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O componente mais comum dos cálculos urinários é o cálcio, que é constituinte principal de quase 80% das pedras. Oxalato de cálcio compõe cerca de 60% de todos os cálculos, oxalato de cálcio misto e hidroxiapatita 20% e os cálculos de brushite 2%. Qual é a anormalidade mais comum identificada em formadores de cálculos de cálcio?

A. Hipercalciúria.
B. Hiperoxalúria.
C. Hipocitratúria.
D. Hiperuricosúria.
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Desafios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta sobre a anormalidade mais comum identificada em formadores de cálculos de cálcio, vamos analisar as opções: A. Hipercalciúria - Refere-se à excreção excessiva de cálcio na urina, que é uma das principais causas de formação de cálculos de oxalato de cálcio. B. Hiperoxalúria - Refere-se à excreção excessiva de oxalato na urina, que também pode contribuir para a formação de cálculos, mas não é a anormalidade mais comum. C. Hipocitratúria - Refere-se à baixa excreção de citrato na urina. O citrato ajuda a inibir a formação de cálculos, então a hipocitratúria pode estar associada a cálculos, mas não é a mais comum. D. Hiperuricosúria - Refere-se à excreção excessiva de ácido úrico na urina, que está mais relacionada a cálculos de ácido úrico do que aos de cálcio. Diante dessa análise, a anormalidade mais comum identificada em formadores de cálculos de cálcio é: A. Hipercalciúria.

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Paciente de 35 anos procurou a Emergência por quadro de febre, dor lombar e disúria. Negou comorbidades. Ao exame, encontrava-se prostrada, com temperatura axilar de 38° C e sinais vitais estáveis, sem outras alterações. A punho-percussão lombar foi positiva à direita. Diante desse quadro, que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?
(A) Solicitar ultrassonografia de vias urinárias e iniciar antibioticoterapia empírica por via oral.
(B) Solicitar urocultura, iniciar antibioticoterapia empírica por via oral e liberar a paciente.
(C) Internar a paciente, solicitar urocultura e aguardar o resultado do exame para iniciar o tratamento.
(D) Internar a paciente, solicitar urocultura e iniciar antibioticoterapia por via intravenosa de amplo espectro.

Assinale a assertiva correta sobre o manejo preventivo de litíase renal recorrente.
(A) A prevenção requer uso de medicação contínua, independentemente do tipo de cálculo.
(B) O consumo de fluidos deve ser suficiente para manter o débito urinário em 2 litros/dia.
(C) O consumo de cálcio deve ser inferior a 1.000 mg/dia, e o de sódio, superior a 100 mEq/dia.
(D) O consumo de frutas e vegetais deve ser evitado pelo risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio.

Mulher de 23 anos apresenta quadro de dor lombar à direita, iniciado há dois dias, de forte intensidade, com irradiação para a vagina, associado a náuseas e vômitos e refratário a analgésicos comuns. Procura a emergência ao apresentar pico febril de 38,8°C. A TC de abdômen sem contraste evidenciou cálculo em ureter distal direito, de cerca de 9mm, com hidronefrose ipsilateral e borramento de gordura perirrenal. Nesse caso, o melhor esquema antibiótico e a conduta definitiva mais adequada para o caso, respectivamente, são:


A amoxicilina com clavulanato / realização de litotripsia extracorpórea
B sulfametoxazol com trimetoprima / prescrição de tansulosina
C levofloxacina / realização de nefrolitotomia percutânea
D ceftriaxona / realização de ureterorrenolitotripsia

Um paciente chega ao hospital com febre há 2 dias e dor em região lombar direita. Ao realizar exames, recebe o diagnóstico de ureterolitiase obstrutiva à direita, com hidronigrose ipsilateral, alteração significativa da função renal e infecção associadas com sinais de sepse. Qual é a melhor abordagem para esse paciente?


A. Administração de anti-inflamatório não esteroidais e analgésicos e realização de litotripsia ureteroscópica.
B. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e litotripsia extracorpórea - por ser o método menos invasivo para o paciente nesse momento.
C. Analgesia, prescrição de alfa-bloqueadores, como a doxazosina, e litotripsia ureteroscópica de urgência.
D. Analgesia e reposição volêmica, anti-inflamatórios não esteroidais e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefostomia percutânea.
E. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefrostomia percutânea.

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