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PERGUNTA 1
1. Paulo trabalha há vinte anos como capataz em uma fazenda que explora a atividade agropecuária, tendo sido contratado pelo proprietário para cuidar do empreendimento rural e liderar os demais empregados. Ele reside no próprio local de trabalho, em uma casa cedida pelo proprietário para a sua moradia e da sua família. Com base nessas informações, Paulo:
	
	
	não tem a posse nem a propriedade da fazenda, mas somente a sua detenção.
	
	
	tem a posse precária da fazenda.
	
	
	tem a posse direta da fazenda.
	
	
	é proprietário da fazenda.
	
	
	tem a posse justa de toda a fazenda.
10 pontos   
PERGUNTA 2
1. Certa noite, deitada em sua cama na casa da chácara de que é dona, Rafaela escuta fortes latidos dos cachorros. Ao sair para a varanda, percebe que, ao longe, há um grupo de pessoas descendo de um caminhão (ao que pode perceber, carregado com material de acampamento) tentando invadir o local. De pronto, Rafaela acende todas as luzes da casa e deixa uma janela entreaberta. O ato não parece afugentar os invasores. Por isso, saca sua pistola e dá dois tiros para cima. Mais uma vez, nada acontece. Por isso, solta Sansão, o Rottweiler mais bravo de que é dona. Seu ato é exitoso, uma vez que os invasores fogem do local. Juridicamente:
	
	
	Rafaela deveria retirar-se do imóvel e, posteriormente, ajuizar ação de reintegração de posse.
	
	
	está autorizada a realizar tais atos, tão somente porque é proprietária (se tivesse apenas posse, tratar-se-ia de ato ilegal).
	
	
	Rafaela pode ser processada por seus vizinhos ou pelo grupo de pessoas, pelo exercício ilegal das próprias razões.
	
	
	há que se penalizar Rafaela, transferindo a posse e propriedade a terceiros.
	
	
	trata-se de defesa justa da posse, resguardada pelo Código Civil.
10 pontos   
PERGUNTA 3
1. João arrenda uma área rural de seu pai, Carlos, onde planta soja para vender. Vendo sua saúde se deteriorar, Carlos deseja organizar seus bens para facilitar o processo sucessório. Por isso, comunica João de que quer retomar o bem, não sendo mais possível a utilização da terra em uma próxima safra. João, todavia, nega-se a sair do imóvel. Nessa situação:
	
	
	apesar de sua resistência em deixar o imóvel, João tem direito de se apropriar da soja e do lucro com ela gerado.
	
	
	Caso João faça reparos necessários no imóvel nesse período, tem o direito de permanecer no bem até ser indenizado.
	
	
	João responde por toda a soja que colher, podendo apenas ter cobertos eventuais custos de produção.
	
	
	Caso João faça obras de melhorias ao imóvel nesse período, tem o direito de ser indenizado.
	
	
	João responde por toda a soja que colher, sem direito a qualquer espécie de indenização.
10 pontos   
PERGUNTA 4
1. Laura é proprietária de um terreno localizado em bairro urbano do município de Lajeado, RS. Ela deseja construir sua casa lá um dia, mas ainda não tem condições financeiras para edificar. Ocorre que Laura fica sabendo do interesse de Sandra, dona do terreno vizinho, de construir uma casa de 3 pisos, o que obstruiria a vista que Laura hoje tem da cidade. Por isso, resolve usar seu terreno como depósito de dejetos orgânicos, esperando que o mau cheiro impeça qualquer construção ao lado. A conduta de Laura:
	
	
	É ilegal porque seu direito de uso foi feito com a mera intenção de prejudicar sua vizinha.
	
	
	É ilegal, porque viola a boa-fé objetiva.
	
	
	Deverá ser analisada sob a perspectiva da posse que estiver exercendo Laura, se direta ou indireta.
	
	
	É legal, afinal, o proprietário pode fazer o que bem intender com o que é seu.
	
	
	É legal, porque está dentro das faculdades do proprietário.
10 pontos   
PERGUNTA 5
1. Após negociação, Daniel faz proposta para Francisco para a compra de apartamento de que o segundo é proprietário em Balneário Camboriú, SC. Francisco aceita a oferta de Daniel. Daniel mora em Porto Alegre, RS, Francisco em Pelotas, RS e ficam com dúvida sobre a documentação a ser elaborada. Indique o local em que devem/podem ser assinados (I) a promessa de compra e venda, (II) a escritura pública de compra e venda e (III) o registro da propriedade perante o registro imobiliário:
	
	
	apenas Porto Alegre, qualquer das cidades e apenas em Balneário Camboriú.
	
	
	qualquer das cidades, qualquer das cidades e qualquer das cidades.
	
	
	apenas em Porto Alegre, apenas em Porto Alegre e apenas em Balneário Camboriú.
	
	
	qualquer das cidades, apenas em Balneário Camboriú e apenas em Balneário Camboriú.
	
	
	qualquer das cidades, qualquer das cidades e apenas em Balneário Camboriú.
10 pontos   
PERGUNTA 6
1. Karina comprou de Juliana o Jeep Compass seminovo de propriedade desta. Assinado contrato de compra e venda, Juliana entregou o veículo para Karina, que realizou o pagamento à vista. A assinatura do Documento de Transferência perante o DETRAN, ficou agendada para 15 dias, já que ambas estavam muito atarefadas. Ocorre na, volta de um plantão em que atendia como médica, Karina pegou no sono, batendo seu carro. Por sorte, Karina não se feriu gravemente, mas o carro teve perda total. Considerando a máxima res perit domino, pode-se dizer que:
	
	
	Juliana pode exigir de Karina a entrega de um novo veículo em substituição àquele que Karina destruiu ou o equivalente em dinheiro.
	
