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É causa que, por força de lei, pode acarretar o adiamento de audiência de instrução e julgamento em causa cível

A atraso injustificado de vinte minutos no seu início.
B ausência, ainda que injustificada, de testemunha.
C convenção das partes.
D ausência do Ministério Público.
E ausência do advogado de uma das partes.
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Perguntas sobre Projetos de Ensino

há 2 anos

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta sobre o adiamento de audiência de instrução e julgamento em causa cível, vamos analisar as alternativas: A) Atraso injustificado de vinte minutos no seu início - O atraso pode ser considerado, mas não é uma causa automática para adiamento. B) Ausência, ainda que injustificada, de testemunha - A ausência de testemunha pode sim acarretar o adiamento, pois a presença delas é fundamental para o andamento do processo. C) Convenção das partes - As partes podem acordar sobre o adiamento, mas isso não é uma causa legal obrigatória. D) Ausência do Ministério Público - A presença do Ministério Público é importante em alguns casos, e sua ausência pode justificar o adiamento. E) Ausência do advogado de uma das partes - A ausência do advogado pode ser uma causa para o adiamento, pois o direito à ampla defesa deve ser respeitado. Analisando as opções, a alternativa que se destaca como causa legal para o adiamento da audiência é a B) ausência, ainda que injustificada, de testemunha. Essa é uma causa que pode acarretar o adiamento por força de lei.

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Teixeira firmou com Albérico contrato de compra e venda por meio do qual adquiriu 50 vacas leiteiras para servir-lhe como fonte de renda familiar, comprometendo-se a pagar pelos semoventes o valor de R$ 135 mil. Teixeira ofereceu como garantia real hipotecária ao cumprimento da obrigação pactuada o único imóvel residencial de sua propriedade, contudo a referida garantia não foi registrada no cartório de registro de imóveis. Como houve o descumprimento do contrato, Albérico ajuizou ação de cobrança, que foi julgada procedente, tendo Teixeira sido condenado ao pagamento da dívida acordada. Após o trânsito em julgado, Albérico propôs o cumprimento de sentença, que foi impugnado. A impugnação foi rejeitada, tendo o magistrado determinado o prosseguimento da expropriação do bem imóvel oferecido como garantia no contrato de compra e venda descumprido. Conforme o entendimento do STJ, nessa situação hipotética, a decisão que rejeitou a impugnação foi

A equivocada, pois a cláusula que instituiu a garantia hipotecária, embora fosse válida, era ineficaz, em razão da falta do registro da hipoteca no cartório de imóveis.
B equivocada, pois a cláusula que instituiu a garantia hipotecária era inválida, uma vez que só se daria a constituição do direito real após a sua inscrição no cartório de registro de imóveis.
C equivocada, pois é vedada a penhora de bem de família dado em garantia hipotecária na hipótese de dívida constituída em favor da entidade familiar.
D correta, pois se admite a penhora de bem de família dado em garantia hipotecária na hipótese de dívida constituída em favor da entidade familiar, não sendo a falta do registro da hipoteca fator impeditivo para sua validade e eficácia entre as partes como crédito pessoal.
E correta, pois se admite a penhora de bem de família dado em garantia hipotecária, ainda que a dívida não fosse constituída em favor da entidade familiar, não sendo a falta do registro da hipoteca fator impeditivo para sua validade e eficácia entre as partes como crédito pessoal.

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