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�am� Físic�
O exame físico pode ser realizado em
diferentes etapas:
● Exame físico geral (somatoscopia
ou ectoscopia): nessa primeira
etapa, são obtidos os dados gerais
do paciente, independente dos
sistemas orgânicos e segmentos
corporais, obtendo-se a visão como
um todo.
● Exames de sistemas e aparelhos:
consiste na examinação específica
de diferentes sistemas e aparelhos.
Para se obter precisão dos dados do exame
físico, é necessário a utilização dos
sentidos, como olfato, visão, tato e audição.
Além disso, algumas habilidades são
importantes para realização do exame
físico, sendo eles:
Inspeçã�
A inspeção é o tipo de avaliação feita a
partir do sentido da visão. Para isso, o
conhecimento de características da
superfície corporal, anatomia topográfica,
entre outros são importantes para o
reconhecimento de eventuais
anormalidades. Nesse tipo de avaliação são
investigadas as composições mais
superficiais do corpo e as partes mais
acessíveis das cavidades que estão em
contato com exterior.
Ex: é possível visualizar um edema.
Inspeção Geral
Ocorre no momento de primeiro contato
entre o profissional e o paciente.
Inspeção direcionada
Para uma boa inspeção direcionada é
necessário uma boa iluminação, exposição
adequada da região inspecionada e uso
ocasional de alguns instrumentos (lupa,
lanterna, otoscópio, oftalmoscópio, etc). O
auxílio desses instrumentos ajudam a
melhorar o campo de visão.
As características normais da área a ser
examinada devem ser:
➢ Luz natural incidindo obliquamente.
Caso seja necessário a luz artificial,
ela deverá ser branca de intensidade
suficiente.
➢ Ambientes de penumbra não são
adequados para visualização de
alterações leves de coloração da
pele e mucosas.
Ex: cianose e icterícia de grau
moderado
A inspeção deve ser realizada por partes,
desnudando apenas a região que deverá
ser examinada, mantendo o respeito ao
paciente.
Maneiras de se realizar a inspeção:
➢ Inspeção Frontal: Olhar frente a
frente a região a ser examinada →
modo padrão de se observar a
região tangencialmente → maneira
correta para visualizar movimentos
mínimos na superfície corporal (Ex:
pulsações, ondulações, depressões,
etc)
➢ A posição do examinador e do
paciente depende das condições
clínicas do paciente e do segmento
corporal a ser inspecionado.
➢ Normalmente, o paciente senta-se à
beira do leito ou da mesa de exame.
O examinador deve ficar de pé
diante do paciente,
movimentando-se de um lado para o
outro, de acordo com a necessidade.
➢ No paciente acamado, a posição do
paciente e a sequência do exame
físico precisam ser adaptadas de
acordo com as circunstâncias.
➢ Para examinar as costas e auscultar
os pulmões, deve-se inclinar o
paciente de modo anterior e
posterior
A inspeção começa durante a anamnese,
desde o primeiro momento em que se
encontra com o paciente, e permanece
durante todo o momento de realização do
exame clínico.
Fonte: Sanarflix
Palpaçã�
A palpação recolhe dados por meio do tato
(fornece impressões sobre a parte mais
superficial) e da pressão (impressões das
partes mais profundas). A palpação
frequentemente é capaz de confirmar os
pontos observados durante a inspeção.
Por meio da palpação, torna-se possível a
percepção de modificações de textura,
temperatura, umidade, espessura,
consistência, sensibilidade, volume,
dureza, vibração, pulsação, verificação
da existência de de edema, ruídos
(frêmitos), entre outros.
Técnica de palpação
➢ A abordagem deve ser tranquila e
gentil, sem deixar que o paciente
fique tenso durante o exame.
➢ É necessário explicar cada etapa do
exame ao paciente e a maneira
como ele pode cooperar.
➢ Recomenda -se que o examinador
aqueça as mãos, friccionando uma
contra a outra antes de iniciar
qualquer palpação.
➢ A posição do examinador e do
paciente depende das condições
clínicas do paciente e do segmento
corporal a ser palpado.
➢ Geralmente, o paciente fica em
decúbito dorsal, e o examinador de
pé, à direita do paciente.
Tipos de Palpação
➢ Palpação com mão espalmada →
usa-se toda a palma de uma ou de
ambas as mãos
➢ Palpação com uma das mãos
superpondo-se uma à outra
➢ Palpação com a mão espalmada →
usa-se apenas as polpas digitais e a
parte ventral dos dedos
➢ Palpação com a borda da mão
➢ Palpação usando polegar e
indicador em que se forma uma
pinça
➢ Palpação com o dorso dos dedos
ou das mãos
➢ Digitopressão → realizada com a
polpa do polegar ou do indicador.
