Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas em relação à narrativa apresentada e à ordem constitucional sobre a edição e tramitação de medidas provisórias. a) à edição da medida provisória no início da sessão legislativa, à apreciação por uma comissão mista e ao tempo de conclusão do iter procedimental; - A edição de medida provisória no início da sessão legislativa é permitida, e a apreciação por comissão mista também é válida. O tempo de conclusão de sessenta dias está dentro do prazo legal. Portanto, essa alternativa não é incompatível. b) à aprovação da proposição após o parecer desfavorável da comissão e à participação final do Presidente da República; - A aprovação de uma medida provisória após parecer desfavorável é permitida, e a participação do Presidente é necessária. Portanto, essa alternativa não é incompatível. c) à matéria tratada na medida provisória, à Casa iniciadora da votação e à participação final do Presidente da República; - A matéria de racismo não pode ser tratada por medida provisória, pois é uma matéria que deve ser discutida por lei ordinária. Portanto, essa alternativa é incompatível. d) à apreciação por uma comissão mista, à Casa iniciadora da votação e ao tempo de conclusão do iter procedimental; - A apreciação por comissão mista é válida, e a Casa iniciadora pode ser o Senado ou a Câmara. O tempo de conclusão também está dentro do prazo. Portanto, essa alternativa não é incompatível. e) à matéria tratada na medida provisória e ao tempo de conclusão do iter procedimental. - A questão do tempo de conclusão não é um problema, mas a matéria tratada (racismo) é incompatível com a medida provisória. Diante da análise, a alternativa que se mostra incompatível com a ordem constitucional é: c) à matéria tratada na medida provisória, à Casa iniciadora da votação e à participação final do Presidente da República.
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