ambientais estão diretamente ligadas ao objeto de estudo da disciplina, principalmente no que se refere aos conteúdos socioambientais que fazem parte do rol de conteúdos da disciplina de língua Portuguesa. As atividades com esse desafio contemporâneo devem ser desenvolvidas de forma mais prática e menos teórica. Projetos de reciclagem, de coleta seletiva do lixo, do destino correto de resíduos de agrotóxicos, utilização racional da água e dos combustíveis fósseis, a utilização de formas alternativas de produção de energia elétrica, dentre outros assuntos são exemplos de projetos que podem ser desenvolvidos no ambiente escolar. As visitas orientadas, excursões em locais previamente definidos em conjunto com os alunos, a organização de passeios para visitação de experiências exitosas ligadas ao meio ambiente, são alguns dos exemplos de atividades práticas que podem ser desenvolvidas a partir da exploração deste desafio transversal. Em todas essas atividades deve-se ter o foco no ambiente e na produção textual escrita e oral, para nortear os estudos e as atividades complementares. 
F - Drogadição (lícita e ilícita): este desafio contemporâneo deve estar permeando as atividades ao longo do ensino fundamental, buscando acima de tudo, parcerias que possam ser utilizadas como suporte no trabalho com as drogas em nossa sociedade. Atualmente, o ambiente escolar é um dos alvos mais fáceis para a inserção de drogas. Muitos jovens já fazem uso das drogas lícitas (cigarro e álcool) em razão das tradições familiares e passam para o uso das drogas ilícitas sem muito esforço e dedicação por parte dos traficantes. Muitos jovens são aliciados pelo tráfico de drogas para desenvolver suas atividades dentro das escolas, sendo que a temática drogas e violência podem ser abordadas de forma concomitante e conjunta. As palestras com pessoas ligadas ao assunto e outras formas de abordagem da temática podem ser utilizadas pela escola no desenvolvimento desse assunto, despertando principalmente a consciência de não fazer uso de drogas e também de resistir ao primeiro apelo de uso. A orientação e a prevenção devem ser os fios condutores deste trabalho, que não se esgota na disciplina de Língua Portuguesa, mas que se estende de forma interdisciplinar em todas as disciplinas do currículo escolar. 
G - Consumo: o consumismo desenfreado e as tendências alimentares desse período histórico é o foco de trabalho e de exploração desse desafio contemporâneo. A disciplina de Língua Portuguesa explora a Persuasão e também a transformação dos ambientes, por isso, tem um vasto campo de trabalho e de exploração dessa temática. As atividades desenvolvidas devem ser organizadas a partir de questionamentos dos alunos e de dados estatísticos que poderão ser apresentados aos alunos para avaliação e investigação. A integração com outras disciplinas como Matemática (que poderá calcular os custos do consumismo) e a Ciências (que poderá trabalhar a alimentação saudável e a pirâmide alimentar), já a matéria de Artes pode esclarecer as formas de convencimento do consumidor explorando a iluminação, as cores e os sons entre outros aspectos. Poderão render um bom projeto interdisciplinar e que pode motivar a novas aprendizagens de acordo com o interesse dos alunos. 
H - Mídia -Tecnologia/internet – Redes Sociais (Face News): esse assunto, considerado até de fácil trabalho junto aos alunos devido ao conhecimento e envolvimento destes nas redes sociais, deve ser trabalhado de forma minuciosa, destacando a importância do cuidado que se deve ter no uso das tecnologias e das redes sociais. É um ótimo objeto de estudo para a Língua Portuguesa, sendo que essa temática pode ser desenvolvida com base nas próprias experiências dos alunos, que desde muito cedo fazem uso das redes sociais e das mídias em geral. Com base nas pesquisas realizadas junto aos alunos, se parte para os questionamentos que deverão conduzir a sistematização de um conhecimento amplo dos perigos escondidos por detrás das redes sociais. O estudo pode ser promovido em todos os anos do ensino fundamental e ser desenvolvido de forma integrada, envolvendo mais disciplinas além da Língua Portuguesa.
