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Supondo que, após receber a conclusão do inquérito policial, o Ministério Público, por negligência, tenha perdido o prazo para o oferecimento da denúncia, neste caso


a. não será possível a propositura de ação penal, por falta de legitimidade.
b. o delegado poderá oferecer a denúncia junto ao juízo competente, iniciando a ação penal.
c. o juiz deverá arquivar o inquérito policial, que somente poderá ser desarquivado se surgirem novas provas.
d. o delegado deverá arquivar o inquérito policial, pela inércia da acusação.
e. será cabível ação penal privada subsidiária da pública proposta pelo ofendido.
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há 3 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à situação em que o Ministério Público perde o prazo para oferecer a denúncia após a conclusão do inquérito policial. a) Não será possível a propositura de ação penal, por falta de legitimidade. - Incorreta, pois a falta de oferecimento da denúncia não impede a propositura da ação penal. b) O delegado poderá oferecer a denúncia junto ao juízo competente, iniciando a ação penal. - Incorreta, pois o delegado não tem essa atribuição; a denúncia é de competência do Ministério Público. c) O juiz deverá arquivar o inquérito policial, que somente poderá ser desarquivado se surgirem novas provas. - Incorreta, pois o juiz não arquiva automaticamente o inquérito por inércia do Ministério Público. d) O delegado deverá arquivar o inquérito policial, pela inércia da acusação. - Incorreta, pois o arquivamento do inquérito não é automático pela inércia do Ministério Público. e) Será cabível ação penal privada subsidiária da pública proposta pelo ofendido. - Correta, pois, se o Ministério Público não oferecer a denúncia, o ofendido pode propor a ação penal privada subsidiária. Portanto, a alternativa correta é: e) será cabível ação penal privada subsidiária da pública proposta pelo ofendido.

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há 3 anos

De acordo com o artigo 28 do Código de Processo Penal, se o Ministério Público perder o prazo para oferecer a denúncia, o ofendido ou seu representante legal poderá oferecê-la, cabendo ao juiz, após ouvir o Ministério Público, decidir se a aceita ou não. Portanto, a alternativa correta é a letra "e", que afirma que será cabível ação penal privada subsidiária da pública proposta pelo ofendido.

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Cláudio, maior de idade e capaz, residente e domiciliado em Guarulhos, SP, praticou determinado crime para o qual é prevista ação penal privada, em São Paulo, SP. A vítima do crime, Artur, maior de idade e capaz, é residente e domiciliado em Barueri, SP. Nessa situação hipotética, considerando-se o disposto no Código de Processo Penal (CPP), o foro competente para processar e julgar eventual ação privada proposta por Artur contra Cláudio será


a. Guarulhos, SP ou São Paulo, SP.
b. Barueri, SP, exclusivamente.
c. São Paulo, SP ou Barueri, SP.
d. São Paulo, SP, exclusivamente.
e. Guarulhos, SP, exclusivamente.

Sobre o caso hipotético apresentado e a queixa-crime, nos crimes de ação penal privada, nos moldes estabelecidos pelo Código de Processo Penal (CPP), assinale a alternativa INCORRETA:


a. O perdão concedido por Ronaldo à querelada Silvana a todos aproveitará, ainda que recusado por Fábio e Rodrigo.
b. O Ministério Público poderá aditar a queixa-crime, no prazo de 3 dias, contados do recebimento dos autos, e deverá intervir em todos os termos subsequentes do processo.
c. José, advogado de Ronaldo, para ajuizar a ação penal privada, deverá estar munido de procuração com poderes especiais, constando, em regra, o nome do querelante e a menção do fato criminoso.
d. Estará perempta a ação penal privada iniciada por queixa-crime apresentada por Ronaldo se este deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos.
e. Se a uma quarta pessoa for imputado o mesmo crime de Silvana, Fábio e Rodrigo, o Ministério Público deverá zelar pela indivisibilidade da ação penal, obrigando o querelante Ronaldo ao processamento de todos.

Considerando-se perempta a ação penal quando iniciada, e o querelante deixar de promover o andamento do processo em, NO MÍNIMO, quantos dias seguidos?


a. 30.
b. 5.
c. 15.
d. 25.
e. 10.

O advogado de Matheus poderá:

O advogado de Matheus poderá opor exceção de ilegitimidade da parte, diante da constatação de causa de impedimento do membro do Ministério Público que ofereceu denúncia.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de suspeição, diante da constatação de causa de suspeição do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de coisa julgada, diante da causa de impedimento do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.
O advogado de Matheus poderá apresentar resposta à acusação, mas não exceção, tendo em vista que as causas de suspeição e impedimento do magistrado não são aplicáveis aos membros do Ministério Público.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de litispendência, diante da constatação de causa de suspeição do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.

Cabe à defesa:

Requerer a absolvição imprópria do acusado, apresentando alegações finais.
Oferecer resposta à acusação, requerendo a desclassificação do crime para furto simples.
Oferecer alegações finais, requerendo somente a absolvição sumária do réu, não podendo requerer qualquer desclassificação do crime.
Requerer nulidade do feito, através da peça jurídica de defesa prévia, pois o promotor deveria ter requerido a absolvição do réu e não o fez.
Oferecer suas alegações finais, requerendo a absolvição de Péricles por causa de excludente de ilicitude, pois agiu em estado de necessidade, nos termos do artigo 386, inciso VI, do CPP.

Seguindo a regra geral contida no Código de Processo Penal, é correto afirmar que no procedimento ordinário as alegações finais, quando admitidas em forma de memoriais, serão:

Oferecidas por escrito no prazo de oito dias, respectivamente, pela acusação e pela defesa.
Apresentadas no prazo sucessivo de cinco dias, primeiro a acusação e depois a defesa.
Oferecidas somente na forma oral por 20 minutos, respectivamente, pela acusação e pela defesa, sem direito à prorrogação.
Oferecidas por escrito no prazo de dez dias.
Orais por 30 minutos, respectivamente, pela acusação e pela defesa, com direito à prorrogação por mais 10 minutos.

O advogado de Ivani entende que o juiz de

O advogado de Ivani poderá opor exceção de incompetência do juízo, tendo em vista que o crime foi cometido em local diverso daquele em que tramita o processo.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de suspeição do juiz, tendo em vista que este já se manifestou publicamente sobre o caso.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de suspeição do promotor, tendo em vista que este já se manifestou publicamente sobre o caso.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de coisa julgada, tendo em vista que a questão já foi decidida em outro processo.
O advogado de Ivani não poderá opor exceção alguma, tendo em vista que o processo tramita regularmente.

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