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Considere que o Estado pretenda transferir a execução e exploração de serviço público de transporte ferroviário em determinada região metropolitana, desonerando-se, assim, dos custos correspondentes.
Para tanto, uma das alternativas juridicamente cabíveis da qual poderia se valer consiste em:
Instituir, por lei específica, autarquia sujeita a regime de direito privado para exploração do serviço de forma autônoma.
Criar, mediante prévia autorização legislativa, sociedade de economia mista que atue como delegatária do serviço em questão.
Firmar convênio com empresa privada tendo por objeto a prestação do serviço mediante a cobrança de tarifa do usuário.
Celebrar consórcio com município, para a concessão do serviço, com o rateio dos custos e receitas correspondentes mediante contrato de gestão.
Conceder, mediante prévio procedimento licitatório, o serviço à empresa privada, com a transferência da correspondente titularidade.
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ano passado

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A alternativa juridicamente cabível para o Estado transferir a execução e exploração do serviço público de transporte ferroviário é: Conceder, mediante prévio procedimento licitatório, o serviço à empresa privada, com a transferência da correspondente titularidade. Essa opção está em conformidade com os princípios da administração pública e a Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993), que exige a licitação para a concessão de serviços públicos. As demais alternativas apresentadas têm suas especificidades, mas a concessão por meio de licitação é a forma mais adequada para a transferência de serviços públicos a entidades privadas.

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(PM-MT/2021) Para que a Administração Pública possa executar as tarefas que lhe competem e, entre elas, fazer prevalecer o interesse público ao privado, o ordenamento lhe confere poderes. São Poderes Administrativos:
De Polícia, Regimental, Originário, Punitivo.
Originário, Regulamentar, Disciplinar, De Controle.
Hierárquico, Punitivo, Jurisdicional, Originário.
De Controle, Regimental, Jurisdicional, Hierárquico.
Regulamentar, Disciplinar, Hierárquico, De Polícia.

(FGV/2021) No enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, o Estado Alfa editou lei estadual, nos termos da Lei federal nº 13.979/20, dispondo que o setor privado de bens e serviços deverá adotar medidas de prevenção à proliferação de doenças, como a assepsia de locais de circulação de pessoas e a disponibilização aos usuários de produtos higienizantes e saneantes, e que incorrerá em multa o estabelecimento autorizado a funcionar durante a pandemia da Covid-19 que deixar de disponibilizar álcool em gel a 70% (setenta por cento) em locais próximos a suas entradas, elevadores e escadas rolantes, tudo conforme regulamento já devidamente editado. Obedecidas as formalidades legais, a aplicação da citada multa pelo Estado Alfa ao particular que inobservar as medidas sanitárias impostas, decorre diretamente do poder:
disciplinar, que autoriza o poder público a impor penalidades a quem descumprir medidas sanitárias legalmente impostas.
normativo, que incide individualmente sobre cada pessoa natural ou jurídica, após o devido processo legal.
hierárquico, que decorre da supremacia do interesse público sobre o privado.
de polícia, que autoriza limitações ao exercício de liberdades individuais em prol do interesse coletivo.
de regulamentação, que autoriza os agentes públicos estaduais a aplicarem discricionariamente a sanção.

(FCC/2021) Determinado ato administrativo está viciado em razão de não ter sido praticado por pessoa de qualquer modo investida em cargo, emprego ou função, não possuindo, portanto, atribuições próprias de agente público. O vício identificado está relacionado:
à incapacidade, na categoria de incompetência, tratando-se de caso de abuso de poder.
à forma, na categoria de incapacidade, tratando-se de caso de função de fato.
ao motivo, na categoria de incapacidade, tratando-se de caso de usurpação de função.
ao sujeito, na categoria de incompetência, tratando-se de caso de usurpação de função.
ao sujeito, na categoria de incapacidade, tratando-se de caso de função de fato.

(CESPE-CEBRASPE/2021) Em determinada secretaria de Estado, há mais de uma centena de servidores lotados e dezenas de unidades. As unidades administrativas ficam localizadas na capital e as demais, em diversos municípios do interior do estado. O titular dessa secretaria decidiu promover um processo de remoção, determinando ao diretor de pessoal da secretaria a adoção dos atos necessários. Foi, então, publicado edital com duas vagas para servidores da secretaria interessados em vir a exercer suas funções na capital. No departamento de pessoal da referida secretaria, há duas coordenações-gerais para otimizar as atividades do departamento: uma de movimentação e promoção e outra de pagamento e registros funcionais. A seleção foi realizada pela coordenação-geral de movimentação e teve seu resultado homologado e publicado pela coordenação-geral de registros funcionais. O servidor colocado em terceiro lugar no processo de remoção, inconformado com o resultado, apresentou recurso ao coordenador-geral de registros funcionais, comprovando cabalmente que o ato de homologação deveria ter sido praticado pelo coordenador-geral de movimentação e não pela autoridade recorrida. A autoridade recorrida manteve a decisão e remeteu o recurso para consideração do diretor de pessoal, autoridade hierárquica imediatamente superior e responsável pelo processo de remoção. Nessa situação hipotética, conforme a doutrina majoritária acerca dos atos administrativos, a autoridade julgadora deverá:
anular o processo de remoção, já que foi constatado que o ato foi homologado por autoridade incompetente.
dar provimento ao recurso do interessado, promovendo a sua remoção para a capital, uma vez que este não deu causa à nulidade.
convalidar o ato de remoção praticado pelo coordenador-geral de registros funcionais.
revogar o processo de remoção e determinar a instauração de outro, sem eventuais vícios.
consultar os demais interessados no ato impugnado, questionando sobre eventual desistência no concurso de remoção.