 I-Questão da terra, da moradia e dos ciganos: estas três temáticas foram agrupadas em razão das especificidades que ambas possuem em comum. O trabalho pode ser desenvolvido a partir da realidade do próprio município que possui Assentamentos da Reforma Agrária e partir do estudo do local para o global, explorando as questões ligadas à moradia nas grandes cidades, as invasões, favelas e terminando por estudar os povos ciganos que não possuem morada fixa e mesmo com o desenvolvimento atual, continuam nômades. Essa temática pode ser desenvolvida em conjunto com a disciplina de História, principalmente no que se refere à contextualização histórica envolvida nas implicações modernas destes desafios contemporâneos
J - Educação para o Envelhecimento Digno: a educação dos jovens no que se refere ao processo de envelhecimento e também no respeito e na garantia dos direitos dos idosos em nossa sociedade atual, é necessária e urgente, já que a sociedade passa por um envelhecimento gradativo. Para o trabalho pode ser usado o Estatuto do Idoso, as características próprias da velhice, as doenças associadas ao Idoso, além de trabalhar com dados estatísticos do IBGE e do IPARDES, promovendo a análise de dados e organizando informações em gráficos e tabelas em conjunto com a disciplina de Matemática. Conversas com pioneiros do município, primeiros professores da escola, organização de biografias e relatos dos anos iniciais de colonização do município de Lindoeste são possíveis abordagens para esse desafio contemporâneo. Palestras com médicos e enfermeiras sobre o tema do envelhecimento e sobre as doenças da terceira idade são também uma atividade muito produtiva e que pode agregar muitos conhecimentos importantes na bagagem escolar dos alunos. Outras temáticas como as relações étnicos raciais, os povos indígenas, os afro brasileiros e os povos africanos, a consciência negra já estão, por força de lei, inseridos dentro dos currículos escolares, com atividades próprias e específicas que colaboram para a compreensão de mundo e de sociedade por parte dos alunos. Pela condição específica de que os Currículos escolares são flexíveis e devem se adaptar às necessidades educativas dos alunos e à realidade em que está inserido o ambiente escolar, outros temas podem ser incluídos no presente PPC, além dos que já foram citados acima, que podem sofrer alterações e variações, tudo de acordo com o andamento didático e pedagógico das disciplinas do Ensino Fundamental e em razão das demandas oriundas dos próprios estudantes, advindos de questionamentos e problematizações, centros de interesse ou por simples curiosidade dos estudantes. (REFERENCIAL CURRICULAR DO PARANÁ,2018).
Os desafios contemporaneos será trabalho de do 6º ano até o 9º ano do ensino fundamnetal.
 
06- AVALIAÇÃO 
A avaliação da aprendizagem da disciplina de Língua Portuguesa deve ser desenvolvida ao longo do período letivo, tendo momentos em que a avaliação deverá assumir o caráter diagnóstico visando direcionar o fazer pedagógico do professor e tambémpossibilitar o entendimento de onde o aluno se encontra e quais conteúdos de Língua Portuguesa o aluno já domina e quais são os conteúdos que ainda dependem de um trabalho mais específico e mais aprofundado.	Comment by Autor desconhecido: Não é local físico – rever 
 A avaliação responde à diversas dúvidas que surgem no caminho educativo, sendo que as atividades de avaliação conseguem responder às necessidades de adaptação de conteúdo e de práticas pedagógicas em sala de aula, garantindo a autonomia do processo de aprendizagem. A dimensão continuada da avaliação tem a função diagnóstica, processual, descritiva e qualitativa, capaz de indicar os níveis de aprendizagem já consolidados pelos alunos, suas dificuldades ao longo do processo e as estratégias de intervenção necessárias e seus avanços.  (LUCKESI 2003, p.82).
 O processo de avaliação escolar deve prever sistemas mais abertos de avaliação, serviços de orientação das aprendizagens aos alunos e não apenas do registro burocrático dos resultados obtidos. Ela se fundamenta numa ferramenta de trabalho do professor que pode avaliar sua metodologia e o nível de compreensão dos conteúdos específicos tratados durante um determinado período. Não deve ser utilizada para a simples atribuição de valores e médias aritméticas, mas deve promover a retomada dos conteúdos com a finalidade de superar as dificuldades encontradas pelo aluno até o momento. O processo de avaliação da disciplina de Língua Portuguesa, de acordo com o Projeto Político Pedagógico da instituição de ensino, das orientações contidas no Regimento Escolar e também nas previsões estabelecidas nas Diretrizes Curriculares do Paraná (2018) e na proposta de avaliação expressa pela BNCC (2017).
