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Analise as assertivas e assinale a alternativa correta: I - O princípio da legalidade está previsto no art. 5º, II, da CF/88 e prevê que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. II - O princípio da legalidade tem a mesma interpretação e aplicabilidade em relação à Administração Pública tal qual para o particular.

a. I e II são falsas.
b. Somente I é verdadeira.
c. Somente II é verdadeira.
d. I e II são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
e. I e II são verdadeiras e segunda não justifica a primeira.
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há 2 anos

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há 2 anos

Vamos analisar as assertivas: I - O princípio da legalidade está previsto no art. 5º, II, da CF/88 e prevê que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Esta afirmativa é verdadeira, pois realmente o artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal de 1988 estabelece esse princípio. II - O princípio da legalidade tem a mesma interpretação e aplicabilidade em relação à Administração Pública tal qual para o particular. Esta afirmativa é falsa. Embora o princípio da legalidade se aplique tanto a particulares quanto à Administração Pública, a sua aplicação é diferente. A Administração Pública deve agir estritamente dentro da lei, enquanto os particulares têm mais liberdade, desde que não infrinjam a lei. Com base nessa análise, a alternativa correta é: b. Somente I é verdadeira.

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Assinale a alternativa falsa:

a. Os governos estrangeiros podem adquirir a propriedade dos prédios necessários à sede dos representantes diplomáticos ou dos agentes consulares.
b. As organizações destinadas a fins de interesse coletivo, como as sociedades e as fundações, obedecem à lei da nacionalidade de seus sócios.
c. A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para suceder.
d. É competente a autoridade judiciária brasileira, quando for o réu domiciliado no Brasil ou aqui tiver de ser cumprida a obrigação.
e. A prova dos fatos ocorridos em país estrangeiro rege-se pela lei que nele vigorar, quanto ao ônus e aos meios de se produzir, não admitindo os tribunais brasileiros provas que a lei brasileira desconheça.

Muito do nosso Direito pátrio foi inspirado no Direito Romano. Quando fazemos uma análise histórica, saber a origem dos institutos jurídicos é de extrema importância, a finalidade social para a qual eles foram criados e em qual momento histórico e econômico. A Lei das XII Tábuas surgiu como uma resposta a uma das revoltas da plebe, que lutou durante séculos por igualdade civil e política. Alguns de seus dispositivos têm paridade com a nossa atual legislação processual civil. Assim, ao analisarmos o item 10, da Tábua I, que dispõe: “depois do meio dia, se apenas uma parte comparece, o Pretor decida a favor da que está presente”, podemos dizer que mantém paridade com a nossa atual legislação no que toca:
a) Ao instituto da revelia.
a) Ao instituto da revelia.
b) Ao horário dos atos processuais.
c) À sucessão testamentária.
d) À liberdade de manifestação de pensamento.
e) Aos direitos reais.

Para que uma lei seja proposta pela iniciativa popular, é necessário:

a) Que um cidadão apresente, individualmente, à Câmara dos Deputados o projeto lei sobre único assunto.
b) Que um cidadão apresente, individualmente, à Câmara dos Deputados o projeto lei sobre único assunto e desde que esse projeto esteja sancionado pelo Presidente da República.
c) Um projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, desde que esse um por cento esteja distribuídos pelos dez estados e, em cada estado, com não menos de 0,3% dos eleitores.
d) Um projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, desde que esse um por cento esteja distribuído por, pelo menos, cinco estados e, em cada estado, com não menos de 0,3% dos eleitores.
e) Que o projeto de lei tenha status estadual, valendo somente no estado em que foi proposto para regular questões locais.

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