Ed
há 3 meses
Para responder à sua pergunta, vamos analisar as alternativas em relação à crítica de Borges (2002) sobre as atividades experimentais nas salas de aula. a) Falta de integração das atividades com os conceitos físicos relevantes para os alunos - Essa crítica é comum em relação a atividades experimentais, pois muitas vezes os experimentos não estão bem conectados à teoria, o que pode dificultar a compreensão dos alunos. b) Superficialidade na realização dos experimentos - Essa alternativa também pode ser uma crítica, pois muitas vezes os experimentos são realizados de forma superficial, sem uma análise mais profunda. c) Excesso de equipamentos sofisticados utilizados nos experimentos - Embora o uso de equipamentos sofisticados possa ser um problema, não é uma crítica tão comum quanto a falta de conexão com os conceitos. d) Falta de variedade nas experiências realizadas - Essa crítica pode ser válida, mas não é a mais frequente em discussões sobre a eficácia das atividades experimentais. e) Rejeição dos alunos pelas práticas em sala de aula - Essa alternativa pode ser uma preocupação, mas não é uma crítica central em relação à qualidade das atividades experimentais. Após essa análise, a alternativa que melhor representa a crítica de Borges (2002) em relação às atividades experimentais frequentemente realizadas nas salas de aula é: a) Falta de integração das atividades com os conceitos físicos relevantes para os alunos.
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