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O direito da pessoa humana à educação é, pois, assumir uma responsabilidade muito mais pesada que a de assegurar a cada um a possibilidade de aprender a ler, escrever e fazer cálculo. Significa a rigor garantir que toda criança e jovem, tenham condições culturais, sociais, econômicas e políticas para o pleno desenvolvimento cognitivo e moral.
Dentro deste princípio, compreende-se que o direito a educação é um direito legal e democrático no qual o estado assume o papel de:
a. Provedor desse bem
b. Especulador desse bem
c. mediador desse bem
d. Expectador desse bem
e. Societário desse bem
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Pedagogiando

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos entender o papel do Estado em relação ao direito à educação. O texto menciona que o direito à educação envolve garantir condições para o pleno desenvolvimento das crianças e jovens, o que implica que o Estado deve ter um papel ativo e responsável. Analisando as alternativas: a) Provedor desse bem - Esta opção sugere que o Estado deve fornecer educação, o que está alinhado com a ideia de que a educação é um direito que deve ser garantido a todos. b) Especulador desse bem - Esta opção não faz sentido no contexto da educação, pois especulação implica em lucro e não em garantir direitos. c) Mediador desse bem - Embora o Estado possa ter um papel de mediação, a responsabilidade de garantir a educação vai além disso. d) Expectador desse bem - Esta opção sugere que o Estado apenas observa, o que não é condizente com a responsabilidade que o texto menciona. e) Societário desse bem - Esta opção não se aplica, pois não reflete o papel do Estado em garantir o direito à educação. Diante disso, a alternativa que melhor representa o papel do Estado em relação ao direito à educação é: a) Provedor desse bem.

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ADAPTADA DO ENADE (2005) A notícia veio de supetão: iam meter-me na escola. Já me haviam falado nisso, em horas de zanga, mas nunca me convencera que realizassem a ameaça. A escola, segundo informações dignas de crédito, era um lugar para onde se enviavam as crianças rebeldes. Eu me comportava direito: encolhido e morno, deslizava como sombra. [...] A escola era horrível – e eu não podia negá-la, como negara o inferno. Considerei a resolução de meus pais uma injustiça. [...] Lembrei-me do professor público, austero e cabeludo, arrepiei-me calculando o rigor daqueles braços. Não me defendi, não mostrei as razões que me fervilhavam na cabeça, a mágoa que me inchava o coração. Inútil qualquer resistência. (RAMOS, Graciliano. Infância, Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 104.) O fragmento acima, do escritor Graciliano Ramos, nos remete a suas lembranças do seu ingresso na escola, expressando, assim, um período da Educação brasileira. No entanto, podemos notar que historicamente, este pensamento pedagógico de escola vem sofrendo modificações, de que forma tais modificações vem ocorrendo, de forma a se contrapor pelo modelo descrito pelo autor? I - transmissão cultural que considera o aluno como um ser passivo, atribuindo caráter dogmático aos conteúdos de ensino; II - valorização da criança, do afeto entre professor e aluno, das reflexões sobre as formas de ensino que considerem o saber das crianças; III - dimensão dialógica do processo ensino/aprendizagem com ênfase nas relações igualitárias; IV - preocupação com a formação humana relacionando as dimensões humana, econômica, social, política e cultural. São corretos:
a. I, II, III e IV.
b. III e IV, apenas.
c. I, II e III, apenas.
d. II, III e IV, apenas.
e. I e II, apenas.

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