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Algumas patologias são bastante comuns em idosos, e afetam a percepção da qualidade de vida do indivíduo, sendo o gatilho para declínios mais acelerados e graves. Por exemplo, o idoso que sempre foi capaz de executar as tarefas domésticas e, repentinamente, se torna incapaz por artropatias. Isso faz com que ele se sinta incapaz, e, eventualmente, se sinta um peso para a família.
Como caracterizamos essas patologias comuns?
A - Patologias não-transmissíveis, como diabetes, demência e cardiopatias.
B - Patologias transmissíveis, como os vírus e inflamações bacterianos.
C - Patologias adquiridas, como fraturas, rupturas e inaptidões físicas em geral.
D - Patologias do sistema sensorial, como os problemas de visão, audição e fala.
E - Patologias crônicas, como a AIDS, a hipertensão e a asma.
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Ensinando Através de Questões

há 9 meses

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há 9 meses

Para responder à sua pergunta, vamos analisar as alternativas em relação às patologias comuns em idosos e como elas afetam a qualidade de vida. A - Patologias não-transmissíveis, como diabetes, demência e cardiopatias. - Esta opção é correta, pois essas doenças são comuns em idosos e não são transmissíveis, afetando a qualidade de vida. B - Patologias transmissíveis, como os vírus e inflamações bacterianos. - Embora existam doenças transmissíveis, elas não são as mais comuns em idosos em relação à qualidade de vida. C - Patologias adquiridas, como fraturas, rupturas e inaptidões físicas em geral. - Embora fraturas e inaptidões físicas sejam comuns, essa opção não abrange o espectro completo das patologias que afetam a qualidade de vida. D - Patologias do sistema sensorial, como os problemas de visão, audição e fala. - Embora esses problemas sejam comuns, eles não representam todas as patologias que afetam a qualidade de vida dos idosos. E - Patologias crônicas, como a AIDS, a hipertensão e a asma. - Embora a hipertensão e a asma sejam crônicas, a AIDS não é uma patologia comum entre os idosos em comparação com outras. Diante da análise, a alternativa que melhor caracteriza as patologias comuns em idosos, que afetam a percepção da qualidade de vida, é: A - Patologias não-transmissíveis, como diabetes, demência e cardiopatias.

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O amplo entendimento sobre a raiz e as consequências das síndromes geriátricas, permite pensar em práticas corporais que possam ser utilizadas para o enfrentamento de cada especificidade deficitária do indivíduo idoso. Ou seja, dessa forma o educador físico tem embasamento teórico para prescrever suas rotinas de treinamento, tendo em vista a melhora de pontos específicos da saúde do idoso.
Com isso em mente, analise os itens a seguir e relacione corretamente.
1. Incapacidade cognitiva.
2. Instabilidade postural.
3. Incontinência esfincteriana.
4. Incapacidade comunicativa.
5. Imobilidade.
( ) Se o problema advêm da agnosia ou apraxia, devemos fazer uma análise mais profunda e especializada, tentando compreender exatamente qual a maior dificuldade do idoso.
( ) Vem acompanhada pela fraqueza da musculatura do assoalho pélvico, grupo muscular composto, basicamente, por musculatura profunda, e músculos de fibras do tipo I. Nesse caso, os exercícios que são utilizados para melhorar o equilíbrio do idoso podem ser implementados.
( ) Os melhores modelos de atividade física são aqueles que englobam exercícios resistidos, que privilegiam a musculatura profunda, como o pilates e a yoga.
( ) Nesse caso, e somente nesse caso, nós não devemos impor atividades que enfrentem a sua deficiência. Isso fará com que ele falhe, na maioria das vezes, e acabe se frustrando com a atividade proposta.
( ) Focar nas atividades lúdicas ou esportivas que farão com que ele precise aprender, a cada dia, novas regras, em pequenas doses, para conseguir praticar.
( ) Utilizar movimentos básicos, para quem está, novamente reaprendendo o gesto cinesiológico. Nesse caso, caminhadas, na esteira ou em pistas, pode ser a melhor opção.
A - 1, 3, 2, 4, 1, 5.
B - 1, 2, 3, 4, 1, 5.
C - 2, 1, 3, 4, 1, 5.
D - 1, 3, 2, 1, 4, 5.
E - 1, 3, 2, 4, 2, 5.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diabético pode e deve ser incluído em todo o tipo de treinamento físico desportivo, assim como um idoso saudável. Nesse caso, os modelos de treinamento devem englobar todas as valências físicas, como força, aeróbio, flexibilidade e equilíbrio. Os maiores cuidados, no entanto, devem ser a duração e a intensidade do treino.
Quais são as recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes para esse tipo de paciente?
A - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.
B - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 50 minutos no máximo, de preferência em dias alternados, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas, no mínimo 75 minutos semanais.
C - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas são desaconselhadas para este tipo de paciente.
D - Exercícios moderados devem ser colocados em segundo plano para este tipo de paciente, apostando mais nas atividades vigorosas, que devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.
E - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, com exercícios como ginásticas em grupo e caminhadas. As atividades vigorosas devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.