➢ Puntipressão → comprimir com um
objeto pontiagudo um ponto do corpo
→ usada para avaliar a
sensibilidade dolorosa
➢ Vitropressão → realizada com o
auxílio de uma lâmina de vidro que é
comprimida contra a pele,
analisando a área através da própria
lâmina → aplicado para saber a
distinção entre eritema (apagamento
da vermelhidão) de púrpura (a
vermelhidão se mantém)
➢ Fricção com algodão → com uma
mecha de algodão, roça-se
levemente um segmento cutâneo,
procurando ver como o paciente o
sente → usado para sensibilidade
cutânea
➢ Pesquisa de flutuação → se aplica
o dedo indicador da mão esquerda
sobre um lado da tumefação,
enquanto o da outra mão é colocado
no lado oposto → assim, exerce-se
sucessivas compressões
perpendicularmente à superfície
cutânea → caso haja líquido, a
pressão determina um leve inchaço
do dedo da mão esquerda, ao que
se denomina flutuação.
Percussã�
Quando se golpeia um ponto qualquer do
orpo, daí, a partir disso, originam-se vibrações
ue têm características próprias quanto à
ntensidade, ao timbre e à tonalidade,
ependendo da estrutura anatômica percutida.
ntretanto, ao se realizar uma percussão,
bserva-se não só o som, mas também a
esistência oferecida pela região golpeada.
Tipos de percussão
➢ Percussão direta: golpe direto com
as pontas dos dedos, a região alvo,
como um martelo, e os movimentos
de golpear são feitos pela articulação
do punho, sendo seco e rápido.
➢ Percussão dígito digital: é
executada golpeando-se com a
borda ungueal do dedo médio de
uma mão, o indicador da outra mão
na região desejada
O dedo plexímetro - médio ou
indicador da mão esquerda - é o
único a tocar a região que está
sendo examinada, isso porque, caso
a mão pouse na região, as vibrações
serão amortecidas e o som abafado.
O golpe deve ser dado com a
borda ungueal → não pode ser
com a polpa do dedo, pois cairá em
leve obliquidade, evitando que a
unha atinja o dorso do dedo
plexímetro.
A intensidade do golpe é variável, suave
quando se trata de tórax de crianças, ou
com certa força no caso de pessoas adultas
com paredes torácicas espessas.
É aconselhável a execução de dois golpes
seguidos, secos e rápidos. A sequência de
dois golpes facilita a aquisição do ritmo que
permitirá uma sucessão de golpes de
intensidade uniforme quando se muda de
uma área para outra. Em órgãos simétricos,
é conveniente a percussão comparada de
um e outro lado.
Em relação a posição do médico e do
paciente, ela varia a depender da
localização e do tipo de percussão
realizada.
Sons
● Som maciço: é obtido percutindo-se
regiões que são desprovidas de ar,
por exemplo: coxa, fígado, coração,
baço. Analogicamente, a cabeceira
da cama, o tampo de uma mesa,
uma parede ou um bloco de madeira
também possuirão o mesmo tipo de
som.
● Som submaciço: constitui-se como
uma variação do som maciço. Isso
se deve a existência de ar em
quantidade restrita, o que lhe confere
características peculiares.
● Som pulmonar: é emitido quando
se golpeia o tórax normal,
dependente da existência de ar nos
alvéolos e outras estruturas
pulmonares. Analogicamente, ao se
percutir um colchão de mola, uma
caixa contendo pedaços de isopor ou
mesmo um livro grosso colocado
sobre a mesa.
● Som timpânico: é o que se
consegue percutindo uma caixa
vazia ou um pequeno tambor. é o
que se consegue percutindo sobre
os intestinos ou no espaço de
Traube (fundo do estômago) ou
qualquer área que contenha ar,
recoberta por uma membrana
flexível
Resumindo…
Tórax normal: som pulmonar
Fígado, coração, coxa: som maciço
Abdômen: som timpânico
Técnicas de percussão
São utilizadas em situações especiais.● Punho-percussão: mantendo-se a
mão fechada, golpeia-se com a
borda cubital a região → avaliação
de sensação dolorosa
● Percussão com a borda da mão:
os dedos ficam estendidos e unidos,
golpeando-se a região desejada com
a borda ulnar → observação se há
alguma sensação dolorosa.
