Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o contexto do negócio jurídico processual e a autonomia das partes. (A) para a validade do referido negócio jurídico, este deve ser previamente homologado pelo juiz; - Essa afirmação não é correta, pois o negócio jurídico processual, quando celebrado entre as partes, não necessita de homologação prévia do juiz para ser válido. (B) o juiz deverá aceitar o perito escolhido consensualmente pelas partes, mas não poderá autorizar a dispensa de assistentes técnicos, por força de previsão legal; - Essa alternativa também não está correta, pois as partes têm autonomia para dispensar a indicação de assistentes técnicos, desde que isso seja acordado entre elas. (C) para o referido negócio jurídico processual produzir efeitos, o juiz deve figurar como parte, por se tratar de disposição diretamente ligada à atividade jurisdicional; - Essa afirmação é incorreta, pois o juiz não precisa ser parte do negócio jurídico processual; ele apenas deve respeitar o que foi acordado pelas partes. (D) diante da autonomia da vontade das partes, o juiz não poderá recusar o referido negócio jurídico processual, ainda que uma das partes se encontre em manifesta situação de vulnerabilidade; - Essa alternativa é problemática, pois a vulnerabilidade de uma das partes pode levar o juiz a intervir para garantir a justiça e a equidade no processo. (E) as partes podem convencionar sobre seus poderes por meio de negócio jurídico processual, o que lhes autoriza a indicar consensualmente o perito e a dispensar a indicação de assistente técnico. - Esta alternativa está correta, pois reflete a autonomia das partes em acordar sobre a escolha do perito e a dispensa de assistentes técnicos. Portanto, a alternativa correta é: (E) as partes podem convencionar sobre seus poderes por meio de negócio jurídico processual, o que lhes autoriza a indicar consensualmente o perito e a dispensar a indicação de assistente técnico.
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