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conceito de medida cautelar na adi


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Thaaynná

Há mais de um mês

A cautelar em ação direta de inconstitucionalidade está prevista no art. 102, I, “p” da Constituição Federal, que atribui competência ao Supremo Tribunal Federal para processar e julgar, originariamente, pedido de medida cautelar no âmbito dessa ação. Quanto aos efeitos da decisão definitiva de mérito na ADI, em regra, eles serão erga omnesex tunc e vinculantes. Porém, em casos excepcionais esses efeitos poderão ser modulados pela Corte Constitucional brasileira.

Medida cautelar em ação direta inconstitucionalidade

A Lei nº 9.868/99, em seu art. 10, determinada que a medida cautelar, salvo no período de recesso, será concedida pelo voto da maioria absoluta dos Ministros do STF, ou seja, no mínimo 6 votos, observado o quórum de 8 Ministros para a instalação da sessão de julgamento. Esta sessão, salvo excepcional urgência, ocorrerá após audiência do órgão ou autoridade da qual emanou a lei ou ato normativo objeto da ação direta de inconstitucionalidade. O prazo para se pronunciarem é de 5 dias.

Se julgar indispensável, o relator do processo ouvirá o Advogado-Geral da União e o Procurado-Geral da República no prazo de 3 dias. No julgamento do pedido, é facultada a sustentação oral dos representantes judiciais do requerente, bem como do órgão ou entidade responsável pelo ato impugnado, na forma do Regimento Interno do STF.

Dada a relevância da matéria e o seu especial significado para a ordem social e segurança jurídica, o relator, após prestadas as informações no prazo de 10 dias e após manifestação do AGU e do PGR, sucessivamente, em 5 dias, pode submeter o processo diretamente ao Tribunal, que tem a faculdade de julgar em definitivo a ADI.

A liminar será concedida se atendidos os requisitos do periculum in mora e do fumus bonus iuris, e resultará na suspensão da eficácia do ato impugnado. O efeito atingirá a todos (erga omnes), porém não retroage (ex nunc), salvo se o STF entender que deva conceder eficácia retroativa.

Quando necessário, a Corte também examina a extensão do efeito vinculante concedido à medida liminar. Salvo expressa manifestação em contrário na decisão, a concessão da medida cautelar em ADI torna novamente aplicável a legislação anterior, caso exista.

Quanto aos efeito do indeferimento da liminar, ela não confirma a constitucionalidade da lei. Além disso, não se admite reclamação contra decisão em ação direta de inconstitucionalidade que indefere pedido liminar.

A cautelar em ação direta de inconstitucionalidade está prevista no art. 102, I, “p” da Constituição Federal, que atribui competência ao Supremo Tribunal Federal para processar e julgar, originariamente, pedido de medida cautelar no âmbito dessa ação. Quanto aos efeitos da decisão definitiva de mérito na ADI, em regra, eles serão erga omnesex tunc e vinculantes. Porém, em casos excepcionais esses efeitos poderão ser modulados pela Corte Constitucional brasileira.

Medida cautelar em ação direta inconstitucionalidade

A Lei nº 9.868/99, em seu art. 10, determinada que a medida cautelar, salvo no período de recesso, será concedida pelo voto da maioria absoluta dos Ministros do STF, ou seja, no mínimo 6 votos, observado o quórum de 8 Ministros para a instalação da sessão de julgamento. Esta sessão, salvo excepcional urgência, ocorrerá após audiência do órgão ou autoridade da qual emanou a lei ou ato normativo objeto da ação direta de inconstitucionalidade. O prazo para se pronunciarem é de 5 dias.

Se julgar indispensável, o relator do processo ouvirá o Advogado-Geral da União e o Procurado-Geral da República no prazo de 3 dias. No julgamento do pedido, é facultada a sustentação oral dos representantes judiciais do requerente, bem como do órgão ou entidade responsável pelo ato impugnado, na forma do Regimento Interno do STF.

Dada a relevância da matéria e o seu especial significado para a ordem social e segurança jurídica, o relator, após prestadas as informações no prazo de 10 dias e após manifestação do AGU e do PGR, sucessivamente, em 5 dias, pode submeter o processo diretamente ao Tribunal, que tem a faculdade de julgar em definitivo a ADI.

A liminar será concedida se atendidos os requisitos do periculum in mora e do fumus bonus iuris, e resultará na suspensão da eficácia do ato impugnado. O efeito atingirá a todos (erga omnes), porém não retroage (ex nunc), salvo se o STF entender que deva conceder eficácia retroativa.

Quando necessário, a Corte também examina a extensão do efeito vinculante concedido à medida liminar. Salvo expressa manifestação em contrário na decisão, a concessão da medida cautelar em ADI torna novamente aplicável a legislação anterior, caso exista.

Quanto aos efeito do indeferimento da liminar, ela não confirma a constitucionalidade da lei. Além disso, não se admite reclamação contra decisão em ação direta de inconstitucionalidade que indefere pedido liminar.

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