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Destacam-se, entre essas ações, as chamadas 'políticas afirmativas', que são programas, ações e projetos do poder público com o objetivo de promover a justiça social equitativa para grupos marginalizados ou em desvantagem. Exemplos incluem as cotas raciais, auxílios sociais voltados para uma melhor distribuição de renda, bolsas de estudo e financiamentos estudantis, entre outros.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. As políticas afirmativas visam promover a justiça social equitativa para grupos marginalizados ou em desvantagem.
II. As cotas raciais, auxílios sociais e bolsas de estudo são exemplos dessas políticas que buscam corrigir desigualdades sociais.
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
D As asserções I e II são falsas.
E As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
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CidadaniAtiva

há 11 meses

Respostas

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há 11 meses

Vamos analisar as asserções: I. As políticas afirmativas visam promover a justiça social equitativa para grupos marginalizados ou em desvantagem. Verdadeira, essa afirmação está correta, pois é exatamente o objetivo das políticas afirmativas. II. As cotas raciais, auxílios sociais e bolsas de estudo são exemplos dessas políticas que buscam corrigir desigualdades sociais. Verdadeira, essa afirmação também está correta, pois os exemplos citados são, de fato, políticas afirmativas que visam corrigir desigualdades. Agora, vamos avaliar as opções: A) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira. (FALSO) B) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa. (FALSO) C) As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I. (VERDADEIRO) D) As asserções I e II são falsas. (FALSO) E) As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. (FALSO) Portanto, a alternativa correta é: C) As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

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Apesar de as mulheres constituírem a maioria tanto na população (51,1%) como no eleitorado (52,62%), os filiados aos partidos políticos são predominantemente do gênero masculino, de acordo com informações divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgados na última sexta-feira (21). Dos filiados, 8.493.990 são homens, representando 53,8% do total, enquanto 7.284.431 são mulheres (46,2%). Apesar de a diferença entre os filiados por gênero não ser tão significativa, a representatividade efetiva das mulheres na política é bastante desigual. Nas Eleições Gerais de 2022, por exemplo, 9.891 mulheres se candidataram, porém, somente 311 delas foram eleitas, correspondendo a apenas 18,2% do total de eleitos. Segundo Mayra Goulart, professora de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), os dados refletem uma sub-representação estrutural da política que não tem sido resolvida com os programas de ação afirmativa, como as cotas, nem com as recentes medidas de garantia de financiamento para candidaturas femininas.
Sobre a representatividade da mulher na política, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto demonstra que há um desequilíbrio na política, pois os homens são mais eleitos que as mulheres.
II. O texto conclui que o percentual de mulheres eleitas é baixo, de modo que há ausência de representatividade feminina na política.
III. Os números revelam que, apesar de as mulheres serem maioria na população e no eleitorado, sua voz ainda é minoritária nos espaços de poder e decisão.
IV. Os programas de ação afirmativa, como cotas e financiamento para candidaturas femininas, ainda não foram suficientes para superar a desigualdade de gênero na representação política.
A I, apenas.
B I, II, III e IV.
C II e IV, apenas.
D I, II e III, apenas.
E III e IV, apenas.

No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II, III e IV.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

A primeira geração seria os direitos de liberdade, individuais, civis e políticos. Ou seja, um direito vocacionado às prestações negativas, abstendo-se o Estado (dever de proteger a esfera de autonomia do indivíduo). [...] Por conseguinte, a segunda geração consiste nos direitos voltados à igualdade (econômicos, sociais e culturais próprios de um vigoroso papel ativo do Estado). Nestes, podemos identificar duas espécies, com base na doutrina de André de Carvalho Ramos, assim: (i) direitos sociais essencialmente prestacionais, bem conhecidos por todos (ex.: pedido de medicamentos a favor de um necessitado), e (ii) os direitos sociais de abstenção (ou de defesa), com os quais o Estado deve se abster de interferir de modo indevido (ex.: liberdade de associação sindical; direito de greve...). [...] E, para ficar claro, a terceira geração trata dos direitos de titularidade da comunidade (direitos de solidariedade/fraternidade).
Sobre as gerações de direitos, analise as afirmativas a seguir:
I. As gerações de direitos ignoram a manutenção da dignidade da pessoa humana.
II. A primeira geração de direitos garante a liberdade individual, coletiva, publica, privada e política do indivíduo.
III. A ideia de gerações de direitos surgiu como uma maneira de entender a evolução dos direitos ao longo da história.
IV. A primeira geração de direitos está relacionada à igualdade social, enquanto a segunda diz respeito apenas aos direitos civis e políticos.
A III e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III, apenas.

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