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A filosofia nos leva a pensar e questionar sobre situações da realidade. Esse pensar e questionar não é feito de qualquer maneira, ele deve ter alguns critérios para que se diga uma reflexão filosófica. Nesse aspecto, é preciso que contemple três requisitos. Quais são eles?
a) A radicalidade, o rigor e o conjunto.
b) A espontaneidade, a flexibilidade e a individualidade.
c) A criatividade, a mobilização e a flexibilidade.
d) O conjunto, a radicalidade e a espontaneidade.
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Para identificar os três requisitos que devem estar presentes em uma reflexão filosófica, vamos analisar as alternativas: a) A radicalidade, o rigor e o conjunto - A radicalidade e o rigor são aspectos importantes na filosofia, pois envolvem a profundidade e a precisão do pensamento. O "conjunto" não é um termo comum nesse contexto. b) A espontaneidade, a flexibilidade e a individualidade - Embora esses aspectos possam ser relevantes em algumas abordagens, não são considerados requisitos fundamentais para uma reflexão filosófica. c) A criatividade, a mobilização e a flexibilidade - Criatividade é importante, mas "mobilização" e "flexibilidade" não são requisitos típicos para a reflexão filosófica. d) O conjunto, a radicalidade e a espontaneidade - Novamente, "conjunto" e "espontaneidade" não são termos que se encaixam bem como requisitos essenciais. A alternativa que melhor se alinha com os critérios tradicionais da reflexão filosófica é a) A radicalidade, o rigor e o conjunto. Portanto, a resposta correta é a) A radicalidade, o rigor e o conjunto.

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(ENADE, 2011) A cibercultura pode ser vista como herdeira legítima (embora distante) do projeto progressista dos filósofos do século XVII. De fato, ela valoriza a participação das pessoas em comunidades de debate e argumentação. Na linha reta das morais da igualdade, ela incentiva uma forma de reciprocidade essencial nas relações humanas. Desenvolveu-se a partir de uma prática assídua de trocas de informações e conhecimentos, coisa que os filósofos do Iluminismo viam como principal motor do progresso. (...) A cibercultura não seria pós-moderna, mas estaria inserida perfeitamente na continuidade dos ideais revolucionários e republicanos de liberdade, igualdade e fraternidade. A diferença é apenas que, na cibercultura, esses "valores" se encarnam em dispositivos técnicos concretos. Na era das mídias eletrônicas, a igualdade se concretiza na possibilidade de cada um transmitir a todos; a liberdade toma forma nos softwares de codificação e no acesso a múltiplas comunidades virtuais, atravessando fronteiras, enquanto a fraternidade, finalmente, se traduz em interconexão mundial. O desenvolvimento de redes de relacionamento por meio de computadores e a expansão da Internet abriram novas perspectivas para a cultura, a comunicação e a educação.
De acordo com as ideias do texto apresentado, a cibercultura:
a) Incorpora valores do Iluminismo ao favorecer o compartilhamento de informações e conhecimentos.
b) Banalizou a ciência ao disseminar o conhecimento nas redes sociais.
c) Constituiu negação dos valores progressistas defendidos pelos filósofos do Iluminismo.
d) Valorizou o isolamento dos indivíduos pela produção de softwares de codificação.

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