Ed
ano passado
Para analisar a situação de Paulo, precisamos entender o conceito de reincidência no direito penal brasileiro. A reincidência ocorre quando uma pessoa é condenada por um crime e, após cumprir a pena, comete um novo crime. A primariedade, por outro lado, é a condição de não ter antecedentes criminais. No caso de Paulo, ele foi condenado por lesão corporal grave em 2016 e, em 2021, foi preso por roubo. A questão é se ele deve ser considerado primário ou reincidente. Vamos analisar as alternativas: A) primário, em razão de ter cumprido o prazo para a recuperação de primariedade. - Essa opção não é correta, pois a primariedade não é recuperada apenas pelo cumprimento da pena. B) reincidente, na medida em que, uma vez condenado com trânsito em julgado, o agente não recupera a primariedade. - Essa opção está correta, pois Paulo foi condenado anteriormente e, ao cometer um novo crime, ele é considerado reincidente. C) reincidente, em razão de não ter passado o prazo desde a extinção da pena pelo crime anterior. - Essa opção é confusa, pois a reincidência não depende apenas do prazo, mas sim da condenação anterior. D) primário, em razão de a reincidência exigir a prática do mesmo tipo penal, o que não ocorreu no caso de Paulo. - Essa opção está errada, pois a reincidência não exige que o novo crime seja do mesmo tipo penal. Portanto, a alternativa correta é: B) reincidente, na medida em que, uma vez condenado com trânsito em julgado, o agente não recupera a primariedade.
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