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De acordo com o Código Penal Brasileiro, todo indivíduo tem dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo. A omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135 (BRASIL, 1940). Esta ajuda difere do atendimento pré-hospitalar, que é realizado pela ambulância e pelos profissionais do resgate (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, bombeiros etc.). Estamos nos referindo à:
A) Atendimento intra-hospitalar.
B) Primeiros Socorros.
C) Atendimento médico de emergência.
D) Atendimento extra-hospitalar.
E) Primeiros Cuidados.
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Para responder à sua pergunta, vamos analisar as opções apresentadas em relação ao contexto do dever de ajudar um acidentado, conforme mencionado no Código Penal Brasileiro. A omissão de socorro refere-se à obrigação de prestar ajuda a alguém em situação de emergência, que é o que estamos tratando aqui. Vamos analisar as alternativas: A) Atendimento intra-hospitalar - Refere-se a cuidados prestados dentro de um hospital, o que não se aplica ao contexto de ajudar um acidentado fora do ambiente hospitalar. B) Primeiros Socorros - Refere-se às intervenções imediatas que podem ser feitas para ajudar uma pessoa ferida ou doente antes da chegada de profissionais de saúde. Esta opção se encaixa bem no contexto. C) Atendimento médico de emergência - Embora se relacione com situações de emergência, é um termo mais amplo e pode incluir ações realizadas por profissionais de saúde, não necessariamente por qualquer indivíduo. D) Atendimento extra-hospitalar - Refere-se a cuidados prestados fora do ambiente hospitalar, mas não especifica a ajuda imediata que um leigo pode prestar. E) Primeiros Cuidados - Embora possa se referir a cuidados iniciais, o termo "Primeiros Socorros" é mais específico e amplamente reconhecido. Diante da análise, a alternativa que melhor se encaixa no contexto da obrigação de ajudar um acidentado é: B) Primeiros Socorros.

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Em ocorrência de picada de serpente devemos fazer, EXCETO: A) Lavar o local com água e sabão. B) Posicionar o paciente deitado e procurar o serviço médico mais próximo. C) Chupar o local da picada, com objetivo de tentar remover o veneno da corrente sanguínea. D) Não fazer torniquete ou cortar o local da picada. E) Em ocorrências nas extremidades do corpo, retire acessórios que possam levar à piora do quadro clínico, como anéis, fitas amarradas e calçados apertados.

Diante de uma pessoa que está convulsionando, algumas condutas que devemos tomar são, EXCETO: A) Remover qualquer objeto perto da vítima que possa machucá-la. B) Se o paciente for epilético, procurar seu medicamento e ministrá-lo pelo canto da boca com pouca quantidade de água, para evitar engasgos. C) Colocar uma toalha ou pano embaixo de sua cabeça. D) Tentar introduzir um pano ou lenço enrolado entre os dentes para evitar que morda a língua. E) Afastá-la de situações perigosas, como escadas, portas de vidro ou piscinas.

Após o nascimento, entre os cuidados com o cordão umbilical e a placenta, assinale a alternativa CORRETA:
A) Aguardar a expulsão da placenta do útero: após sua saída, amarrar o cordão umbilical (com cadarços de sapato limpos, por exemplo) com dois nós: um a aproximadamente 25 cm do abdome do bebê e o segundo distante do primeiro cerca de 7 cm (em direção ao abdome). Uma vez amarrado, o ideal é aguardar auxilio médico e deixar para a equipe de suporte avançado (SAV) a tarefa de cortar o cordão.
B) Não esperar a placenta ser expelida do útero: logo após a saída do bebê, já amarrar o cordão umbilical (com cadarços de sapato limpos, por exemplo) com dois nós: um a aproximadamente 25 cm do abdome do bebê e o segundo distante do primeiro cerca de 7 cm (em direção ao abdome). Uma vez amarrado, o ideal é aguardar auxilio médico e deixar para a equipe de suporte avançado (SAV) a tarefa de cortar o cordão.
C) Aguardar a expulsão da placenta do útero: após sua saída, amarrar o cordão umbilical (com cadarços de sapato limpos, por exemplo) com dois nós: um a aproximadamente 25 cm do abdome do bebê e o segundo distante do primeiro cerca de 7 cm (em direção ao abdome). Uma vez amarrado, o ideal é cortar prontamente o cordão entre os dois nós, utilizando para isso uma tesoura previamente fervida.
D) Não esperar a placenta ser expelida do útero: logo após a saída do bebê, já amarrar o cordão umbilical (com cadarços de sapato limpos, por exemplo) com dois nós: um a aproximadamente 25 cm do abdome do bebê e o segundo distante do primeiro cerca de 7 cm (em direção ao abdome). Uma vez amarrado, o ideal é cortar prontamente o cordão entre os dois nós, utilizando para isso uma tesoura previamente fervida.
E) Aguardar a expulsão da placenta do útero: após sua saída, amarrar o cordão umbilical (com cadarços de sapato limpos, por exemplo) com um nó apenas, aproximadamente 25 cm do abdome do bebê. Uma vez amarrado, o ideal é aguardar auxilio médico e deixar para a equipe de suporte avançado (SAV) a tarefa de cortar o cordão.