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Metabolismo dos Lipídeos Digestão, transporte a armazenamento dos lipídeos ● Armazenamento → tecido adiposo ● Digestão → intestino delgado ● Transporte → ocorre por meio das lipoproteínas Metabolismo dos lipídeos Tecidos envolvidos: ● Tec. adiposo: ● Tec. hepático ● Tec. muscular Lipogênese → Fontes: carboidratos e lipídeos Caso clínico Homem de 43 anos, 1,78m de altura, 90kg, Mestre de Obras, é indicado pelo Clínico Geral para frequentar o grupo de reeducação alimentar do Departamento de Nutrição do hospital. O paciente apresenta sobrepeso, níveis elevados de triglicérides e não pratica atividade física. Ele e os companheiros de trabalho passam numa padaria e compram pães, manteiga e leite no caminho para a obra. Um deles leva café e comem juntos. No horário de almoço compram mais pães, presunto, mussarela e refrigerante. Ao final do dia, comem mais pães com requeijão e tomam café puro. Ao chegar em casa, o paciente não se alimenta, toma banho e vai para o supletivo. Ao chegar em casa com fome, come pão com manteiga e toma leite com achocolatado. 1. Visto que a dieta do paciente não inclui grande quantidade de gordura, explique quimicamente como o mesmo apresenta sobrepeso? Quando ocorre a ingestão de carboidratos em excesso, o mesmo acaba sendo metabolizado na forma de lipídeos e consequentemente é armazenado no tecido adiposo como TAG. Vale lembrar que o elo entre os carboidratos e lipídeos consiste no Acetil-CoA que em excesso pode levar a formação de TAG. 2. Qual seria sua orientação para este paciente perder peso? ● Reduzir a ingestão de pães (carboidratos refinados) da dieta - pães apenas pela manhã. ● Praticar atividade física ● Alimentar-se com frutas, verduras e legumes ● Dar preferência a carboidratos complexos (ricos em fibras) ● Aumentar o consumo de alimentos proteicos (arroz e feijão) Relembrando...Lipólise ● Situação glicêmica: hipoglicemia ● Hormônio: glucagon ● Enzima: Lipase hormônio sensível - LPS ● Tecido envolvido na degradação: muscular ● Organela envolvida: mitocôndria ● Ácido graxo é oxidado até virar ATP (ciclo de Lynen ou Beta- oxidação dos ácidos graxos) ● Acil CoA - ácido graxo ativado ● Carnitina permite a entrada do ácido graxo na mitocôndria. Síntese de Ácidos Graxos • Consiste na união sequencial de unidades de 2 carbonos • Primeira unidade é proveniente do acetil-CoA; as demais são provenientes do malonil-CoA • Malonil-CoA é formado por carboxilação de acetil-CoA. • Sintases de ácidos graxos realizam reações sequenciais. ACETIL-COA → ÁCIDO GRAXO Localização Reação de síntese de ácidos graxos: ocorre no retículo endoplasmático liso e citosol. Começando pelo retículo liso e encerrando-se no citosol. Substratos para a síntese de ácidos graxos 1. Acetil-CoA: começar a síntese (carboidrato em excesso) 2. Malonil-CoA: alongamento 3. NADPH: agente redutor (transporte de H) Etapas da síntese de Ácidos graxos 1º - Produção de acetil-CoA citosólica “A primeira etapa da síntese de novos ácidos graxos é a transferência de unidades de acetato a partir da acetil- CoA mitocondrial para o citosol. A acetil-CoA mitocondrial é produzida pela oxidação do piruvato e pelo catabolismo de ácidos graxos, corpos cetônicos e de certos aminoácidos. A coenzima A, componente da acetil-CoA, entretanto, não pode atravessar a membrana mitocondrial interna; somente a porção acetila pode ser transportada para o citosol. Isso acontece na forma de citrato, que é produzido pela condensação do oxalacetato (OAA) e da acetil-CoA (figura abaixo). (Nota: este processo A molécula de Acetil-CoA com 2C composta por proteínas do complexo B vira Malonil-CoA que passa à Acil-Coa quando vai crescendo. Depois de chegar a determinada quantidade de carbonos, o Acetil se destaca e forma o AG. “Grande parte dos ácidos graxos usados pelo organismo