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Adolescente, 11 anos, sexo masculino, vem apresentando alterações de comportamento há 3 meses desde que mudou de escola. Sua acompanhante refere que ele está mais agressivo e irritado em casa e sempre apresenta uma desculpa diferente para não frequentar as atividades escolares. Percebeu, ainda, que o filho está comendo mais que o habitual nos últimos meses, acreditando até que ele esteja obeso para sua idade. A professora lhe informou queda no rendimento escolar e advertências da diretora da escola devido às faltas e aos conflitos com os colegas de sala. Considerando o caso, a conduta correta é
tranquilizar a família, já que os sintomas sugerem um comportamento normal da adolescência.
encaminhar o paciente ao psiquiatra infantil para prescrever medicamentos para compulsão alimentar.
agendar consulta com os pais, professores e o psicólogo, para investigar a possibilidade de bullying.
orientar a mãe a mudar o filho de escola novamente, pois não encontra motivos para investigar o caso.
encaminhar para a terapeuta ocupacional, tendo em vista um provável distúrbio comportamental.
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Testando o Conhecimento

ano passado

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ano passado

No caso apresentado, a conduta mais adequada é agendar consulta com os pais, professores e o psicólogo, para investigar a possibilidade de bullying. Isso porque as alterações de comportamento, a agressividade, as dificuldades escolares e as mudanças nos hábitos alimentares podem estar relacionadas a questões emocionais, como o bullying, que é comum em mudanças de ambiente escolar. É importante investigar a fundo antes de tomar qualquer outra medida.

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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) criado com sua missão em fiscalizar, acompanhar e monitorar as Políticas Públicas de Saúde em suas diferentes áreas, levando às demandas da população ao poder público e suas atribuições estão regulamentadas pela Lei nº 8.142/90.
Diante do exposto, assinale a alternativa que descreve corretamente o papel dos Conselhos Federal, Estadual e Municipal de Saúde na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os Conselhos Federal, Estadual e Municipal de Saúde atuam como órgãos consultivos, não tendo poder de decisão sobre a gestão do SUS.
Os Conselhos Federal, Estadual e Municipal de Saúde têm papel secundário na gestão do SUS, sendo responsáveis por receber apenas denúncias dos usuários do sistema.
O Conselho Federal de Saúde é responsável por tomar todas as decisões relacionadas à gestão do SUS em todo o país, enquanto os Conselhos Estaduais e Municipais atuam apenas como órgãos consultivos.
Os Conselhos Federal, Estadual e Municipal de Saúde são responsáveis por acompanhar e fiscalizar as políticas de saúde em suas respectivas esferas de atuação, bem como por elaborar e aprovar propostas para a melhoria do sistema.
Os Conselhos Federal, Estadual e Municipal de Saúde têm papel restrito na gestão do SUS, sendo responsáveis por questões pontuais relacionadas à saúde, fragmentando as tomadas de decisão nas políticas públicas.

Paciente feminina, 44 anos, foi admitida no pronto atendimento com queixa de mal-estar na última semana, com piora nas últimas 24 horas. Ao exame físico, apresentava mucosas ictéricas 2+/4+. Os alunos do Internato em Clínica Médica que prestavam o atendimento fizeram algumas considerações. Analise-as.
Paula disse que, na presença de dor abdominal e interrupção de incursão respiratória durante palpação do ponto cístico, espera-se aumento de bilirrubina direta na circulação periférica.
Tomaz argumentou que caso haja febre, dor em panturrilhas, aumento de creatinofosfoquinase (CPK), alteração de função renal e contato com água de enchentes, esperaria predomínio de bilirrubina indireta.
Dimas afirmou que a existência de áreas de estenoses e/ou dilatações segmentares de vias biliares intra-hepáticas à colangioressonância se associa a patologia que implica predomínio de bilirrubina indireta aos exames.
Júlia ponderou que caso tenha havido exposição a medicamentos, e a paciente seja portadora de deficiência enzimática de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), pode ser a causa do evento, com elevação de bilirrubina indireta.
Pamela considerou que caso a paciente apresente achados clínicos e laboratoriais compatíveis com Lúpus Eritematoso Sistêmico, a icterícia observada poderia ser associada à atividade de tal patologia, com elevação de bilirrubina direta predominantemente.
I e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
II e IV, apenas.
III e V, apenas.
II, III e V, apenas.

Homem, de 44 anos, é levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) por ter sido atacado por cão na rua. Relata que o animal é desconhecido. Houve grave laceração do braço esquerdo. Ao exame, o médico assistente classificou a ferida como profunda, única e observou grande quantidade de terra na lesão. O cão fugiu. O paciente informou que o esquema vacinal da infância estava completo. Em relação ao protocolo para atendimento antirrábico humano, além da limpeza do ferimento, indique a alternativa que corresponde à conduta a ser adotada.
Como o animal agressor não foi observado, deverá ser aplicado soro antirrábico perifocal à lesão, antes da aproximação das bordas da lesão. O paciente deve ainda receber esquema completo da vacina, quatro doses, dias 0, 3, 7 e 14.
Como não foi possível observar o animal agressor, é recomendado administrar o esquema completo da vacina antirrábica inativada, que consiste em cinco doses nos dias 0, 3, 7, 14 e 28 e suturar o ferimento.
Se o local onde ocorreu o acidente não é área endêmica para raiva humana, não existe necessidade de observação do animal e indicação de vacina. Realizar somente a sutura do ferimento, orientar quanto a troca do curativo diariamente e prescrever antibiótico.
Buscar o animal agressor por 20 dias e avaliar sua condição de saúde. Após encontrar o animal agressor, indicar o esquema profilático para a raiva humana.
Como o ferimento foi extenso, embora em membro superior, e não havendo condições de observar o animal agressor, deverá ser aplicado imediatamente o soro antirrábico, sem necessidade da vacina.

Em atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS), um jovem médico se depara com um senhor de 62 anos, natural e procedente do norte de Minas Gerais, que se mudara para a região há uma semana. O paciente foi orientado pelo seu antigo médico a procurar a UBS assim que chegasse, pois seu caso necessitava de seguimento. Ele relata quadro de dispneia aos moderados esforços, com episódios de palpitação. O cansaço já foi maior, assim como houve presença de edema de membros inferiores, mas houve melhora com a terapia. Estava em uso de Carvedilol 12,5 mg 2x e Enalapril 5mg 2x. Trouxe os seguintes exames complementares: ECG (dia da consulta): Ritmo sinusal, FC = 82 bpm, bloqueio de ramo direito associado a desvio do eixo para esquerda. Presença de extrassístoles ventriculares. Ecocardiograma: Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 42%, hipocinesia da parede inferior e inferolateral. Demais dados normais. Imunofluorescência indireta para Chagas: IgM negativo / IgG positivo.
Sobre o caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) (CORRETA) Os exames sorológicos confirmam a presença de cardiopatia chagásica crônica e deve-se aumentar a dose de Carvedilol.
(alternativa B) Analisando o caso apresentado e seus exames complementares, torna-se necessário o início imediato de benzonidazol (Rochagan).
(alternativa C) A presença de alteração segmentar ao ecocardiograma confirma a suspeita clínica de cardiopatia isquêmica.
(alternativa D) O paciente encontra-se no estágio A da cardiopatia chagásica, ou seja, forma indeterminada.
(alternativa E) Por haver presença de dispneia aos esforços, deve-se iniciar furosemida, o que promove aumento de sobrevida nesses pacientes.

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