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Gestante assintomática, com 32 semanas de gestação, tipo sanguíneo AB Rh negativo, Coombs indireto positivo, apresenta dopplervelocimetria de acordo com a imagem.
A imagem mostra um exame de dopplervelocimetria com gráficos de velocidade do fluxo sanguíneo. A imagem inclui uma tabela com valores de múltiplos da mediana para diferentes semanas de gestação.
Nesse caso, com base nos valores da tabela apresentada, para o melhor resultado materno e fetal, a conduta adequada é:
A Repetir a dopplervelocimetria da artéria cerebral média em sete dias.
B Avaliar a dopplervelocimetria do ducto venoso.
C Realizar cordocentese para verificar a hemoglobina fetal.
D Realizar transfusão intrauterina de sangue O negativo.
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Para responder a essa questão, precisamos considerar a situação clínica da gestante e os dados apresentados. A gestante é assintomática, está com 32 semanas de gestação, é do tipo sanguíneo AB Rh negativo, e tem um Coombs indireto positivo, o que indica a possibilidade de sensibilização Rh. A dopplervelocimetria é uma ferramenta importante para avaliar a hemodinâmica fetal, especialmente em casos de risco de anemia fetal. Vamos analisar as alternativas: A) Repetir a dopplervelocimetria da artéria cerebral média em sete dias - Essa conduta pode ser válida, mas não é a mais imediata em um caso de risco de anemia fetal. B) Avaliar a dopplervelocimetria do ducto venoso - Essa é uma conduta importante, pois a avaliação do ducto venoso pode fornecer informações sobre a condição hemodinâmica do feto e ajudar a identificar sinais de anemia. C) Realizar cordocentese para verificar a hemoglobina fetal - Embora essa seja uma opção para avaliar a anemia fetal, é um procedimento invasivo e pode não ser a primeira conduta em uma gestante assintomática. D) Realizar transfusão intrauterina de sangue O negativo - Essa é uma intervenção mais invasiva e geralmente é realizada em casos de anemia fetal já diagnosticada e severa. Diante das opções, a conduta mais adequada para monitorar a condição fetal e materna, considerando a situação apresentada, é: B) Avaliar a dopplervelocimetria do ducto venoso.

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A tabela a seguir apresenta os resultados da metanálise de Rossi & Prefumo (2018), que compara os desfechos maternos e perinatais entre os partos planejados domiciliares e os hospitalares.
| Desfechos | Parto domiciliar (m= 20137) | Parto hospitalar | OR (IC95%) | Nº de estudos |
| --- | --- | --- | --- | --- |
| Pir espontâneo | 13340 (91,1) | 26183 (86,7) | 2,08 (0,65-2,60) | |
| Pir instrumental | 549 (3,7) | 2136 (7,0) | 0,48 (0,43-0,53) | |
| Pir Cesárea | 735 (5,0) | 1844 (6,1) | 0,61 (0,55-0,67) | |
| Episiotomia | 983/14469 (6,8) | 2712/30054 (9,0) | 0,56 (0,55-0,66) | |
| Hemorragia pós parto | 1101/13770 (7,9) | 2657/29606 (8,9) | 0.69 (0,63-0,76) | |
| Laceração de 3ª e 4ª G | 5272/13775 (38,3) | 7371/29606 (24,9) | 1,87 (1,79-1,95) | |
| Baxo apgar | 62/9411 (0,6) | 168/23741 (0,7) | 0,74 (0,53-1,03) | |
| Asfixia neonatal | 462/7948 (5,8) | 408/7554 (5,4) | 1,14 (0,99-1,30) | |
| Óbito perinatal | 16/9411 (0,2) | 12860/30061 (42,7) | 1,32 (0,65-2,67) | |
| Pir: parto vaginal; (:) porcentagem | | | | |
A partir dos dados apresentados, conclui-se que, quando comparados aos partos hospitalares, os partos domiciliares têm:
A Maior chance de parto espontâneo, parto instrumental e maior risco de óbito perinatal.
B Menor risco de parto cesárea, de laceração de 3ª e 4ª graus e asfixia neonatal.
C Menor chance de parto instrumental, de episiotomia e menor risco de hemorragia pós-parto.
D Menor chance de parto cesárea, maior risco de hemorragia pós-parto e não há diferença na incidência de óbito perinatal.

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