é suprida pela dieta. Carboidratos e proteínas obtidos da dieta em excesso, além das quantidades corporais necessárias desses compostos podem ser convertidos em ácidos graxos, que são armazenados como triacilgliceróis. Em humanos adultos, a síntese de ácidos graxos ocorre principalmente no fígado e nas glândulas mamárias em lactação e, em menor extensão, no tecido adiposo. Esse processo citosólico incorpora carbonos a partir da acetil-coenzima A (CoA) na cadeia de ácido graxo em crescimento, usando trifosfato de adenosina (ATP) e nicotinamida-adenina-dinucleotídeo- fosfato reduzido (NADPH).” Harvey, cap. 16 ocorre quando a concentração mitocondrial de citrato é alta. Isso se observa quando a isocitrato-desidrogenase é inibida por grande quantidade de ATP, causando acúmulo de citrato e isocitrato. Assim sendo, o citrato citosólico pode ser reconhecido como sinal de alta energia.) Como é necessária uma grande quantidade de ATP para a síntese de ácidos graxos, o aumento de ATP e citrato intensifica essa rota.” Harvey, cap. 16 2º - Formação de malonil-CoA a partir da carboxilação de acetil- CoA A energia para as condensações carbono-carbono na síntese de ácidos graxos é suprida pelo processo de carboxilação e descarboxilação dos grupos acetila no citosol. A carboxilação de acetil-CoA para formar malonil-CoA é catalisada pela acetil-CoA-carboxilase e requer C02 e ATP (imagem ao lado abaixo). A coenzima é uma vitamina, a biotina, que é ligada covalentemente a um resíduo de lisina da carboxilase.” No primeiro estágio da biossíntese de ácido graxo, o acetil-CoA, deriva- do principalmente do metabolismo de carboidratos, é convertido em malonil- -CoA por ação da enzima acetil-CoA carboxilase, uma enzima dependente de biotina (vitamina B7). Assim, essa reação se dá em estágios: • primeiro, há a carboxilação da biotina, envolvendo ATP, • seguida da transferência do grupo carboxila para o acetil- CoA, produzindo o malonil-CoA Um acetil-CoA se liga à cisteína e, em seguida, o malonil-CoA se liga à fosfopantoteína. Para tal, ambos perdem a CoA e se ligam como acetato e malonato. Depois, há ação de duas enzimas sobre esses substratos, uma enzima de condensação, que une os carbonos das duas moléculas, e uma Anotações da aula: Quando no interior da mitocôndria tem-se excesso de Acetil-CoA no ciclo de Krebs, diminuem o ritmo do ciclo de Krebs e, assim, aumenta a exclusão do citrato (AG em movimento) da mitocôndria para o citosol. Anotações da aula: Excesso de Acetil-CoA é proveniente dos carboidratos (alimentos) transforma-se, pela adição de C através da Acetil-CoA carboxilase, transformando-o em Malonil (3C). Enzima marca passo da via = Acetil-CoA carboxilase (promove a entrada de CO2) atua na transformação de Acetil CoA em Malonil CoA. Acetil-CoA (2C) → Malonil CoA (3c) → complexo multi enzimático de ácido graxo-sintase (fazem a síntese do ácido graxo) Obs.: Acetil CoA é a substância que fornece carbono para o ácido graxo. NADPH vem da via das pentoses e fornece hidrogênio. enzima de descarboxilação, que retira um carbono do produto formado, originando, ao final, um composto de quatro carbonos. É um composto formado sobre a fosfopantoteína que recebe o nome acetoacetil-PCA. Em seguida, essa nova molécula sofre uma redução dependente de NADPH, catalisada por uma redutase do complexo AGS. O NADPH cede seu H, formando NADP+ e formase o produto hidroxibutiril-PCA, que passa por uma desidratação catalisada por uma desidratase do complexo AGS. O produto desta reação é butenenoil-PCA. A quarta reação é uma redução catalisada por um outra redutase que também utiliza NADPH, formando NADP+ e butiril-PCA. Esse composto é transferido da fosfopantoteína para a cisteína, deixando a primeira livre para a entrada de um novo malonato. Na segunda rodada do processo, o butiril, composto de 4 carbonos ligado à