Ed
há 2 anos
Para entender o sentido do último parágrafo do texto, precisamos analisar as alternativas e como elas se relacionam com a ideia central que pode estar sendo discutida sobre a velhice e a sociedade. (A) Do jeito que as coisas estão, os velhos parecem não ter qualquer importância. - Essa opção sugere uma desvalorização dos idosos, mas não necessariamente reflete uma análise mais profunda. (B) Tudo leva a crer que os velhos serão cada vez mais escassos, dado o atropelo da vida moderna. - Essa alternativa fala sobre a escassez dos velhos, mas não aborda diretamente a questão do prestígio ou da percepção social. (C) O prestígio do que é novo é tão grande que já ninguém repara na existência dos velhos. - Esta opção sugere que a sociedade valoriza tanto o novo que ignora os velhos, o que pode ser uma crítica à modernidade. (D) A velhice nas cidadezinhas do interior é tão harmoniosa que um dia ninguém mais sentirá o próprio envelhecimento. - Essa alternativa parece idealizar a velhice, o que pode não ser o foco do texto. (E) No ritmo em que as coisas vão, a própria velhice talvez não venha a ter tempo para tomar consciência de si mesma. - Essa opção sugere uma reflexão sobre a velhice e a falta de tempo para a autoanálise, o que pode ser uma crítica à vida moderna. Analisando as opções, a alternativa que melhor reflete uma crítica à valorização do novo em detrimento do velho, e que parece se alinhar com a ideia de que a sociedade ignora a velhice, é a opção (C): "O prestígio do que é novo é tão grande que já ninguém repara na existência dos velhos."
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