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Quanto à responsabilidade civil do Estado, é correto afirmar que: A. a responsabilidade civil objetiva do Estado, em regra, não admite hipóteses que possam afastar o dever de indenizar do ente público. B. sempre que a vítima propõe ação de reparação civil contra o Estado, deve comprovar a conduta culposa ou dolosa do agente público. C. a teoria do risco administrativo permite ao Estado invocar em sua defesa excludentes do nexo de causalidade. D. somente haverá responsabilidade objetiva do Estado nos casos de práticas de atos ilícitos pelos agentes. E. a ocorrência de caso fortuito ou de força maior apenas permitem mitigar o quantum indenizatório a ser pago à vítima.
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Respostas

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há 12 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas sobre a responsabilidade civil do Estado: A. A responsabilidade civil objetiva do Estado, em regra, não admite hipóteses que possam afastar o dever de indenizar do ente público. - Esta afirmação está incorreta, pois existem situações que podem afastar a responsabilidade, como caso fortuito ou força maior. B. Sempre que a vítima propõe ação de reparação civil contra o Estado, deve comprovar a conduta culposa ou dolosa do agente público. - Esta afirmação é falsa, pois na responsabilidade civil objetiva, não é necessário comprovar a culpa do agente. C. A teoria do risco administrativo permite ao Estado invocar em sua defesa excludentes do nexo de causalidade. - Esta afirmação é incorreta, pois a teoria do risco administrativo implica que o Estado é responsável independentemente de culpa, e não pode invocar excludentes do nexo de causalidade. D. Somente haverá responsabilidade objetiva do Estado nos casos de práticas de atos ilícitos pelos agentes. - Esta afirmação é falsa, pois a responsabilidade objetiva do Estado pode ocorrer mesmo em casos de atos lícitos, desde que causem dano a terceiros. E. A ocorrência de caso fortuito ou de força maior apenas permitem mitigar o quantum indenizatório a ser pago à vítima. - Esta afirmação é a mais correta, pois a ocorrência de caso fortuito ou força maior pode sim afastar ou mitigar a responsabilidade do Estado. Portanto, a alternativa correta é: E. a ocorrência de caso fortuito ou de força maior apenas permitem mitigar o quantum indenizatório a ser pago à vítima.

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Craque NetoCraque Neto

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há 2 anos

Vamos analisar cada alternativa: A. A responsabilidade civil objetiva do Estado, em regra, não admite hipóteses que possam afastar o dever de indenizar do ente público. - Esta afirmativa está incorreta. A responsabilidade civil objetiva do Estado admite sim hipóteses que possam afastar o dever de indenizar, como nos casos de culpa exclusiva da vítima ou de terceiros. B. Sempre que a vítima propõe ação de reparação civil contra o Estado, deve comprovar a conduta culposa ou dolosa do agente público. - Esta afirmativa está incorreta. Na responsabilidade civil objetiva do Estado, a vítima não precisa comprovar a conduta culposa ou dolosa do agente público, bastando comprovar o dano e o nexo de causalidade. C. A teoria do risco administrativo permite ao Estado invocar em sua defesa excludentes do nexo de causalidade. - Esta afirmativa está incorreta. A teoria do risco administrativo implica que o Estado responde pelos danos causados independentemente de culpa, não permitindo ao Estado invocar excludentes do nexo de causalidade. D. Somente haverá responsabilidade objetiva do Estado nos casos de práticas de atos ilícitos pelos agentes. - Esta afirmativa está incorreta. A responsabilidade objetiva do Estado não se limita apenas a atos ilícitos, mas abrange também atos lícitos que causem danos. E. A ocorrência de caso fortuito ou de força maior apenas permitem mitigar o quantum indenizatório a ser pago à vítima. - Esta afirmativa está correta. Caso fortuito ou força maior podem mitigar o valor da indenização a ser paga à vítima, mas não excluem a responsabilidade do Estado. Portanto, a alternativa correta é a letra E.

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Quanto à comprovação da culpa exclusiva da vítima, pode-se afirmar que: A. assim como a culpa concorrente, rompe o nexo de causalidade. B. afasta o dever de indenizar por parte do Estado. C. pode ser reconhecida nos casos de detentos mortos nos presídios, em conflito com facções rivais, pois independe da ação estatal. D. restará sempre presumida, em razão da responsabilidade objetiva do Estado, não necessitando de produção de provas. E. mesmo que o agente público tenha concorrido com o resultado danoso, rompe o liame de causalidade e afasta o dever de indenizar.

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