Ed
ano passado
Para responder à sua pergunta sobre os princípios que fundamentam a criação dos conselhos dos direitos da criança e do adolescente, é importante considerar a legislação brasileira, especialmente o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Analisando as opções: (A) intervenção mínima, proteção integral e sigilosidade - Embora a proteção integral seja um princípio importante, a sigilosidade não é um dos três princípios fundamentais. (B) prevalência dos interesses, gratuidade e municipalização - Esses conceitos não são os princípios fundamentais que regem os conselhos. (C) prioridade absoluta, primazia e interesse superior - A prioridade absoluta é um princípio fundamental, mas "primazia" e "interesse superior" não são os três princípios que fundamentam a criação dos conselhos. (D) brevidade, excepcionalidade e intervenção precoce - Esses conceitos não são os princípios fundamentais dos conselhos. (E) participação, paridade e controle social - Esses são princípios que refletem a essência da atuação dos conselhos, mas não são os três princípios fundamentais. A opção correta que apresenta os três princípios que fundamentam a criação dos conselhos dos direitos da criança e do adolescente é: C) prioridade absoluta, primazia e interesse superior.
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