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Um conto moderno do escritor paranaense Dalton Trevisan começa com a seguinte frase: “Primeira noite ele conheceu que Santina não era moça.”
A marca essencial desse segmento que o insere no conjunto dos textos literários de ficção e não entre os textos informativos, é:
A a seleção vocabular de linguagem erudita;
B a absoluta correção gramatical na estruturação das frases;
C o emprego da linguagem popular como sinal de inclusão;
D a presença inicial de termos sem referentes na realidade;
E a necessidade de situar no tempo e no espaço o fato referido.
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Pedagogiando

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para analisar a questão, precisamos entender o que caracteriza um texto literário de ficção em comparação com textos informativos. A frase apresentada é uma introdução a um conto, e a forma como ela é construída pode nos dar pistas sobre sua natureza literária. Vamos analisar as alternativas: A) A seleção vocabular de linguagem erudita - Embora a linguagem erudita possa ser usada em textos literários, não é uma característica essencial que os distingue de textos informativos. B) A absoluta correção gramatical na estruturação das frases - A correção gramatical é importante, mas não é o que define um texto literário. C) O emprego da linguagem popular como sinal de inclusão - A linguagem popular pode ser uma característica de alguns textos literários, mas não é uma marca essencial. D) A presença inicial de termos sem referentes na realidade - Essa opção sugere que a ficção pode usar elementos que não têm correspondência direta com a realidade, o que é uma característica da literatura. E) A necessidade de situar no tempo e no espaço o fato referido - Embora a contextualização seja importante, não é uma marca exclusiva da ficção. Diante dessa análise, a alternativa que melhor se encaixa como uma marca essencial que insere o texto no conjunto dos textos literários de ficção é: D) a presença inicial de termos sem referentes na realidade.

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Observe o texto argumentativo a seguir. “No século XXI, a igualdade entre mulheres e homens ainda não é uma realidade. Por que é tão difícil atribuir às mulheres as mesmas posições que aos homens? Não há nenhum motivo por que uma mulher receba salário menor do que o de um homem, se o trabalho é o mesmo. E esse é exatamente o caso. Em nossos dias, na França, com o mesmo tempo de trabalho, mesma seção, mesma categoria profissional, a redução do salário feminino chega a 10%. Do mesmo modo, não é normal que postos de trabalho de mais responsabilidade sejam majoritariamente ocupados por homens. Segundo os dados fornecidos pela Comissão Europeia, na França de 2017, só 33% dos quadros superiores são de mulheres. É mais do que nos Países Baixos e na Grécia (25%), muito mais que em Luxemburgo (18%), mas menos que na Polônia ou na Eslovênia (41%), do que na Hungria ou na Suécia (39%). De qualquer modo, nenhum país da comunidade europeia chega à paridade nesse terreno.”
Sobre o fragmento argumentativo acima, é correto afirmar que:
A o texto não apresenta argumentos em defesa da tese exposta, limitando-se a citar exemplos;
B as estatísticas apresentadas servem para apoiar uma tese contrária à defendida no texto;
C a tese do texto é a de que as mulheres devem receber tratamento igual ao dos homens, no mercado de trabalho;
D os argumentos apresentados no texto são do tipo subjetivo, apoiados basicamente na opinião do argumentador;
E o último período do texto confirma a razão de as mulheres receberem distinção no tratamento profissional.

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