Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma, focando nos pontos principais sobre o INSS, IRRF e o cálculo do RAT. 1. Alternativa A: Afirma que o valor de R$4.500,00 referente ao INSS não é considerado um encargo social. Isso está incorreto, pois o INSS é considerado um encargo social, mesmo que descontado do empregado. O cálculo do RAT está correto (R$50.000,00 × 3,0% = R$1.500,00) e o valor líquido da folha de pagamento também está correto (R$50.000,00 - R$4.500,00 - R$6.000,00 = R$39.500,00). 2. Alternativa B: Afirma que o valor de R$6.000,00 do IRRF é considerado um encargo social da empresa, o que está incorreto. O IRRF é um imposto do empregado, e a empresa apenas faz o recolhimento. O cálculo do RAT e o valor líquido da folha estão corretos. 3. Alternativa C: Diz que apenas o INSS é considerado encargo social e que a empresa é intermediária no processo de ambos (INSS e IRRF). Isso está correto, mas a parte sobre o IRRF não ser considerado encargo social da empresa é repetida, o que é verdade. O cálculo do RAT e o valor líquido da folha estão corretos. 4. Alternativa D: Afirma que o valor de R$2.500,00 deve ser recolhido de RAT, o que está incorreto, pois o valor correto é R$1.500,00. O restante da explicação sobre INSS e IRRF está correto, mas o valor do RAT está errado. Diante da análise, a alternativa correta é a C, pois apresenta a informação correta sobre o INSS e IRRF, além de confirmar o cálculo do RAT e o valor líquido da folha de pagamento.
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Ed
há 3 anos
A alternativa correta é a letra C. Os valores de INSS e IRRF descontados dos empregados devem ser recolhidos ao governo, sendo apenas o INSS considerado um encargo social. A empresa atua como intermediária nesse processo. O valor correto a ser recolhido de RAT na GPS é de R$1.500,00 (R$50.000,00 × 3,0%). O valor líquido correto da folha de pagamento é de R$39.500,00, ou seja, R$50.000,00 - R$4.500,00 (INSS) - R$6.000,00 (IRRF).
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