cisteína, passa pelas reações de condensação e descarboxilação como novo malonato que se encontra ligado à fosfopantoteína. Da mesma forma, esse composto vai sofrer uma redução, seguida de uma desidratação e uma nova redução. Agora, o composto formado apresenta 6 carbonos (4 do butiril + 2 do malonato) e é trans- ferido de volta à cisteína para deixar a fosfopantoteína livre para que essa via reinicie. Esse processo repete-se 7 vezes, até a formação do palmitato (molécula de 16 carbonos) no complexo AGS. O palmitato, ou ácido palmítico, é o precursor utilizado para a formação ácidos graxos mais longos. Ele é, então, transportado ao tecido adiposo onde será armazenado como reserva energética. Portanto.... Para síntese de Malonil-CoA: acetil-CoA + CO2 + ATP → 7 malonil-CoA + ADP + Pi + H+ Para síntese de Palmitato (16 C): Acetil-CoA + 7 malonil-CoA + 14 NADPH + 14 H+ → Palmitato + 7 CO2 + 8 CoA + 14 NADP+ + 6 H2O [1] Uma molécula de acetato é transferida da acetil-CoA para o grupo -SH da ACP. Domínio: acetil-CoA-ACP-acetiltransacilase. [2] A seguir, esse fragmento de dois carbonos é transferido para um sítio temporário, o grupo tiol de um resíduo de cisteína da enzima. [3] A ACP, agora livre, aceita uma unidade de três carbonos malonato da malonil-CoA. Domínio: malonil-CoA-ACP-transacilase. [4] O grupo acetila sobre o resíduo de cisteína condensa com o grupo malonila sobre a ACP, liberando o C02 originalmente adicionado pela acetil-CoA-carboxilase. O resultado é um conjunto de quatro carbonos, unido ao domínio ACP. A perda de energia livre pela descarboxilação favorece a reação. Domínio: 3-cetoacil-ACP-sintase. As próximas três reações convertem o grupo 3-cetoacil em seu grupo correspondente acila saturado, por meio de duas reações de redução utilizando NADPH e uma reação de desidratação. [5] O grupo cetona é reduzido a álcool. Domínio: 3-cetoacil-ACP-redutase. [6] Uma molécula de água é removida para introduzir uma ligação dupla entre os carbonos 2 e 3 (os carbonos a e !3). Domínio: 3-hidroxiaci/-ACP-desidratase. [7] A ligação dupla é reduzida. Domínio: enoil-AC-redutase. Regulação da síntese de ácidos graxos 1. “Regulação a curto prazo da acetil-CoA-carboxilase (ACC). Essa carboxilação é a etapa limitante e regulada na síntese de ácidos graxos. A forma inativa da acetil-CoA-carboxilase é um protômero (dímero). a. A enzima sofre ativação alostérica por citrato, o que provoca a polimerização dos dímeros e inativação alostérica por acil-CoA de cadeia longa (o produto final desta via), causando sua despolimerização. b. Um segundo mecanismo para a regulação a curto prazo é a fosforilação reversível. A proteína cinase ativada por AMP (AMPK) fosforila e inativa a acetil-CoA-carboxilase. A AMPK, por sua vez, é alostericamente ativada por AMP e covalentemente ativada por fosforilação via diversas cinases. Pelo menos uma dessas AMPK-cinases é ativada pela proteína-cinase A dependente de AMPc (PKA). Logo, na presença de hormônios contrarregulatórios, como adrenalina e glucagon, a acetil-CoA-carboxilase é fosforilada e, consequentemente, inativada. Na presença de insulina, a acetil-CoA-carboxilase é desfosforilada e, portanto, ativada. 2. Regulação de longa duração da acetil-CoA-carboxilase. O consumo prolongado de dieta com excesso de calorias (especialmente dieta hipercalórica com alto conteúdo de carboidratos) provoca aumento na síntese da acetil-CoA-carboxilase, aumentando a síntese de ácidos graxos. Por outro lado, dietas com poucas calorias ou dietas com alto conteúdo de gordura provocam redução na síntese de ácido graxo por diminuir a síntese da acetil-CoA-carboxilase. (a síntese da carboxilase é estimulada por insulina via proteína de ligação ao elemento responsivo ao esterol, PLERE-1. A ácido graxo- sintase é igualmente regulada pela dieta e pela PLERE-1) A metformina, utilizada