 O processo de avaliação da disciplina de Língua Portuguesa está articulado à partir do rol de conteúdo previstos no Planejamento Anual, devendo contemplar diferentes práticas pedagógicas, não estanques, mas flexíveis como: leitura, interpretação e produção de textos de variados gêneros, interpretação de diferentes tipos de textos e imagens, pesquisas bibliográficas, aulas de campo, relatórios de aulas práticas, apresentação de seminários, interpretação notícias, poemas, receitas e textos variados, construção de maquetes, provas, dramatizações, debates, seminários, fóruns, sistematização das ideias produzidas pelos estudantes. Esta sistematização pode ser aprimorada por meio: expositiva aberta, artigo de opinião, história em quadrinhos, debates, mural, resumos dentre outros. Cada proposta avaliativa deve ser apresentada de forma antecipada aos alunos, de forma clara, para que os mesmos saibam os objetivos da atividade e o foco avaliativo proposto. Em tese, o saber relacionado ao processo avaliativo deve ser compartilhado com os alunos em razão da importância do mesmo saber o que aprendeu, como aprendeu e o que precisa ser retomado para a melhor formação de sujeitos que se apropriaram do conhecimento da Língua Portuguesa para melhor compreender as relações humanas. A avaliação está inserida dentro do processo de ensino e de aprendizagem, em diversos momentos letivos, não apenas no final do período e é entendido como mais uma das formas utilizadas pelos professores para avaliar a metodologia e o nível de compreensão dos conteúdos específicos tratados durante determinado período letivo. É preciso considerar que as avaliações tradicionais requerem dos alunos apenas a memorização dos conteúdos abordados, mas que fica distante da abordagem que é dada à Língua Portuguesa nos dias atuais, deve-se propor um processo de avaliação articulado aos conteúdos, solicitando a compreensão e sistematização dos conceitos da matéria de Língua Portuguesa e seus dos objetos de estudo. Deve-se acima de tudo, compreender que a avaliação deve ser um processo de construção e reconstruções, assentado na interação e na relação dialógica que acontece entre os sujeitos do processo escolar, o professor e o aluno. 	Comment by Autor desconhecido: Autoria?	Comment by Autor desconhecido: concordância	Comment by Autor desconhecido: Empregar outros pronomes
A organização pedagógica da disciplina de Língua Portuguesa prevê momentos distintos e previstos em calendário escolar que organizam momentos de avaliação dos conteúdos trabalhados e desenvolvidos durante o período (trimestre). Esses momentos de avaliação não devem se dar de forma isolada, mas devem ser integrados aos métodos utilizados e aos encaminhamentos metodológicos que estão previstos no planejamento e na PPC da disciplina de Língua Portuguesa. De uma forma contínua, desenvolvida durante todo o ano letivo, a avaliação fornece informações pedagógicas para reorganização dos conteúdos e redireciona o fazer pedagógico não somente na área de Língua Portuguesa, mas nas demais disciplinas do currículo escolar. 	Comment by Autor desconhecido: Autoria?
A avaliação diagnóstica demonstra a situação de aprendizagem e é analisada tendo em vista a definição de encaminhamentos voltados para a apropriação do conhecimento geográfico de uma forma continuada, pois acontece de forma velada na relação entre o professor e os alunos. A alteração metodológica realizada a partir da avaliação diagnóstica contribui para a formação do aluno como sujeito crítico, situado como um ser histórico, cultural e social, enfatizando a importância do processo de ensino e de aprendizagem, especialmente no que se refere ao conhecimento do mundo global a partir da realidade local. (LUCKESI 2003, p.82).	Comment by Autor desconhecido: Citação direta ou paráfrase?
A avaliação da aprendizagem, nesta Proposta Pedagógica Curricular, é entendida sob o viés do estudante, que se posiciona diante da aprendizagem e possibilita também a ele, a sua própria auto avaliação, verificando se aprendeu, como aprendeu e o que não aprendeu. Ao se tornar sujeito do seu próprio aprendizado, os estudantes se instrumentalizam com condições práticas para agir no seu próprio resultado escolar, fazendo escolhas, questionando situações de aprendizagem, conteúdos trabalhados e assim por diante. Os estudantes devem ter acesso aos resultados da avaliação e da verificação da aprendizagem e, com esses dados, poderem atuar de forma crítica na melhoria dos índices de aprendizagem, resgatando o que não foi aprendido e aperfeiçoando aqueles conteúdos já dominados e internalizados. No processo de avaliar são selecionados diferentes instrumentos avaliativos a partir dos critérios ligados ao discurso como prática social, a partir de provas, dramatizações, debates, seminários, fóruns, sistematização das ideias produzidas pelos estudantes. Esta sistematização pode ser aprimorada por meio: expositiva aberta, artigo de opinião, história em quadrinhos, debates, mural, resumos. Assim sendo, na oralidade, avaliar-se-á a adequação do discurso/texto nas diferentes situações vivenciadas, onde o professor verificará a participação do aluno nos diálogos, relatos e discussões, a clareza que ele demonstra ao expor suas ideias, a fluência da sua fala, a argumentação que apresenta ao defender seu ponto de vista e seu posicionamento perante os textos trabalhados, praticar e aprender a convivência democrática que supõe o falar e o ouvir.	Comment by Autor desconhecido: Instrumentalizar com condições práticas? 	Comment by Autor desconhecido: ???
