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Genética

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O professor de genética do Centro Universitário de Caratinga (UNEC), juntamente com seus estagiários, realizaram uma pesquisa para compreender o aparecimento de uma alteração no tamanho diminuído de uma das asas de um lote de insetos polinizadores. O professor e seus estagiários constataram que cromossomos não homólogos dos animais com a asa modificada apresentavam um rearranjo, indicando uma troca mútua de segmentos, sugerindo, portanto, que essa alteração era a causa provável do aparecimento da asa menor. A alteração estrutural que incidiu nesses cromossomos denomina-se:
a. inversão.
b. translocação.
c. deficiência.
d. crossing-over.
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Aprendendo com Desafios

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta, vamos analisar as opções apresentadas em relação ao que foi descrito no enunciado. A pesquisa indica que houve um rearranjo nos cromossomos não homólogos, com uma troca mútua de segmentos. Vamos ver o que cada termo significa: a) Inversão - Refere-se a um segmento de cromossomo que é invertido, mas não envolve troca entre cromossomos diferentes. b) Translocação - Envolve a troca de segmentos entre cromossomos não homólogos, o que se encaixa na descrição do enunciado. c) Deficiência - Refere-se à perda de um segmento de cromossomo, o que não se aplica aqui. d) Crossing-over - É um processo que ocorre durante a meiose, onde há troca de segmentos entre cromossomos homólogos, não não homólogos. Diante disso, a alteração estrutural que ocorreu nos cromossomos não homólogos, com troca mútua de segmentos, é chamada de translocação. Portanto, a alternativa correta é: b) translocação.

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O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição, entre os países consumidores da bebida. O Brasil responde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos. Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a cafeicultura brasileira é uma das mais exigentes do mundo, em relação às questões sociais e ambientais, e há uma preocupação em se garantir a produção de um café sustentável. Alguns pesquisadores admitem que a espécie Coffea arabica tenha se originado na Etiópia, a partir da hibridização natural entre duas espécies ancestrais: Coffea eugenioides (2n = 22 cromossomos) e Coffea canephora (2n = 22 cromossomos). No híbrido resultante, teria havido uma duplicação do número de cromossomos (poliploidização): em uma das divisões celulares, as cromátides de todos os cromossomos, ao invés de migrarem cada uma delas para ambas as células-filhas, teriam permanecido na mesma célula. Deste modo, originou-se um novo ramo, ou uma nova planta, tetraplóide. Esta nova planta é a Coffea arabica, que hoje cultivamos e que tem importante papel em nossa economia.
A partir destas informações, é possível dizer que o número de cromossomos: no gameta da espécie C. eugenioides, no gameta da espécie C. canephora e na célula somática e no gameta de C. arábica são, respectivamente:
a. 11, 11, 22 e 11
b. 22, 22, 88 e 44.
c. 11, 11, 44 e 22.
d. 22, 22, 44 e 22.

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