no tratamento do diabetes do tipo 2, diminui os triglicerídeos no soro por meio da ativação da AMPK, resultando na inibição da atividade da acetil-CoA-carboxilase (por fosforilação) e inibição da expressão da acetil-CoA-carboxilase e ácido graxo-sintase (pela diminuição da PLERE-1 ). A metformina também diminui a glicose sanguínea por aumentar a captação de glicose mediada por AMPK no músculo.” Harvey, cap. 16 Síntese de triacilgliceróis “Como os TAG são muito pouco solúveis em água e não conseguem formar micelas estáveis por conta própria, eles coalescem dentro dos adipócitos, formando gotículas oleosas quase anidras. Essas pequenas gotas lipídicas no citosol são a maior reserva energética do organismo. 1. Síntese de glicerol-fosfato. O glicerol-fosfato é o aceptor inicial dos ácidos graxos durante a síntese de TAG. Existem duas vias para a produção de glicerol-fosfato. a. No fígado (principal sítio de síntese de TAG) e no tecido adiposo, a produção de glicerol-fosfato pode ocorrer a partir da glicose, usando inicialmente as reações da rota glicolítica até a produção de di-hidroxiacetona-fosfato (DHAP, veja a p. 101). Após, a DHAP é reduzida a glicerol-fosfato, pela glicerol-fosfato-desidrogenase. b. Uma segunda via, observada no fígado, mas não no tecido adiposo, utiliza a glicerol-cinase para converter glicerol livre em glicerol- fosfato. (Nota: nos adipócitos, o transportador de glicose [GLUT-4] é dependente de insulina. Logo, quando os níveis de glicose plasmática - e, consequentemente, de insulina plasmática - estão baixos, os adipócitos apresentam apenas uma capacidade limitada de sintetizar glicerol-fosfato, e não podem produzir TAG). 2. Conversão do ácido graxo livre em sua forma ativada. Os ácidos graxos precisam ser convertidos em sua forma ativada (unidos à CoA) para participarem de processos metabólicos como a síntese de TAG. Essa reação é catalisada por uma família de acil-CoA-sintetases (tiocinases). 3. Síntese de TAG a partir de glicerol-fosfato e acil- CoA. Essa via envolve quatro reações. Essas reações incluem a adição sequencial de dois ácidos graxos a partir de acil- CoA, a remoção de fosfato e a adição de um terceiro ácido graxo).” Harvey, cap. 16 Forma de armazenamento dos ácidos graxos produção de glicerol-fosfato no fígado e no tecido adiposo. 3 ácidos graxos + 1 glicerol. A ligação química entre os lipídeos chama-se éster ou esterificação (processo de formação da ligação), por isso, os lipídeos são chamados de ésteres de ácidos graxos. Armazenamento: ocorre no citosol. Metabolismo do Colesterol Definição e estrutura química do Colesterol ● Consiste em um esteroide com 27 carbonos, 46 hidrogênios e 1 oxigênio ● Contém em sua estrutura anéis cíclicos fechados. ● Importantes para a constituição das membranas biológicas ● Cerca de 30% é oriundo da dieta ● Exclusivo de células animais Gorduras ● Saturadas ○ Tem origem animal. Esses alimentos apresentam tanto colesterol quanto ácidos graxos em sua composição. ● Insaturadas ○ Tem origem vegetal. Esses alimentos possuem maiores quantidades de ácidos graxos em sua composição e pouco colesterol Obs.: entre os alimentos, aquele que possui maior quantidade de colesterol é o camarão visto que ele se alimenta do corpo de outros animais. Importância biológica Consiste em uma substância essencial para o organismo, por: ● Fazer parte das membranas celulares biológicas ● Dão origem a diversos hormônios esteróides ● Dão origem a vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) Origens e Destinos do Colesterol Origem: ● 30% é oriundo da dieta ● 70% produzido endogenamente Destinos: ● VLDL ● Tecidos extra-hepáticos ● Bile e fezes Síntese do colesterol ● Local: REL ● Situação: hiperglicemia ● Hormônio: insulina ● Molécula precursora: acetil-CoA ● Enzima marca-passo: HMG-CoA redutase 1ª etapa: formação do mevalonato 2 Acetil-CoA (2C) → Acetoacetil-CoA (4C) + Acetil-CoA (2C) → HMG-CoA (6C) + 2NADPH2 + HMG-CoA redutase→ Mevalonato (6C) 2ª etapa: formação de unidades isoprenóides Mevalonato (6C) + 3 ATP → CO2 + Isopentenil pirofosfato (unidade Isoprenóide - UIP) (5C) Obs.: O colesterol tem 27C em sua cadeia que são adicionados de 5 em 5. 