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Beraldo, engenheiro, procura uma autoridade policial para comunicar uma difamação que sofreu, delito que no artigo 145 do Código Penal (CP), prevê que “se procede mediante queixa”. Trata-se de crime de ação penal


a. privada personalíssima, motivo pelo qual a autoridade policial instaurará o inquérito policial se Beraldo o requerer, orientando-o, ainda, a oferecer a queixa-crime ao juízo competente.
b. pública condicionada à representação, motivo pelo qual a autoridade policial receberá a comunicação verbal de Beraldo como representação e determinará que ela seja reduzida a termo, instaurando o inquérito policial, caso não seja crime de menor potencial ofensivo, quando, então, fará termo circunstanciado.
c. pública incondicionada, que independe de representação, motivo pelo qual a autoridade policial instaurará o devido inquérito policial, independentemente da vontade do ofendido.
d. privada exclusiva, motivo pelo qual a autoridade policial instaurará o inquérito policial se Beraldo o requerer, orientando-o, ainda, a oferecer a queixa-crime ao juízo competente no prazo de 6 meses a contar da data em que tomou conhecimento quem era o autor do fato.
e. privada subsidiária da pública, motivo pelo qual a autoridade policial instaurará o inquérito policial, já que a princípio é pública, de modo que se Beraldo o requerer poderá oferecer queixa-crime.
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Testando o Conhecimento

há 3 anos

Respostas

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ano passado

Para responder à questão, precisamos entender a natureza do crime de difamação conforme o Código Penal Brasileiro. O artigo 145 do CP realmente trata da difamação e menciona que este crime é de ação penal que se procede mediante queixa. Vamos analisar as alternativas: a) Privada personalíssima - Correto que a ação penal é privada, mas a expressão "personalíssima" não é a mais adequada, pois a queixa é feita pelo ofendido, mas não é restrita a ele de forma tão rígida. b) Pública condicionada à representação - Esta alternativa está incorreta, pois a difamação não é um crime de ação pública, mas sim de ação privada. c) Pública incondicionada - Esta alternativa está incorreta, pois a difamação não é um crime de ação pública. d) Privada exclusiva - Embora a difamação seja um crime de ação privada, a expressão "exclusiva" não é a mais adequada, pois a queixa deve ser apresentada pelo ofendido. e) Privada subsidiária da pública - Esta alternativa está incorreta, pois a difamação não é um crime que se encaixa nessa categoria. A alternativa que melhor se encaixa na descrição do crime de difamação, considerando que é um crime de ação penal privada e que Beraldo deve requerer a instauração do inquérito, é a a). Portanto, a resposta correta é: a. privada personalíssima, motivo pelo qual a autoridade policial instaurará o inquérito policial se Beraldo o requerer, orientando-o, ainda, a oferecer a queixa-crime ao juízo competente.

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há 3 anos

A alternativa correta é a letra "a". O crime de difamação, previsto no artigo 145 do Código Penal, é de ação penal privada personalíssima, ou seja, depende de queixa-crime do ofendido ou de seu representante legal para que o processo penal seja iniciado. Nesse caso, a autoridade policial instaurará o inquérito policial se Beraldo o requerer, orientando-o a oferecer a queixa-crime ao juízo competente.

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Cláudio, maior de idade e capaz, residente e domiciliado em Guarulhos, SP, praticou determinado crime para o qual é prevista ação penal privada, em São Paulo, SP. A vítima do crime, Artur, maior de idade e capaz, é residente e domiciliado em Barueri, SP. Nessa situação hipotética, considerando-se o disposto no Código de Processo Penal (CPP), o foro competente para processar e julgar eventual ação privada proposta por Artur contra Cláudio será


a. Guarulhos, SP ou São Paulo, SP.
b. Barueri, SP, exclusivamente.
c. São Paulo, SP ou Barueri, SP.
d. São Paulo, SP, exclusivamente.
e. Guarulhos, SP, exclusivamente.