 Compreender os argumentos no discurso do outro; respeitar os turnos de fala; utilizar conscientemente expressões faciais corporais e gestuais, pausas e entonação nas exposições orais, entre outros elementos extralinguísticos; analisar recursos da oralidade em cenas de desenhos, programas infanto-juvenis, entrevistas, reportagem entre outros. Na leitura será observado se, ao ler, o aluno ativa os conhecimentos prévios, compreende o significado das palavras desconhecidas a partir do contexto, faz inferências corretas, se reconhece o gênero e o suporte textual. Também é importante avaliar a capacidade do aluno de se colocar diante do texto posicionando-se argumentativamente seja ele oral, escrito, imagens; considerando sempre as diferenças deleituras de mundo e o repertório de experiências dos alunos, identificando o tema, a ideia principal do texto; ampliando o seu léxico; Quanto à escrita será observado o texto do aluno como uma fase do processo de produção, nunca como produto final já que o que determina a adequação do texto escrito são as circunstâncias de sua produção e o resultado dessa ação. É a partir daí que o texto escrito será avaliado nos seus aspectos discursivo-textuais e no momento da refracção textual, estar sempre observando, por exemplo, se a intenção do texto foi alcançada, se há relação entre partes do texto, se há necessidade de cortes, devido às repetições, se é necessário substituir parágrafos, ideias ou conectivos, trabalhos com gêneros de diferentes esferas sociais jornalísticas, literárias, publicitárias, jurídicas, midiática, etc.), também utilizar adequadamente recursos linguísticos como pontuação, uso e função das classes gramaticais, coerência, coesão. (DEMO 2012).	Comment by Autor desconhecido: Essa parte não deveria estar junto ao parágrafo anterior
 O processo pedagógico será avaliado por meio de diversos instrumentos como provas que podem ser elaboradas de forma a verificar a construção do conhecimento por parte do aluno, com questões pessoais em que o aluno necessite aplicar o que aprendeu durante as aulas, provas com questões objetivas e com gabaritos objetivando a preparação dos alunos na participação em avaliações externas e vestibular. 	Comment by Autor desconhecido: Como assim?	Comment by Autor desconhecido: Essa afirmação contradiz a caracterização da avaliação que foi feita anteriormente. Anteriormente foi dito que a avaliação seria “diagnóstica, processual, descritiva e qualitativa”
A verificação também pode ser efetivada por meio de trabalhos coletivos e por meio de atividades de pesquisa individual, onde o processo de construção do conhecimento de Língua Portuguesa esteja enaltecido e demonstrado. Os trabalhos devem ser propostos a partir da realidade dos estudantes e dos conhecimentos geográficos que já são dominados pelos alunos. As atividades avaliativas como seminários, fóruns, apresentações de cartazes e materiais audiovisuais, vídeos, imagens, produções textuais, projeções além de projetos de aplicação prática são boas metodologias de avaliação para os anos finais do ensino fundamental, estimulando a construção do conhecimento crítico com fins sociais. As modalidades de avaliação acima apresentadas, podem ser alteradas e modificadas de acordo com o desenvolvimento pedagógico das atividades docentes em sala de aula, sendo modificadas e ampliadas de acordo com as condições dos alunos e do ambiente escolar onde são desenvolvidos os conteúdos escolares da disciplina de Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental. 	Comment by Autor desconhecido: Como assim?
A proposta de avaliação não é engessada e pode, durante o período letivo, ser modificada e alterada de acordo com a efetivação das condições do processo de aprendizagem, visando principalmente o sucesso dos alunos e a efetiva compreensão dos conceitos trabalhados. 