● Percussão por piparote: com uma
das mãos o examinador golpeia o
abdome com piparotes, enquanto a
outra, espalmada na região
contralateral, procura captar ondas
líquidas chocando-se contra a
parede abdominal. A percussão por
piparote é usada na pesquisa de
ascite.
Auscult�
Componentes do estetoscópio:
Aplicação correta do receptor: o receptor,
seja do tipo de diafragma ou de campânula,
deve ficar levemente apoiado sobre a pele,
procurando-se, ao mesmo tempo, obter uma
perfeita coaptação de suas bordas na área
que está sendo auscultada.
Ambiente de ausculta:
O ambiente precisa ser silencioso para
permitir uma boa ausculta. Os ruídos
cardíacos e broncopulmonares são de
pequena intensidade e, para ouvi-los, é
necessário completo silêncio.
Posição do paciente e do examinador:
A posição habitual do paciente para a
ausculta do coração é o decúbito dorsal
com a cabeça apoiada ou não em um
travesseiro.
O paciente sentado com o tórax
ligeiramente inclinado para frente ou em
decúbito lateral esquerdo são outras
posições para se auscultar melhor sons
cardíacos específicos. Nas três posições,
o examinador fica em pé, à direita do
paciente.
Para se auscultar os ruídos respiratórios,
o paciente mantém-se sentado, um
pouco inclinado para frente.
O examinador posiciona-se à direita do
paciente, durante a ausculta anterior, e à
esquerda, durante a ausculta posterior.
Instruções para o paciente
➢ Quando se deseja que altere seu
modo de respirar - aumentar a
amplitude, inspirar profundamente,
expirar de modo forçado, parar a
respiração-, isso deve ser feito em
linguagem compreensível.
➢ Em uma expiração forçada, a melhor
maneira de obtê-la é solicitar ao
paciente que esvazie o peito,
soprando todo o ar que for possível
Avaliaçã� d� Estad� Gera�
➢ É um tipo avaliação considerada
subjetiva com base no conjunto de
dados exibidos pelo paciente e
interpretados de acordo com a
experiência de cada um → é aquilo
que é visto
➢ Descrição da impressão obtida:
estado geral bom; estado geral
regular; estado geral ruim.
➢ A avaliação do estado geral tem
utilidade prática, principalmente para
se compreender até que ponto a
doença atingiu o organismo visto
como um todo. Servindo assim, de
alerta para casos de sinais ou
sintomas escassos.
➢ Situação inversa também pode
ocorrer, ou seja, a manutenção de
um estado geral bom, na presença
de uma doença sabidamente grave.
Avaliaçã� d� níve� d� consciênci�
A avaliação do nível de consciência e do
estado mental implica dois aspectos: a
avaliação neurológica e psiquiátrica.
Percepção consciente: quando o paciente
se tem percepção consciente do mundo
exterior e de si, caracterizando estado de
vigília (resultado da atividade de diversas
áreas cerebrais coordenadas pelo sistema
reticular talâmico)
Entre o estado de vigília e o estado de
coma grau IV, é possível distinguir diversas
fases intermediárias em uma graduação
cujo principal elemento indicativo é o nível
de consciência.
Parâmetros de avaliação
➢ Perceptividade: capacidade para
responder a perguntas simples ou
informar aspectos corriqueiros
➢ Reatividade: capacidade de reagir a
estímulos inespecíficos.
➢ Deglutição: capacidade de levar
alimentos à boca e degluti-los
➢ Reflexos: resposta às manobras de
alguns reflexos tendinosos,plantares,
cutâneos, abdominais e pupilares.
Fal� � Linguage�
A fala é dependente de mecanismos
complexos que compreendem o órgão
fonador (laringe), os músculos da fonação e
a elaboração.
As alterações da fala classificam-se da
seguinte maneira:
➢ Disfonia ou afonia: é uma alteração
do timbre da voz causada por algum
problema no órgão fonador. A voz
pode tornar-se rouca, fanhosa ou
bitonal
➢ Dislalia: é o termo que se usa para
designar alterações menores da fala,
comuns em crianças, como a troca
de letras
➢ Disartria: decorre de alterações nos
músculos da fonação, incoordenação
cerebral (voz arrastada, escandida)
➢ Disfasia: aparece com completa
normalidade do órgão fonador e dos
músculos da fonação e depende de
uma perturbação na elaboração
cortical da fala.
