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Considere o quadro de constipação intestinal funcional em crianças e adolescentes. A análise desse quadro, permite concluir, corretamente, que: Escolha uma opção: a constipação funcional se apresenta com dificuldade para evacuar, fezes de grosso calibre e ausência de episódios de incontinência fecal. história de retenção fecal excessiva e 2 ou menos evacuações por semana fazem parte dos critérios de ROMA IV. a escala de Bristol/ Amsterdã é comumente utilizada para avaliação da frequência de evacuações e auxilia no diagnóstico. para o tratamento da constipação, deve-se considerar primeiramente as mudanças alimentares, mesmo que haja sinais de impactação fecal.
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JOÃO MATHEUS

há 2 anos

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JOÃO MATHEUS

há 2 anos

Respostas

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ano passado

A análise do quadro de constipação intestinal funcional em crianças e adolescentes permite concluir que: - A constipação funcional se apresenta com dificuldade para evacuar, fezes de grosso calibre e ausência de episódios de incontinência fecal. - História de retenção fecal excessiva e 2 ou menos evacuações por semana fazem parte dos critérios de ROMA IV. - A escala de Bristol/Amsterdã é comumente utilizada para avaliação da frequência de evacuações e auxilia no diagnóstico. - Para o tratamento da constipação, deve-se considerar primeiramente as mudanças alimentares, mesmo que haja sinais de impactação fecal. Todas as opções apresentadas têm validade, mas a mais correta e abrangente em relação aos critérios de diagnóstico e tratamento é a que menciona os critérios de ROMA IV.

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há 2 anos

A análise desse quadro permite concluir, corretamente, que a constipação funcional se apresenta com dificuldade para evacuar, fezes de grosso calibre e ausência de episódios de incontinência fecal. Além disso, a história de retenção fecal excessiva e 2 ou menos evacuações por semana fazem parte dos critérios de ROMA IV. A escala de Bristol/Amsterdã é comumente utilizada para avaliação da forma das fezes e não da frequência de evacuações. Para o tratamento da constipação, deve-se considerar primeiramente as mudanças alimentares, mesmo que haja sinais de impactação fecal.

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