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Atividade Complementar I
Caso clínico e prática “método direto a fresco”
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ATENÇÃO! As respostas devem ser redigidas com o devido cuidado, evitando erros de português. Lembrem-se que um profissional de saúde deve possuir a habilidade de comunicação oral e escrita.
Caso clínico
indiquem Quais dados remetem à amebíase
indiquem soluções para evitar novos casos de amebíase
quais investigações precisam ser feitas?
Prática Virtual – Método Direto a Fresco
As perguntas a seguir devem ser respondidas com as devidas argumentações teóricas. 
1) Algumas condições de coleta, tratamento, armazenamento e transporte de amostras fecais podem prejudicar determinadas análises parasitológicas. Uma amostra de fezes líquida recém coletada e preservada com fixador foi recebida em um laboratório. Como recomendação, informaram ao profissional para realizar o método direto (a fresco) para pesquisar trofozoítos móveis nos esfregaços. O profissional disse que não poderia realizar a análise. Por quê?
2) Os métodos parasitológicos podem ter alguma indicação específica para uso ou um foco de pesquisa principal, como a observação de formas parasitárias características. Um profissional bem treinado é capaz de identificar as vantagens e desvantagens de cada método. Um profissional de parasitologia clínica recebeu um estudante como novo estagiário em seu laboratório e pediu que este anotasse todas as informações importantes sobre a rotina em seu caderno. No final do dia, o profissional leu a seguinte anotação no caderno do estagiário:
“O principal objetivo do método direto (a fresco) é a observação de ovos de helmintos, visíveis por meio de coloração com lugol.” O que o professor deveria dizer ao estagiário? Responda com argumentos.
3) Para que a análise possa ser realizada com precisão, é necessário que o profissional siga o protocolo corretamente, respeitando as recomendações de cada método. Ao realizar um esfregaço de uma amostra de fezes pelo método direto (a fresco), um profissional percebeu que não conseguia identificar as estruturas dos parasitos, pela alta carga parasitária e grande quantidade de sedimento. Qual erro no processo do método o profissional pode ter feito?
4) Algumas informações sobre infecções parasitárias podem ser inferidas a partir do método parasitológico utilizado e das observações vistas ao exame microscópico. Duas amostras fecais frescas de dois pacientes diferentes foram analisadas em um laboratório de parasitologia clínica pelo método direto (a fresco). Na amostra do paciente A, não foi encontrada a presença de nenhuma forma parasitária, enquanto, na amostra do paciente B, foram encontrados diversos cistos de protozoários. O que se pode concluir a partir desse resultado?
5) Na rotina laboratorial, é recomendado que as amostras sejam aceitas apenas com informações corretas do paciente, assim como com a data e a hora de sua coleta. Em alguns casos, são recebidas amostras com informações incompletas, o que causa dúvida quanto à sensibilidade de diagnóstico, dependendo do método. Nesses casos, a rotina laboratorial usa uma estratégia antes da liberação do diagnóstico. Uma amostra de fezes foi recebida pelo laboratório sem a identificação do horário de coleta. Ao realizar o método direto (a fresco), o profissional não encontrou nenhuma evidência da presença de parasitos na amostra. O profissional pode liberar o diagnóstico como negativo?
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