Há diversos graus de disfasia, desde
alterações mínimas até perda total
da fala. A disfasia pode ser de
recepção ou sensorial (o paciente
não entende o que se diz a ele), ou
de expressão ou motora (o paciente
entende, mas não consegue se
expressar), ou ainda do tipo misto.
Fácie�
É o conjunto de dados exibidos na face do
paciente → resultado de traços
anatômicos + expressão fisionômica.
Não apenas os elementos estáticos, mas, a
expressão do olhar, os movimentos das
asas do nariz e a posição da boca. Algumas
doenças são perceptíveis pela visualização
da face.
•Fácies Miastênica: É caracterizada por
ptose palpebral bilateral, que obriga o
paciente a franzir a testa e levantar a
cabeça.
• Fácies Cushingoide: Arredondamento do
rosto, caracterizando edema, com
bochechas avermelhadas e surgimento de
acne
• Fácies Acromegálica: proeminência das
maçãs do rosto e maior desenvolvimento da
mandíbula. Aumento do nariz, lábios e
orelhas → hiperfunção hipofisária do adulto
• Fácies adenoideana: os elementos
fundamentais são o nariz pequeno e afilado
e a boca sempre entreaberta.
• Fácies parkinsoniana: a cabeça
inclina-se um pouco para frente e
permanece imóvel nesta posição → olhar
fixo → expressão de espanto. A fisionomia é
impassível e costuma-se dizer que esses
pacientes se parecem com uma figura de
máscara. A fácies parkinsoniana é
observada na síndrome ou na doença de
Parkinson
• Fácies leonina: Pele espessada, sendo
sede de grande número de lepromas de
tamanhos variados, em maior número na
fronte. Os supercílios caem, o nariz se
espessa e se alarga. Os lábios tornam-se
mais grossos e proeminentes. Há
deformidade da bochecha e do mento pelo
aparecimento de nódulos. Barba escassa ou
inexistente. → características de
hanseníase
• Fácies basedowiana: seu traço mais
característico reside nos olhos, que são
salientes (exoftalmia) e brilhantes,
destacando-se sobremaneira no rosto
magro → aspecto de espanto e ansiedade
→ presença de um bócio indicando
hipertireoidismo
• Fácies mixedematosa: constituída por um
rosto arredondado, nariz e lábios grossos,
pele seca, espessada e com acentuação de
seus sulcos. As pálpebras tomam-se
infiltradas e enrugadas. Os supercílios são
escassos e os cabelos secos e sem brilho.
Além dessas características morfológicas,
destaca-se uma expressão fisionômica
indicativa de desânimo e apatia. Esse tipo
de fácies aparece no hipotireoidismo ou
mixedema
• Fácies mongoloide: está na fenda
palpebral seu elemento característico: é
uma prega cutânea ( epicanto) que torna os
olhos oblíquos, bem distantes um do outro
→ É observada no chamado trissomia do
par 21 ou síndrome de Down, que é
tradução de um defeito genético.
• Fácies da paralisia facial periférica: é
bastante comum. Chama a atenção a
assimetria da face, com impossibilidade de
fechar as pálpebras
Biotip�
conjunto de características morfológicas
apresentadas pelo indivíduo.
• Longilíneo: pescoço longo e delgado,
tórax afilado e chato, membros alongados
com franco predomínio sobre o tronco,
panículo adiposo pouco desenvolvido,
tendência de estatura elevada
Ângulo de Charpy menor que 90°
• Mediolíneo: é o tipo intermediário e
caracteriza-se pelos seguintes → equilíbrio
entre os membros e o tronco →
desenvolvimento harmônico da musculatura
e do panículo adiposo
Ângulo de Charpy em torno de 90°
• Brevilíneo: pescoço curto e grosso, tórax
alargado e volumoso, membros curtos em
relação ao tronco, musculatura desenvolvida
e panículo adiposo espesso, tendência para
baixa estatura.
Ângulo de Charpy maior que 90°
P�tur�
Observa-se a ou posição do paciente
quando se está de pé e no leito. Uma
postura defeituosa pode ser consequência
de mau costume oude afecção da coluna
vertebral.
Do ponto de vista semiológico, podemos
classificar a postura da seguinte maneira:
● Boa postura:
- Cabeça ereta ou ligeiramente inclinada
para diante
- Peito erguido, fazendo adiantar ao máximo
essa parte do corpo
- Abdome inferior achatado ou levemente
retraído
- Curvas posteriores nos limites normais
● Postura sofrível:
- Cabeça levemente inclinada para diante
- Peito achatado
- Abdome algo protruso, passando a ser a
parte mais saliente do corpo
- Curvas posteriores exageradas
• Má postura:
- Cabeça acentuadamente inclinada para
diante
- Peito deprimido
- Abdome saliente e relaxado
- Curvas posteriores extremamente
exageradas.