3ª etapa: formação do esqualeno UIP (5C) + UIP (5C) → Geranil-pirofosfato (10) Geranil-pirofosfato (10C) + UIP (5C) → Farnesil-pirofosfato (15C) Farnesil-pirofosfato (15C) + Farnesil-pirofosfato (15C) + NADPH2 → esqualeno (30C) 4ª etapa: formação do colesterol Esqualeno (30C) + ½ O2 → Lanosterol (30C) Lanosterol (30C) + 3CH3 → Zimosterol (27C) Zimosterol (27C) + 2H+ → Colesterol (27C) Controle da síntese de colesterol Caso clínico Homem de 48 anos chega à clínica devido a preocupação com doenças cardíacas. Ele relata que seu pai morreu decorrente de um infarto aos 46 anos e que seu irmão mais velho também teve infarto aos 45 anos, sobreviveu, mas faz uso de medicamento para colesterol elevado. O paciente relata que sente dores no peito ocasionalmente. O médico solicitou exame de sangue para dosagem de colesterol total e o resultado foi de 350 mg/dL (normal 200 mg/dL). O médico prescreve medicação direcionada para diminuir a síntese do colesterol. Como esta medicação funciona? Tal medicação é do grupo das estatinas e vai impedir a conversão de HMG CoA em mevalonato. Em qual etapa? Na primeira etapa. Tratamento e prevenção para colesterolemia 1. Drogas (grupo das estatinas) 2. Vitamina B3 (niacina) 3. Fibras (alimentos) 4. Atividade física 5. Controle da alimentação Redutor de colesterol - Vitamina B3 (Niacina)/ Ácido nicotínico ● Poderoso aliado no combate ao colesterol, importante protetor contra doenças cardiovasculares. ● Vasodilatador, expande os vasos sanguíneos ● Encontrada nas carnes magras, fígado, peixes, aves, cereais e legumes Controle da alimentação Dieta pobre em colesterol e gorduras saturadas reduz o nível do LDL - colesterol. Alimentos exclusivamente de origem animal: ● Todas as carnes e seus derivados ● Frutos do mar e os miúdos ● Gema do ovo ● Leite e derivados (manteiga, iogurte, coalhada, queijos, creme de leite e chantilly) Medicamento Xenical → Usado em cardiopatas para inibir a lipase pancreática. Assim, age diretamente no sistema digestivo, impedindo que cerca de 30% da gordura que você ingeriu com a alimentação seja absorvida em cada refeição, e esse excesso é eliminado com as fezes. Portanto, seu organismo deixará de armazenar uma boa quantidade de gorduras por refeição, ajudando-o a reduzir o seu peso. Além disso, contribuirá para prevenir um novo ganho de peso, diminuindo os riscos do diabetes, da hipertensão e do colesterol aumentado. Medicamento Atorcastatina REDUTOR DE COLESTEROL → VITAMINA B3 (NIACINA) / ÀCIDO NICOTÍNICO Poderoso aliado no combate ao colesterol, importante protetor contra doenças cardiovasculares. Vasodilatador, expande os vasos sanguíneos. Encontrada nas carnes magras, fígado, peixes, aves, cereais e legumes. REDUTOR DE COLESTEROL → FIBRAS DOS ALIMENTOS C0NTROLE DO COLESTEROL → Atividade física aeróbica regular. Controle da alimentação Dieta pobre em colesterol e gorduras saturadas reduz o nível do LDL-colesterol. Alimentos exclusivamente de origem animal: •todas as carnes e seus derivados. •os frutos do mar, os miúdos, • a gema do ovo. •o leite e derivados (manteiga, iogurte, coalhada, queijos, creme de leite, chantilly). Alimentos industrializados: • bolos, biscoitos recheados, • chocolates, croassants. •tortas, gordura hidrogenada, •sorvetes cremosos. Alimentos vegetais: • coco, banha de coco, azeite de dendê. REFERÊNCIAS • Ferrier, Denise R; Harvey, Richard A. Bioquímica Ilustrada. 5ª edição. Artmed, 2012. Cap. 18 • Ferrier, Denise R; Harvey, Richard A. Bioquímica Ilustrada. 5ª edição. Artmed, 2012. Cap. 16