	
	Karina poderá exigir seu dinheiro de volta de Juliana, já que esta seguia sendo proprietária do bem.
	
	
	Juliana e Karina terão de dividir o prejuízo, porque houve a entrega do bem sem a transferência perante o DETRAN.
	
	
	Karina terá que amargar o prejuízo, não podendo exigir nada de Juliana.
	
	
	Karina pode exigir de Juliana 25% por cento do valor pago, em atenção à função social da propriedade móvel.
10 pontos   
PERGUNTA 7
1. Na área rural do Município de Santa Maria, há terreno adquirido pela União e transferido à Universidade Federal de Santa Maria – UFSM. No local, foi planejada a construção de prédio de laboratórios. A construção, todavia, nunca ocorreu. Vendo-se em dificuldades financeiras, Analise decide construir uma pequena casa, no canto do terreno, para residir com seus 2 filhos e seu marido Carlos. Eles permanecem no imóvel por 16 anos até que recebem notificação da Reitoria da UFSM para deixar o local em 30 dias. Analise, então, contata você para que verifique a viabilidade de ação de usucapião. No caso:
	
	
	a falta de justo título impede que Analise se torne proprietária do bem.
	
	
	ainda que Analise não tenha justo título, poderá adquirir a propriedade pela usucapião por conta do longo prazo em que teve posse mansa, pacífica com animus domini.
	
	
	para julgar procedente o pedido de Analise, o magistrado deverá analisar se esta é dona de outra(s) propriedade(s) rurais ou urbanas.
	
	
	Analise já se tornou proprietária a partir do décimo ano, já que estabeleceu residência no local, cabendo apenas a declaração por sentença.
	
	
	a usucapião não é viável, visto não se tratar de coisa hábil (res habilis).
10 pontos   
PERGUNTA 8
1. Embora conheça a fama de Paulo, renomado trambiqueiro na cidade de Cruz Alta, Rodrigo encanta-se com uma casa construída e comercializada por este. Assim, após negociar o preço e condições de pagamento, as partes assinam de pronto Escritura Pública de Compra e Venda em 02/05/2018, sem sequer pactuar promessa de compra e venda. Rodrigo então toma posse da casa e leva o contrato ao Registro Imobiliário local. Ocorre que, certo dia, Magaiwer aparece em sua porta, esbravejando para Rodrigo saia do imóvel já. Em suas mãos, ostenta contrato particular de compra e venda com firma reconhecida feito com Paulo no escritório da renomada Dra. Andréia em 07/10/2017, portanto, antes do contrato feito por Rodrigo. Nessa situação:
	
	
	Magaiwer pode postular a anulação do registro de propriedade de Rodrigo, já que, efetivamente, tem direito de propriedade anterior.
	
	
	Rodrigo deve deixar o imóvel até que a discussão com Magaiwer se resolva.
	
	
	Rodrigo deve ajuizar ação de usucapião para se resguardar, já que é provável que Magaiwer seja privilegiado enquanto proprietáriodo bem.
	
	
	Como Rodrigo não celebrou promessa de compra e venda anteriormente, a Escritura Pública não é documento hábil a lhe garantir o domínio do bem.
	
	
	Magaiwer não tem direito real sobre o imóvel, devendo demandar contra Paulo eventual indenização.
10 pontos   
PERGUNTA 9
1. Aline reside em um imóvel rural há anos. Isso porque, em 1992, assinou contrato particular de compra e venda com Nédio, proprietário registral do bem. Com a morte de Nédio em 1998, Aline seguiu na posse do imóvel até 2021. Certa tarde, Enzo, neto do finado sr. Nédio, aparece à porta de Aline. Enzo conta que está estudando direito e afirma categoricamente: “pode ir empacotando as tuas coisas, porque quem não registra não é dono e eu vou te tirar daí”. Desse momento em diante, passa a, semanalmente, comparecer no imóvel com amigos ameaçando Aline. No caso:
	
	
	Enzo tem razão, de modo que Aline deve sair às pressas para evitar ter de indenizar a família de Nédio.
	
	
	há ameaça da posse, sendo possível a Aline ajuizar interdito proibitório.
	
	
	há esbulho possessório, devendo Aline ajuizar ação de reintegração de posse.
	
	
	as ameaças de Enzo não têm qualquer significado jurídico, ficando no mero mundo dos fatos.
	
	
	Aline tem posse clandestina, de modo que qualquer medida jurídica sua será julgada improcedente

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