Ed
há 5 meses
Para responder à sua pergunta sobre o que acontecia quando uma decisão da eclesia era considerada injusta, vamos analisar as alternativas: a) Havia um tribunal especial para revisar as decisões da eclesia. - Essa opção sugere um mecanismo de revisão, mas historicamente, a eclesia tinha um poder significativo e muitas vezes suas decisões não eram facilmente contestadas. b) A decisão era irrevogável e não podia ser contestada. - Essa opção reflete a ideia de que as decisões da eclesia eram consideradas finais e não passíveis de revisão, o que é uma característica comum em muitos contextos históricos. c) A eclesia podia ser convocada novamente para rever o assunto. - Embora isso possa ocorrer em algumas circunstâncias, geralmente as decisões eram vistas como definitivas. d) O rei tinha o poder de vetar a decisão. - Em muitos contextos, a relação entre a eclesia e a monarquia era complexa, mas o poder do rei para vetar decisões eclesiásticas não era uma regra geral. Analisando as opções, a alternativa que melhor se alinha com a ideia de que as decisões da eclesia eram frequentemente consideradas finais e não passíveis de contestação é: b) A decisão era irrevogável e não podia ser contestada.
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