Ed
há 2 anos
Vamos analisar as opções apresentadas considerando a situação de um paciente em choque hipovolêmico devido a trauma abdominal. A) Transfundir concentrado de hemácias tipo O, mesmo sem tipagem sanguínea prévia, devido à urgência da situação. - Esta é uma prática comum em situações de emergência, onde o sangue tipo O negativo é frequentemente utilizado como "sangue universal" para transfusões de emergência. B) Aguardar a tipagem sanguínea completa antes de iniciar a transfusão, mesmo em caso de choque exsanguinante. - Isso não é recomendado em situações de choque hipovolêmico, onde a transfusão imediata é necessária. C) Transfundir concentrado de hemácias do mesmo tipo sanguíneo do paciente, mesmo sem prova cruzada, caso não haja sangue compatível disponível. - Embora seja ideal transfundir o sangue compatível, em situações de emergência, a prova cruzada pode ser ignorada, mas a tipagem deve ser feita sempre que possível. D) Priorizar a reposição volêmica com cristaloides antes de iniciar a transfusão sanguínea. - Embora a reposição volêmica seja importante, em casos de choque hipovolêmico severo, a transfusão de hemácias pode ser necessária imediatamente. Diante da análise, a opção mais adequada para a situação de emergência apresentada é: A) Transfundir concentrado de hemácias tipo O, mesmo sem tipagem sanguínea prévia, devido à urgência da situação.
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