Ed
há 11 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando os sintomas do paciente: disfagia, regurgitação, halitose e a história de internações por pneumonia. (A) Trata-se de um doente com megaesôfago que precisa de uma endoscopia para comprovar seu diagnóstico e decidir entre tratamento clínico ou cirúrgico. - O megaesôfago pode causar disfagia e regurgitação, mas a halitose e a história de pneumonia não são características típicas. (B) O diagnóstico mais provável é de câncer de esôfago e a esofagectomia está indicada o mais cedo possível para evitar a progressão da doença. - Embora o câncer de esôfago possa causar disfagia, a ausência de emagrecimento e a evolução lenta do quadro tornam essa hipótese menos provável. (C) O caso é característico de doença do refluxo gastroesofágico e a manometria é o exame que tem a maior capacidade de comprovar o diagnóstico e definir a conduta. - A doença do refluxo geralmente não causa halitose e a disfagia é menos comum. (D) Espasmo esofágico difuso é o provável diagnóstico e a pHmetria pode confirmá-lo e definir a conduta. - O espasmo esofágico pode causar disfagia, mas não é a principal hipótese considerando os outros sintomas. (E) A principal hipótese diagnóstica é de divertículo de Zenker e um estudo contrastado comprovaria sua presença e auxiliaria na definição entre tratamento endoscópico ou cirúrgico. - O divertículo de Zenker é caracterizado por disfagia, regurgitação e halitose, e é mais comum em pacientes idosos. Um estudo contrastado é um exame adequado para confirmar essa condição. Diante da análise, a alternativa correta é: (E) A principal hipótese diagnóstica é de divertículo de Zenker e um estudo contrastado comprovaria sua presença e auxiliaria na definição entre tratamento endoscópico ou cirúrgico.
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