(FCC - 2020 - TJ-MS - Juiz Substituto) Juan Mesquita é brasileiro naturalizado, tem 55 anos de idade e acaba de se aposentar. Antes da aposentadoria, ocupava emprego público de fisioterapeuta em Hospital Municipal. Candidatou-se em concurso público para o cargo efetivo de fiscal de rendas do Estado e foi aprovado. Sabe-se que dispõe da escolaridade exigida para o cargo, goza de boa saúde física e mental, está em dia com suas obrigações militares e eleitorais e em pleno gozo de seus direitos políticos. Considerando a situação descrita, é correto concluir que Juan:
Não poderá tomar posse no cargo público, pois a percepção da aposentadoria com os vencimentos do cargo implica acúmulo vedado pela Constituição Federal.
Não poderá tomar posse no cargo público, pois se trata de cargo privativo de brasileiro nato.
Não poderá tomar posse no cargo público, pois ultrapassou a idade máxima exigida para vincular-se ao regime próprio de previdência dos servidores públicos.
Poderá tomar posse no cargo público, desde que requeira a desaposentação em relação ao vínculo anterior.
Poderá tomar posse no cargo público, pois não há nenhum impedimento para tanto.

(FEPESE - 2017 - PC-SC - Escrivão de Polícia Civil) A respeito da classificação dos agentes públicos, aqueles que se caracterizam por exercerem funções de direção e orientação estabelecidas na Constituição, sendo normalmente transitório o exercício de tais funções, são chamados:
Servidores públicos.
Agentes políticos.
Agentes particulares.
Funcionários públicos.
Servidores de carreira.

Em uma situação hipotética, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, após regular processo licitatório, firma um contrato administrativo com empreiteira para a realização de uma reforma no prédio em que está estabelecida sua sede. No decorrer da obra, no entanto, a Defensoria Pública realiza um concurso público para a admissão de novos servidores, tornando necessárias mudanças não previstas na reforma, que trarão um aumento nos custos, e reajuste no valor pago à empreiteira pela obra no montante de 30%.
No caso em questão, é correto afirmar que:
É direito do contratado recusar a mudança, tendo por base o pressuposto do direito adquirido.
É direito do contratado recusar a mudança, podendo ensejar rescisão amigável.
É obrigação legal do contratado aceitar a mudança, tendo em vista as cláusulas exorbitantes do acordo.
É direito do contratado recusar a mudança, considerando que as prerrogativas da Administração Pública são limitadas ao acréscimo de 25% na obra.
É obrigação legal do contratado aceitar a mudança, visto que, em decorrência da supremacia do interesse público, não são considerados limites na alteração do valor total do projeto, contanto que seu equilíbrio econômico-financeiro seja preservado.

O estado do Ceará desapropriou diversos imóveis particulares para a ampliação de rodovia. No curso das obras, em função da mudança do projeto, verificou-se a desnecessidade de utilização de alguns imóveis para tal finalidade.
Diante dessa situação, o estado
Está obrigado a alienar os imóveis no prazo máximo de 60 dias, a partir da constatação da desnecessidade, pelo preço mínimo correspondente ao valor da indenização paga ao expropriado.
Poderá dar outra finalidade pública aos imóveis, aliená-los ou devolvê-los, compulsoriamente, aos expropriados, mediante o instituto da retrocessão.
Poderá manter os imóveis sob sua propriedade, desde que lhes dê alguma utilidade pública no prazo máximo de cinco anos, sob pena de caracterizar retrocessão.
Poderá alienar os imóveis, observada a legislação aplicável, dando o direito de preferência aos expropriados.
Deverá devolver os imóveis aos expropriados no prazo máximo de 60 dias, a partir da constatação da desnecessidade.

Com relação ao instituto da requisição administrativa, assinale a alternativa correta:
Trata-se de modalidade de intervenção estatal supressiva que visa à satisfação do interesse público, que incide sobre bens e sobre serviços particulares, em situações de emergência e necessidade da Administração Pública.
Trata-se de modalidade de intervenção estatal restritiva que visa à satisfação do interesses públicos e privados, que incide sobre bens e sobre serviços particulares, em situações de emergência e necessidade da Administração Pública.
Trata-se de modalidade de intervenção estatal restritiva que visa à satisfação do interesse público, que incide sobre bens e sobre serviços públicos e particulares, em situações de emergência e necessidade da Administração Pública.
Trata-se de modalidade de intervenção estatal supressiva que visa à satisfação do interesse público, que incide sobre bens e sobre serviços públicos e particulares, em situações de emergência e necessidade da Administração Pública.
Trata-se de modalidade de intervenção estatal restritiva que visa à satisfação do interesse público, que incide sobre bens e sobre serviços particulares, em situações de emergência e necessidade da Administração Pública.

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