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Os diagnósticos clínico e eletrocardiográfico, respectivamente, são
A síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST; infradesnivelamento do segmento ST em parede anterior.
B síndrome coronariana aguda com supradesnivelamento do segmento ST; supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior.
C edema agudo de pulmão; sobrecarga ventricular esquerda.
D insuficiência cardíaca; sobrecarga ventricular esquerda.
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Desafios Para o Conhecimento

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as opções em relação aos diagnósticos clínico e eletrocardiográfico. A síndrome coronariana aguda (SCA) pode se apresentar de duas formas principais: com supradesnivelamento do segmento ST (infarto do miocárdio com supradesnivelamento do ST) e sem supradesnivelamento do segmento ST (angina instável ou infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do ST). Vamos analisar as alternativas: A) Síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST; infradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. - Esta opção é coerente, pois descreve uma SCA sem supradesnivelamento e um achado eletrocardiográfico que pode ocorrer. B) Síndrome coronariana aguda com supradesnivelamento do segmento ST; supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. - Esta opção também é correta, mas não se refere a um diagnóstico clínico e eletrocardiográfico "respectivamente" como a primeira. C) Edema agudo de pulmão; sobrecarga ventricular esquerda. - Embora o edema agudo de pulmão possa estar relacionado à sobrecarga ventricular esquerda, não se encaixa na descrição de SCA. D) Insuficiência cardíaca; sobrecarga ventricular esquerda. - Esta opção não se relaciona diretamente com a SCA. Diante da análise, a opção que melhor se encaixa nos diagnósticos clínico e eletrocardiográfico é a A), pois descreve corretamente a SCA sem supradesnivelamento e um achado eletrocardiográfico relevante.

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Insu ciência cardíaca é um termo que descreve uma síndrome que abrange um vasto espectro de distúrbios cardiovasculares e que está associada a um risco bastante elevado de morte e de eventos cardiovasculares adversos não fatais. Com relação ao manejo e prognóstico dessa patologia, analise os itens a seguir.
Estão corretos os itens:
I. O tratamento é direcionado inicialmente para a prevenção da lesão cardíaca (p. ex., consequente a hipertensão arterial sistêmica ou infarto do miocárdio) ou para limitar a progressão estrutural se o dano cardíaco já tiver ocorrido (p. ex., remodelamento do ventrículo esquerdo com redução da fração de ejeção ventricular esquerda) e depois para o retardo do desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomática.
II. Dentre as terapias com benefício comprovado para a insu ciência cardíaca, pode-se citar: inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores do receptor de angiotensina, betabloqueadores, antagonistas do receptor de mineralocorticóide, sacubitril-valsartana, hidralazina-dinitrato de isossorbida, digitálicos, cardiodes brilador, transplante cardíaco e treinamento físico.
III. O desenvolvimento de sinais e sintomas da síndrome de insu ciência cardíaca de ne a transição dos pacientes dos estágios assintomáticos “em risco” (estágios C e D) para aqueles que preenchem o diagnóstico clínico de insu ciência cardíaca sintomática. Essa transição para a fase sintomática evidencia a natureza progressiva da insu ciência cardíaca e traz um declínio marcante para o prognóstico.
IV. Os objetivos terapêuticos para o paciente com insu ciência cardíaca de estágios C ou D são alívio dos sintomas, evitar admissões hospitalares decorrentes da piora da insu ciência cardíaca e prevenção da morte prematura. Em geral, as medidas preventivas que são valiosas durante os estágios A e B devem ser mantidas para os pacientes com os estágios C e D da insuficiência cardíaca.
A I e II, apenas.
B I, II e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II, III e IV.

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