As modalidades de avaliação estão coerentes com a prática pedagógica que promove a emancipação dos estudantes, sendo estas baseadas e respaldadas na legislação educacional em vigor, nos documentos oficiais que embasam na elaboração desta PPC e também no Regimento Escolar da Instituição Escolar. Os critérios de avaliação acima descritos atendem o que propõe esta Proposta Pedagógica Curricular da disciplina de Língua Portuguesa e visam possibilitar o desenvolvimento de diferentes capacidades dos estudantes, especialmente daqueles ligados ao uso da aprendizagem da Língua Portuguesa em situações concretas do dia-a-dia, possibilitando inferências positivas diante do ambiente humano, físico e social. Essas ações práticas devem gerar modificações no em suas ações sejam elas de fala, escrita e interpretação e assim ampliar o conhecimento de mundo que os alunos possuem ou que desenvolveram por meio da prática pedagógica desenvolvida na disciplina de Língua Portuguesa. Os critérios de avaliação estão condizentes com os objetivos gerais da disciplina e os direitos de aprendizagem previstos pela BNCC (2017), sendo que estes devem ser observados durante a sua aplicação. As avaliações devem ser revisadas nos seus resultados e realizadas as análises pedagógicas necessárias para o uso destas informações na melhoria do processo de aprendizagem. 	Comment by Autor desconhecido: Os critérios não foram descritos anteriormente
Os critérios e os instrumentos de avaliação são listados de forma ampla, não sendo separados por ano nem por período letivo (trimestre). A recuperação e a superação de estudos na disciplina de Língua Portuguesa serão organizadas de forma concomitante ao desenvolvimento das atividades e aos encaminhamentos metodológicos em cada temática e objeto de estudo trabalhado.
 A recuperação se dará não apenas por meio de uma nova aplicação de provas ou de trabalho, mas com a previsão de novas formas de abordagem dos conteúdos que não foram integralmente compreendidos pelos alunos. As atividades desenvolvidas devem ser objeto do replanejamento realizado a partir da aplicação de instrumentos de avaliação em situações de diagnóstico e verificação do processo de aprendizagem. A possibilidade de aplicação de novos instrumentos de verificação de aprendizagem, de forma mais maleável, sem tanta rigidez pode ser uma das possibilidades de recuperação de estudos que pode ser disponibilizado aos alunos. Os processos de recuperação e de superação de estudos devem ser claramente apresentados para os alunos, que podem inclusive fazer sugestões às proposições feitas pelo professor. Essa possibilidade apresenta a condição de autonomia tanto do professor como do estudante, promovendo o desenvolvimento da recuperação de forma altamente democrática. 	Comment by Autor desconhecido: Referência
A previsão de recuperação de estudos deve ser operacionalizada a partir das avaliações realizadas pelo professor. De posse dos resultados, o docente deverá organizar o programa de recuperação de estudos, revendo a metodologia utilizada durante as aulas, principalmente para aqueles alunos que demonstraram na avaliação possuírem mais dificuldades acadêmicas. A superação das dificuldades de aprendizagem é direito de todos os alunos e deve ser ofertada de forma obrigatória em todos os anos do ensino fundamental. Além disso, não se admite um único momento de recuperação de estudos, que em muitas situações acontece apenas no final do período letivo, mas devem ser oportunizados momentos diversos em que as atividades de recuperação sejam ofertadas, não apenas uma vez, mas tantas vezes quantas forem necessárias. A mensuração dos valores obtidos pelos alunos nas avaliações trimestrais se baseia no proposto no Regimento Escolar e nos critérios de avaliação e é organizado de acordo com cada instrumento de avaliação utilizado.  (DCN para a Educação Básica, 2013 p. 76)
A recuperação de estudos deve ocorrer de forma permanente e concomitante ao processo de ensino e aprendizagem, sendo que não se concebe a aplicação de novos instrumentos de avaliação sem efetiva retomada e revisão dos conteúdos avaliados. Aprender é um direito e esse direito deve ser efetivado independente das condições sociais dos alunos, mas considerando a sua relação com o saber historicamente acumulado. (PARANÁ, SEED, 2007)
A adaptação dos conteúdos e a flexibilização deverá ser considerada em todas as situações em que o saber escolar e geográfico seja essencial e fundamental para a atuação social e comunitária dos alunos. Os conteúdos propostos devem estar à disposição dos interesses da comunidade escolar e partir da realidade vivida pelos alunos, partindo do entorno para que depois se passem a novas e mais aprofundadas aprendizagens escolares. A disciplina de Língua Portuguesa precisa prever a flexibilização das estratégias de ensino, principalmente no que se refere à alfabetização e ao conhecimento dos conceitos da mesma. O Colégio Estadual CivicoMilitar Lindoeste- EFM, além de ofertar o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, oferta de forma concomitante em horário de contraturno escolar uma Sala de Recursos Multifuncional, explorando especialmente as dificuldades dos alunos nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, mas que pela ação pedagógica, o professor poderá desenvolver ações na recuperação de estudos e aplicação de metodologias diferenciadas para o tratamento de conteúdos da disciplina de Língua Portuguesa. Os princípios que baseiam o funcionamento da educação especial por meio da sala de recursos na escola são definidos pelos princípios que defendem que a educação é direito para todos e que a escola precisa promover condições de aquisição do saber acadêmico de forma efetiva e autônoma. As atividades desenvolvidas na Sala de Recursos Multifuncional visam colaborar com o ensino regular a fim de consolidar a aprendizagem de todos os alunos, diminuindo as desigualdades do processo de aprendizagem observadas nas turmas regulares de ensino. 
