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Tendo como base o CTN, é correto afirmar que a infração relacionada com o documento fiscal n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como contravenção na lei penal.
(A) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como contravenção na lei penal.
(B) n° 1001 pode ser objeto de anistia, pois ela não ocasionou prejuízo no pagamento do ICMS.
(C) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois as duas infrações foram cometidas pelo contribuinte, no mesmo ano civil, sendo que somente a infração cometida em primeiro lugar é que poderia ser anistiada.
(D) n° 1001 pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como crime na lei penal.
(E) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois o contribuinte agiu com dolo.
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há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas à luz do Código Tributário Nacional (CTN) e das regras sobre anistia. A anistia, segundo o CTN, pode ser concedida para infrações que não sejam tipificadas como crime. Vamos analisar cada alternativa: (A) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como contravenção na lei penal. - Esta afirmação está correta, pois a anistia não se aplica a infrações que não são tipificadas como contravenção. (B) n° 1001 pode ser objeto de anistia, pois ela não ocasionou prejuízo no pagamento do ICMS. - A afirmação não é suficiente para garantir a anistia, pois a natureza da infração é o que importa. (C) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois as duas infrações foram cometidas pelo contribuinte, no mesmo ano civil, sendo que somente a infração cometida em primeiro lugar é que poderia ser anistiada. - Essa afirmação não é correta, pois a ordem das infrações não é um critério para a anistia. (D) n° 1001 pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como crime na lei penal. - Essa afirmação é válida, mas não se relaciona diretamente com a infração n° 2002. (E) n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois o contribuinte agiu com dolo. - O dolo pode impedir a anistia, mas a questão principal é se a infração é tipificada como crime ou contravenção. Diante da análise, a alternativa que melhor se alinha com a afirmação inicial sobre a infração n° 2002 e a questão da anistia é a (A): n° 2002 não pode ser objeto de anistia, pois essa infração não é tipificada, concomitantemente, como contravenção na lei penal.

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(A) do ICMS devido nas aquisições em outros Estados e no Distrito Federal de bens ou mercadorias não sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, que deverá ser pago com observância da legislação aplicável às demais pessoas jurídicas.
(B) do IPI, relativo à saída de produto de fabricação própria, que deverá ser pago com observância da legislação aplicável às demais pessoas jurídicas.
(C) do ISSQN, relativo a serviço prestado pelo contribuinte, no Brasil, quando caiba a ele pagar o imposto em guia de recolhimento especial, que deverá ser pago com observância da legislação aplicável às demais pessoas jurídicas.
(D) do ICMS devido nas operações de saída interna, promovidas pelo contribuinte, com destino a consumidor final não contribuinte, acobertadas por documento fiscal hábil, não sujeita ao regime de substituição tributária, tributação concentrada ou antecipação do recolhimento do imposto, que deverá ser pago com observância da legislação aplicável às demais pessoas jurídicas.
(E) nem dispensa o pagamento das contribuições instituídas pela União, para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional, vinculadas ao sistema sindical.

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