Sobre o caso hipotético apresentado e a queixa-crime, nos crimes de ação penal privada, nos moldes estabelecidos pelo Código de Processo Penal (CPP), assinale a alternativa INCORRETA:


a. O perdão concedido por Ronaldo à querelada Silvana a todos aproveitará, ainda que recusado por Fábio e Rodrigo.
b. O Ministério Público poderá aditar a queixa-crime, no prazo de 3 dias, contados do recebimento dos autos, e deverá intervir em todos os termos subsequentes do processo.
c. José, advogado de Ronaldo, para ajuizar a ação penal privada, deverá estar munido de procuração com poderes especiais, constando, em regra, o nome do querelante e a menção do fato criminoso.
d. Estará perempta a ação penal privada iniciada por queixa-crime apresentada por Ronaldo se este deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos.
e. Se a uma quarta pessoa for imputado o mesmo crime de Silvana, Fábio e Rodrigo, o Ministério Público deverá zelar pela indivisibilidade da ação penal, obrigando o querelante Ronaldo ao processamento de todos.

Considerando-se perempta a ação penal quando iniciada, e o querelante deixar de promover o andamento do processo em, NO MÍNIMO, quantos dias seguidos?


a. 30.
b. 5.
c. 15.
d. 25.
e. 10.

O advogado de Matheus poderá:

O advogado de Matheus poderá opor exceção de ilegitimidade da parte, diante da constatação de causa de impedimento do membro do Ministério Público que ofereceu denúncia.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de suspeição, diante da constatação de causa de suspeição do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de coisa julgada, diante da causa de impedimento do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.
O advogado de Matheus poderá apresentar resposta à acusação, mas não exceção, tendo em vista que as causas de suspeição e impedimento do magistrado não são aplicáveis aos membros do Ministério Público.
O advogado de Matheus poderá opor exceção de litispendência, diante da constatação de causa de suspeição do membro do Ministério Público que ofereceu a denúncia.

Cabe à defesa:

Requerer a absolvição imprópria do acusado, apresentando alegações finais.
Oferecer resposta à acusação, requerendo a desclassificação do crime para furto simples.
Oferecer alegações finais, requerendo somente a absolvição sumária do réu, não podendo requerer qualquer desclassificação do crime.
Requerer nulidade do feito, através da peça jurídica de defesa prévia, pois o promotor deveria ter requerido a absolvição do réu e não o fez.
Oferecer suas alegações finais, requerendo a absolvição de Péricles por causa de excludente de ilicitude, pois agiu em estado de necessidade, nos termos do artigo 386, inciso VI, do CPP.

Seguindo a regra geral contida no Código de Processo Penal, é correto afirmar que no procedimento ordinário as alegações finais, quando admitidas em forma de memoriais, serão:

Oferecidas por escrito no prazo de oito dias, respectivamente, pela acusação e pela defesa.
Apresentadas no prazo sucessivo de cinco dias, primeiro a acusação e depois a defesa.
Oferecidas somente na forma oral por 20 minutos, respectivamente, pela acusação e pela defesa, sem direito à prorrogação.
Oferecidas por escrito no prazo de dez dias.
Orais por 30 minutos, respectivamente, pela acusação e pela defesa, com direito à prorrogação por mais 10 minutos.

O advogado de Ivani entende que o juiz de

O advogado de Ivani poderá opor exceção de incompetência do juízo, tendo em vista que o crime foi cometido em local diverso daquele em que tramita o processo.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de suspeição do juiz, tendo em vista que este já se manifestou publicamente sobre o caso.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de suspeição do promotor, tendo em vista que este já se manifestou publicamente sobre o caso.
O advogado de Ivani poderá opor exceção de coisa julgada, tendo em vista que a questão já foi decidida em outro processo.
O advogado de Ivani não poderá opor exceção alguma, tendo em vista que o processo tramita regularmente.

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