O Referencial Curricular do Paraná (2018) prevê o compromisso de igualdade de condições de aprendizagem e de escolarização para todos os estudantes o que pode ser efetivado por meio das aulas disponibilizadas na Sala de Recursos Multifuncional, fornecendo as ferramentas necessárias para que os alunos aprendam de forma mais efetiva e possam continuar aprendendo ao longo da vida. Ao se implantar uma turma ou um grupo de alunos em uma sala de Recursos Multifuncional, se busca minimizar as formas de exclusão, minimizando as desigualdades pedagógicas relacionadas ao processo de aprendizagem. A disponibilização de professores capacitados nestas turmas e salas, além de promover a oferta de recursos didáticos metodológicos adequados para a aquisição do conhecimento e para o desenvolvimento da criatividade, compreendendo os conteúdos em todas as áreas do conhecimento deve ser o foco das Salas de Aula de Recursos Multifuncional. Além da oferta de Sala de Recursos Multifuncional, é necessário que a escola possa promover em todas as disciplinas o acesso à um currículo diferenciado, com métodos diversificados e flexibilizados de acordo com os alunos, com seus níveis de desenvolvimento e o grau de dificuldade que estes apresentam em relação ao desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem. A escola, por meio das disciplinas curriculares e por conta da organização das Propostas Pedagógicas Curriculares elaboradas para os anos finais do Ensino Fundamental, deverá propor ações pedagógicas efetivas, dentro e fora da Sala de Recursos Multifuncional. Não basta disponibilizar espaços para atendimento educacional especializado, mas que as instituições possam assegurar a implantação de trabalho colaborativo e integrado entre todas as disciplinas do currículo escolar. (BRASIL, 2009, Art.5, p.2).	Comment by Autor desconhecido: busca-se	Comment by Autor desconhecido: Rever esse período – raciocínio sem conclusão.	Comment by Autor desconhecido: Há outro currículo?
07- PLANO DE TRANSIÇÃO DO 5º PARA O 6º ANO E DO 9º PARA A 1º SÉRIE DO ENSINO MÉDIO 
1. INTRODUÇÃO
 O processo de transição entre o 5º ano para o 6º ano e do 9º ano do Ensino Fundamental para a 1º Série do Ensino Médio deve ocorrer com naturalidade, sem entraves, de forma concomitante ao desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem, durante o ano letivo, preparando especialmente os alunos egressos dos anos iniciais do Ensino Fundamental à uma passagem pacifica para a Rede Estadual, sem grandes rupturas no processo de aprendizagem, garantindo que o conhecimento continue a ser desenvolvido sem quebras e sem situações que gerem conflito e situações conflituosas. A passagem do Ensino Fundamental para o Ensino Médio, quando ocorre dentro da mesma instituição e rede de ensino, em geral acontece sem muitas rupturas e entraves no processo de adaptação do espaço físico e pedagógico. As adaptações que se fazem necessárias na passagem do Ensino Fundamental para o Ensino Médio são as que apresentam as transformações ligadas ao processo pedagógico, às alterações das disciplinas que são inseridas a partir do Ensino Médio como Química, Física e Biologia, dentre outras específicas de acordo com a localização da escola e a proposta pedagógica curricular. Com a ampliação do Ensino Fundamental de oito para nove anos, os alunos passaram a ser matriculados mais novos no Ensino F undamental, além de ter se tornado obrigatória a frequência na educação infantil. Essa obrigatoriedade além de gerar modificações no fazer pedagógico e no tempo escolar, altera também os direitos de aprendizagem previstos na BNCC (2017), onde todos os estudantes devem ter o mesmo tempo de desenvolvimento e de acesso aos processos formativos. Pensar num processo de transição entre o 5º ano para o 6º ano vai além dos aspectos legais previstos na legislação educacional. Esse processo deve estar pautado no princípio de que a aprendizagem é um direito fundamental e que para ser efetivado de forma concreta e progressiva, deve garantir tempos e espaços diferenciados para que todos os alunos evoluam no saber escolar e geográfico, ampliando o domínio dos conteúdos e dos conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa e das demais disciplinas dos anos finais do ensino fundamental. Essa evolução não se dá de forma tranquila em todas as situações, escolas e alunos, sendo necessário que se pensem em estratégias de transição entre as redes de educação sem prejuízos ao processo escolar dos estudantes. 	Comment by Autor desconhecido: Autoria?