Um idoso homem, de 80 anos, recém-viúvo, que mora sozinho, é levado pelo vizinho dele ao espaço de atividades físicas no qual você, educador físico, atua. O vizinho diz que ele precisa “sair de casa”. Ao fazer a avaliação, você não percebe qualquer déficit mais grave, somente que o idoso está reticente em ingressar no programa de atividades físicas. A única coisa que lhe chamou a atenção foi a pontuação na Escala Geriátrica de Depressão (GDS), inferindo que aquele idoso poderia ter algum traço de alteração de humor (talvez algum traço de depressão).
Qual seria sua conduta profissional neste caso?
A - Incluir o idoso em um programa de treinamento, visando os princípios de inclusão e sentimento de grupo, respeitando o tempo e o desejo dele. Aconselhar que ele procure auxílio psicológico.
B - Não incluir o idoso em qualquer programa de treinamento, a menos que ele tenha um atestado de um médico psiquiatra, ou um psicólogo.
C - Homens são mais resistentes a admissão das alterações de humor. O importante é não incluí-lo imediatamente em um programa de treinamento, porém orientá-lo que, assim que ele se sinta imbuído no projeto, ele volte a procurar seu espaço.
D - Inclui-lo imediatamente em um programa de treinamento em grupo, apresentando-o à turma, e pedindo que ele fale sobre si mesmo. Só assim ele se sentirá parte integrante daquele grupo de pessoas.
E - No caso de idosos resistentes às atividades físicas, as melhores opções são as atividades individuais, como a musculação, que não exijam muitas relações interpessoais.

As doenças respiratórias podem abarcar grandes números de idosos, seja por seus hábitos ao longo da vida, pelo o ambiente em que viveram, pela genética, ou mesmo pelo próprio fato do envelhecimento dos tecidos. E essas doenças podem ser várias desde as mais leves, como alergias, até as mais severas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Os diferentes níveis de comprometimento de cada uma delas, exigem diferentes cuidados.
Sobre alunos que são pacientes de doenças respiratórias, é correto o que se afirma em:
A - No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, não devemos forçar o sistema respiratório, pois a chance de agravarmos o problema é grande. Nesse caso devemos apostar nas atividades anaeróbicas.
B - No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, devemos forçar o sistema respiratório, apostando nas atividades aeróbias, como o treino de força, ou em atividades que tenham a respiração como ponto central, como o pilates e a natação.
C - Em todos os casos, devem ser priorizados os treinamentos com ênfase aeróbia, em altos níveis de frequência cardíaca, a fim de aprimorar os déficits sentidos pelo idoso.
D - No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, não devemos forçar o sistema respiratório. As atividades anaeróbias, como o treino de força podem ser também, em igual nível, nocivas, assim como as atividades que tenham a respiração como ponto central.
E - No caso de doenças mais graves, como a doença pulmonar obstrutiva crônica, ou outras de igual impacto, devemos fortalecer o sistema respiratório com atividades que privilegiem a apnéia, como o pilates e a natação.

Com o envelhecimento, o ser humano pode ter afetadas: a memória; as funções executivas; a linguagem; as funções visuais e espaciais; a gnosia (capacidade de reconhecer objetos ou situações por meio de um dos sentidos) e a praxia (em suma, a motricidade). Quando um ou mais desses campos é afetado pelo envelhecimento, o idoso pode estar caminhando para uma das síndromes geriátricas mais comuns a esse público. De qual síndrome geriátrica estamos falando? a. A instabilidade postural, que é ocasionada pelo déficit nas funções citadas no texto. b. Incontinência esfincteriana, uma vez que o controle esfinctérico é regido, basicamente, pelas funções cognitivas do indivíduo. c. A imobilidade, pois com o acometimento de um ou mais sintomas dos citados no texto, o idoso pode acabar ficando em uma situação de cama ou cadeira de rodas. d. Incapacidade cognitiva, que compreende o grupo de patologias ligadas à demência. e. Incapacidade física, que compreende a perda das funções cinesiológicas e sensoriais básicas.

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