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O território não é apenas o conjunto dos sistemas naturais e de sistemas de coisas superpostas. O território tem que ser entendido como o território usado, não o território em si. O território usado é o chão mais a identidade. A identidade é o sentimento de pertencer àquilo que nos pertence. O território é o fundamento do trabalho, o lugar da residência, das trocas materiais, culturais, espirituais e do exercício da vida. O território em si não é uma categoria de análise em disciplinas históricas, como a geografia. É o território usado que é uma categoria de análise. Deve-se tratar o território como: Escolha uma opção:

a. a territorialidade como necessidade de superposição material.
b. a identidade como território usado e fundamento do trabalho.
c. o território usado, a identidade e o exercício do que envolve a vida.
d. o território em si, como instrumento de domínio cultural e identitário.
e. o território como espaço desvinculado da percepção de pertencimento a uma territorialidade cultural.
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ano passado

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ano passado

Para entender a questão, é importante destacar que o texto enfatiza a ideia de que o território deve ser visto não apenas como um espaço físico, mas como um espaço que envolve identidade e pertencimento. O conceito de "território usado" é central, pois relaciona o espaço à vivência e à cultura das pessoas que o habitam. Vamos analisar as opções: a) a territorialidade como necessidade de superposição material. - Esta opção foca na superposição material, mas não aborda a identidade e o uso do território. b) a identidade como território usado e fundamento do trabalho. - Embora mencione a identidade e o trabalho, não abrange completamente a ideia de "território usado" como um todo. c) o território usado, a identidade e o exercício do que envolve a vida. - Esta opção abrange bem a ideia central do texto, que relaciona o território ao uso, à identidade e à vida. d) o território em si, como instrumento de domínio cultural e identitário. - Esta opção foca no território em si, o que vai contra a ideia apresentada no texto. e) o território como espaço desvinculado da percepção de pertencimento a uma territorialidade cultural. - Esta opção contradiz a ideia de pertencimento e identidade que o texto defende. A opção que melhor reflete a ideia do texto, que é a relação entre o território usado, a identidade e o exercício da vida, é: c) o território usado, a identidade e o exercício do que envolve a vida.

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O assistente social, ao trabalhar junto às comunidades, deve associar esses grupos populacionais e familiares às especificidades do seu território. O desvelamento desse território deve considerar:


a. a preponderância dos fatores relacionados à renda, pois estes por si só são capazes de medir de forma mais precisa a vulnerabilidade das famílias e territórios; para esta interpretação deve-se somar como fator de precisão da vulnerabilidade o descarte da perspectiva do potencial de inclusão.
b. as variadas formas de vulnerabilidade social, a matriz das respostas de proteção social que pode representar uma conjugação diferenciada para, ao mesmo tempo, deixar evidente a potencialidade possível e a medida da vulnerabilidade vivida.
c. a vulnerabilidade como um fator que afeta individualmente os moradores de uma determinada região e a leitura socioterritorial não pode ser considerada para a leitura da vulnerabilidade das famílias.
d. a leitura da realidade pautada exclusivamente em indicadores mensuráveis e consagrados por ciências como a geografia, a saúde e a economia, pois o acesso às respostas de proteção não pode ser medido de forma exata e precisa.
e. a vulnerabilidade intrafamiliar desvinculada das determinações socio-históricas, pois estas não afetam o cotidiano contemporâneo do espaço vivido.

A Norma Operacional Básica (NOB-SUAS/2012), ao tratar do Diagnóstico Socioterritorial, estabelece, no art. 20, que sua realização, a cada quadriênio, compõe a elaboração dos Planos de Assistência Social em cada esfera de governo. No parágrafo único, destaca que o diagnóstico tem por base o conhecimento da realidade a partir da leitura dos territórios, microterritórios ou outros recortes socioterritoriais que possibilitem identificar as dinâmicas sociais, econômicas, políticas e culturais que os caracterizam, reconhecendo ainda suas demandas e

(A) suas potencialidades.
(B) suas concretudes.
(C) suas uniformidades.
(D) seus limites.
(E) suas adequações.

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