2. DESENVOLVIMENTO
 Um processo de transição autêntico e que coloque no aluno o enfoque das atividades escolares deve ser o objetivo comum tanto das redes municipais de ensino como da rede estadual de ensino, visando dessa forma a educação com vistas à formação integral do estudante. Cada etapa da educação básica apresenta características próprias e deve ser considerada ao se pensarem os processos de transição entre uma e outra. Propor um trabalho com diversas linguagens, através do incremento das atividades lúdicas que envolvam brincadeiras e jogos, com atividades de faz de conta, propondo atividades que devem ser mediadas de forma crítica pelos docentes do ensino fundamental, em especial daqueles que trabalham com turmas do 5º ano e do 6º ano. Com o desenvolvimento dos estudos ao longo do ensino fundamental, a capacidade de ampliação e de reelaboração do saber e das práticas pedagógicas é ampliada de forma gradativa e progressiva. Até o 5º ano são desenvolvidos determinados indicadores, que deverão a partir do 6º ano ser continuado, sem rupturas e de forma tranquila e natural. O ingresso numa nova instituição de ensino é sempre algo que envolve o novo e o desconhecido, sendo que este ingresso deve ser organizado com vistas às necessidades físicas, cognitivas e emocionais dos alunos, respeitando seus medos e suas inseguranças, amenizando dessa forma as angústias geradas pelo processo de adaptação escolar. O novo assusta, mas novas oportunidades de aprendizagem em locais diferentes devem encorajar e impulsionar para o novo, para uma aprendizagem efetiva e autônoma. No Paraná, os anos iniciais são atendidos em sua grande maioria pelos Municípios e os anos finais são de atribuição da Rede Estadual de Educação. Essa organização pedagógica em diferentes espaços e com diferentes mantenedoras no Ensino Fundamental, gerou uma fragilidade na transição entre as redes de ensino basicamente em razão da falta de metodologia articuladora das questões pedagógicas, pela ausência de integração curricular, sem a correspondente formação continuada de professores, a falta de reconhecimento das diferentes culturas escolares, na organização das disciplinas, das formas de avaliação e controle de frequência escolar, além da mudança drástica na organização do tempo escolar, onde se passa de dias letivos de quatro horas cada para aula com cinquenta minutos. Todas essas colocações acabam por interferir de forma negativa no sucesso dos alunos a partir do 6º ano, gerando insucesso e fracassoescolar nesta etapa inicial dos anos finais do Ensino Fundamental. Uma outra característica que deve ser considerada nesse processo de transição entre o 5º ano e o 6º ano é a idade cronológica dos alunos, que contam com dez a onze anos, idade em que começa o processo de transição da infância para a adolescência, início da puberdade e da adolescência, período fortemente marcado pelo aumento de hormônios com mudanças e alterações de humor constante. Os interesses da infância são substituídos e a valorização da aparência e dos relacionamentos entre meninos e meninas se evidencia. Essa característica deve ser considerada nas duas redes de ensino, pois afeta diretamente a conclusão do primeiro ciclo do ensino fundamental e compromete diretamente o interesse e o rendimento escolar nos anos finais do Ensino Fundamental. Essa situação, requer da escola, dos professores e da equipe pedagógica um olhar diferenciado sobre os alunos e alunas nessa etapa, atendendo e orientando de forma individual e coletiva os estudantes, fazendo uso do apoio de profissionais de outros setores e secretarias (psicólogos, enfermeiros, médicos, dentre outros).	Comment by Autor desconhecido: Autoria?
