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Se, em sentença transitada em julgado, for declarada inexistente a obrigação que ensejou a execução, o exequente

A será advertido por praticar ato atentatório à dignidade da justiça.
B será alvo de comunicação à OAB, a ser determinada pelo juiz.
C ressarcirá o executado dos danos a este causados.
D responderá por litigância de má-fé.
E pagará multa por deslealdade processual.
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há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Vamos analisar as alternativas apresentadas: A) Será advertido por praticar ato atentatório à dignidade da justiça. - Essa alternativa pode ser considerada, pois a prática de atos que desrespeitam a dignidade da justiça pode levar a advertências. B) Será alvo de comunicação à OAB, a ser determinada pelo juiz. - Essa alternativa não é comum em casos de declaração de inexistência de obrigação. C) Ressarcirá o executado dos danos a este causados. - Essa alternativa é plausível, pois se a obrigação foi declarada inexistente, o exequente pode ser responsabilizado por danos causados ao executado. D) Responderá por litigância de má-fé. - Essa alternativa também é válida, pois se o exequente persistiu em uma execução de uma obrigação inexistente, pode ser considerado litigante de má-fé. E) Pagará multa por deslealdade processual. - Essa alternativa é uma possibilidade, mas não é a mais comum. Dentre as opções, a mais correta e que reflete a responsabilidade do exequente em caso de declaração de inexistência da obrigação é a C) ressarcirá o executado dos danos a este causados.

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