Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada uma das alternativas com base no que sabemos sobre norma padrão e variantes linguísticas, especialmente à luz das ideias de Evanildo Bechara. A) Pode-se inferir que o poliglota a que o autor se refere seja alguém capaz de transitar entre diferentes falares. - Esta alternativa parece correta, pois um poliglota é alguém que fala várias línguas e, portanto, pode transitar entre diferentes variantes. B) Os falantes devem usar a norma padrão de sua própria língua nacional. - Embora a norma padrão seja importante, essa afirmação é muito rígida e não considera a riqueza das variantes linguísticas. C) As aspas são empregadas para indicar que o termo poliglota foi empregado em sentido denotativo. - As aspas geralmente indicam um uso figurado ou especial, não denotativo. D) Ser poliglota da própria língua implica falar direito e não cometer erros. - Essa afirmação é problemática, pois a ideia de "falar direito" pode ser subjetiva e não considera as variantes linguísticas. E) O sucesso da educação linguística, segundo o autor, consiste em capacitar os falantes para o uso da variante de maior prestígio. - Essa alternativa é uma interpretação válida, mas pode não refletir totalmente a visão de Bechara sobre a diversidade linguística. Após essa análise, a alternativa mais correta e que se alinha com a ideia de um poliglota que transita entre diferentes falares é: A) Pode-se inferir que o poliglota a que o autor se refere seja alguém capaz de transitar entre diferentes falares.
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