3. ENCAMINHAMENTOS 
Uma atividade que pode ser desenvolvida logo no início do 5º ano é a participação dos alunos em processos de avaliação externa (Prova Paraná) preparando-os para a transição entre as etapas de ensino. Atividades esportivas e culturais desenvolvidas de forma conjunta entre as duas redes de ensino (municipal e estadual), especialmente integrando alunos do 5º e 6º anos. As rodas de conversas entre estas duas turmas, onde os mais velhos tiram as dúvidas dos mais novos, conversas e apresentações desenvolvidas pela equipe pedagógica sobre a organização das disciplinas e dos horários das aulas são outra possibilidade de ação concreta nesse processo de transição entre as etapas e fases do Ensino Fundamental. Momentos de formação conjunta entre professores do 5º e do 6º ano é uma atividade a ser pensada pelas duas redes de ensino e também pelas próprias instituições. Uma outra sugestão de possível aplicação é a elaboração de relatórios descritivos por parte dos regentes do 5º ano, a serem encaminhados para o 6º ano em anexo aos documentos de transferência escolar, onde se organiza um relato de forma direta e objetiva, visando descrever o processo acadêmico e social dos alunos nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Estas sugestões para o processo de transição entre o 5º e o 6º ano não são apenas possíveis para a disciplina de Língua Portuguesa, mas se adaptam em todas as disciplinas do currículo escolar, sendo necessária uma visão interdisciplinar, visando um processo de transição sem muitos traumas e sem rupturas no processo de ensino-aprendizagem. As práticas interdisciplinares promovem a reflexão das práticas pedagógicas que integrem todos os envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem, tendo como elemento condutor as políticas públicas de educação que integram e interagem nas duas redes de ensino: municipal e estadual. Quanto mais esforços forem despendidos para a ampliação das oportunidades de sucesso do estudante, maior será a possibilidade de efetivar o desenvolvimento integral do mesmo. Na aplicação prática do processo de transição deverão ser realizadas reuniões com os pais e familiares, visando aproximar o contexto familiar das atividades escolares, prever a organização de um horário com prevalência de aulas geminadas, o que garantirá um maior tempo pedagógico para o desenvolvimento das atividades propostas. As atividades e metodologias de cada disciplina podem ser explicadas no primeiro dia de aula, juntamente com a apresentação dos professores das disciplinas aos alunos. Depoimentos de alunos que já passaram pelo processo de adaptação podem colaborar para imprimir maior segurança para os novos acadêmicos. Apresentar aos pais, por meio de reunião, as atividades que serão desenvolvidas durante o ano letivo, destacando as atividades que os alunos deverão desenvolver, especialmente no que se refere às transformações no campo físico e afetivo. A recepção dos alunos poderá ser desenvolvida com dinâmicas diversas que promovam a integração entre os alunos da escola e os novos do 6º ano. O uso de uma agenda coletiva na sala do 6º ano, evitando dias letivos com mais de uma atividade avaliativa e com prazos de entrega em datas alternativas, é uma forma de garantir o sucesso dos alunos e evitar problemas na organização e na dinâmica desenvolvida. Estabelecer a escolha de um representante da escola e também de um professor conselheiro que possa fazer a ponte entre a turma e a equipe de direção e pedagógica é uma forma democrática de desenvolver as relações democráticas. As conversas entre alunos e equipe pedagógica devem ser constantes e diversificadas. Aos professores, devem ser oportunizadas situações em que conversas coletivas sobre rendimento escolar da turma sejam realizadas de forma constante, como em conselhos de classe, reuniões pedagógicas, hora atividade, dentre outros. Firmar parcerias entre os alunos, familiares e escola. no que se refere ao processo de compreensão das atividades de aprendizagem. auxiliam na compreensão de como se dá o processo de ensino-aprendizagem. Na passagem dos anos finais do Ensino Fundamental para o Ensino Médio, como a grande maioria dos alunos irá permanecer estudando na própria Instituição de Ensino, os professores em conjunto com a equipe pedagógica, poderão, de forma gradativa, apresentar as disciplinas que serão introduzidas a partir do 1ªSérie do Ensino Médio, as características e as particularidades de cada componente curricular.
4. CONCLUSÃO 
Uma etapa importantíssima para os educandos é o período de transição entre o 5º e o 6º anos do Ensino Fundamental e do 9º ano para a 1ª Série do Ensino Médio. Ele acontece em todo o processo do ano letivo, visto que o acompanhamento da turma, o rendimento dos alunos em avaliações internas dos componentes curriculares ou em avaliações externas (Prova Paraná) devem ser levadas em conta durante todo o ano letivo e não apenas nos anos em que está previsto o processo de transição. Cabe à escola e ao professor, assegurar as condições de aprendizagem de todos os alunos, realizando adequações e modificações nas propostas pedagógicas durante o ano letivo, conforme houver necessidade. As adaptações sugeridas nesta PCC são apenas sugestões, mas que no conjunto geral da escola, aliadas a outras ações pontuais e continuadas podem ser desenvolvidas de acordo com as necessidades dos alunos e também de acordo com as verificações e acompanhamentos realizados durante o ano letivo. A participação ativa no processo de transição entre as duas redes de ensino (Municipal e Estadual) são fundamentais para o sucesso do processo de transição, ou seja, quanto mais próximos estiverem as propostas e os encaminhamentos pedagógicos das duas instituições, mais sucesso se obterá no desenvolvimento das ações e das atividades pedagógicas e acadêmicas. 
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