Essas posturas guardam certa relação com
o biotipo da pessoa. Assim, os longilíneos
frequentemente reúnem as características
musculares generalizadas. O paciente
permanece com o tronco ligeiramente fletido
para frente, os membros superiores
igualmente fletidos, enquanto as mãos e os
dedos se movem continuamente, tomados
de um tremor lento e de amplitude sempre
igual.
March�
É o modo de andar do paciente → possível
diagnóstico para afecções neurológicas.
➢ Solicita-se ao paciente que caminhe
por aproximadamente 5m de
distância e que esteja descalço, com
olhos abertos e fechados, indo e
voltando sob a observação do
examinador.
A marcha normal pode sofrer variações em
relação a particularidades individuais ou em
razão de distúrbios do aparelho locomotor.
Marcha e envelhecimento: Com o
envelhecimento, a marcha também pode
alterar-se, mesmo na ausência de qualquer
doença.
A marcha senil caracteriza-se por aumento
da flexão dos cotovelos, cintura e quadril.
Diminuem também o balanço dos braços, o
levantamento dos pés e o comprimento dos
passos (marcha de pequenos passos).
Essas alterações são consideradas
consequência fisiológica do envelhecimento;
porém, não estão presentes em todos os
idosos
Atitud� o� decúbit� d� leit� TUDE E
DECÚBITO PREFERIDO NO LEITO
Atitude é considerada a posição adotada
pelo paciente no leito ou fora dele, por
comodidade, hábito ou com o objetivo de
conseguir alívio para algum padecimento.
Algumas posições são conscientemente
procuradas pelo paciente (voluntárias),
enquanto outras independem de sua
vontade ou são resultantes de estímulos
cerebrais (involuntárias). Somente se tem
valor diagnóstico as atitudes involuntárias
ou as que proporcionam alívio para algum
sintoma.
● Atitudes voluntárias
O paciente adota por sua vontade
Ortopneica: o paciente adota essa posição
para aliviar a falta de ar → ele permanece
sentado à beira do leito com os pés no chão
e as mãos apoiadas no colchão para
melhorar um pouco a respiração, que se faz
com dificuldade.
Genupeitoral: o paciente posiciona-se de
joelhos com o tronco fletido sobre as coxas
→ enquanto a face anterior do tórax (peito)
põe-se em contato com o solo ou colchão →
O rosto descansa sobre as mãos → essa
posição facilita o enchimento do coração
nos casos de derrame pericárdico
Posição de cócoras: é observada em
crianças com cardiopatia congênita
cianótica → Os pacientes descobrem,
instintivamente, que ela proporciona algum
alívio da hipóxia generalizada, que
acompanha essas cardiopatias, em
decorrência da diminuição do retorno
venoso para o coração.
Parkinsoniana: O paciente com doença de
Parkinson, ao se pôr de pé, apresenta
semiflexão da cabeça, tronco e membros
inferiores
Decúbito
Significa a posição de quem está deitado,
ou seja, como o paciente prefere ficar no
leito, desde que o faça conscientemente,
seja por hábito, seja para obter alívio de
algum padecimento.
● Decúbito lateral (direito e
esquerdo):
É uma posição que costuma ser adotada
quando há uma dor de origem pleurítica. Ele
se deita sobre o lado da dor.
● Decúbito dorsal:
Com pernas fletidas sobre as coxas e estas
sobre a bacia, é observado nos processos
inflamatórios pelviperitonais
● Decúbito ventral:
É comum nos portadores de cólica intestinal
O paciente deita-se de bruços e, às vezes,
coloca um travesseiro debaixo do ventre.
Referências de Imagens:
https://enfermagempiaui.com.br/posicoes-pa
ra-exames-e-tratamentos/
https://estudandoenfermagemblog.wordpres
s.com/2016/07/21/posicoes-para-exame/
https://medpri.me/upload/texto/texto-aula-97
3.html
https://quizlet.com/br/383064462/exame-fisic
o-facies-posicoes-atitude-e-decubito-preferid
o-no-leito-flash-cards/
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0/atitude-e-dec-bito-preferido
https://multisaude.com.br/artigos/ausculta-p
ulmonar/estetoscopio/
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ologia-para-enfermagem-no-caminho-da-enf
ermagem-lucas-fontes
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https://medpri.me/upload/texto/texto-aula-973.html
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