Ed
há 2 meses
Para responder a essa pergunta, precisamos entender a transição de paradigmas no campo da saúde, especialmente no contexto da Saúde Coletiva no Brasil a partir da década de 70. O paradigma biomédico, que se baseia em uma visão reducionista e mecanicista da saúde, começou a ser questionado e substituído por abordagens mais integrativas e interdisciplinares. Analisando as alternativas: A) Trata-se do modelo cartesiano que dissocia mente e corpo. - Este modelo é uma continuação da visão reducionista, não representa a mudança de paradigma. B) Trata-se do modelo que preconiza a disfunção mecânica, dissociada dos aspectos psicológicos, históricos, sociais e ambientais. - Novamente, isso se alinha ao paradigma biomédico, que é o que se busca superar. C) Trata-se do modelo que tem como premissa a racionalidade e a neutralidade do pesquisador. - Embora a pesquisa científica busque a neutralidade, isso não representa o novo paradigma que se busca. D) Trata-se de um modelo interdisciplinar, que congrega saberes como os da Filosofia, das Ciências Sociais, Psicologia, Antropologia e Psicanálise. - Esta alternativa reflete a nova abordagem que integra diferentes saberes e considera aspectos sociais, culturais e psicológicos na saúde. E) Trata-se do modelo psicanalítico propriamente dito, em que o método freudo-lacaniano é tomado como paradigma privilegiado para a lida diária com a subjetividade. - Embora a psicanálise tenha seu valor, não é o único ou principal paradigma que emerge na Saúde Coletiva. A alternativa que melhor representa o novo paradigma que se estabelece na Saúde Coletiva, considerando a integração de diferentes áreas do conhecimento e uma visão mais holística da saúde, é: D) Trata-se de um modelo interdisciplinar, que congrega saberes como os da Filosofia, das Ciências Sociais, Psicologia, Antropologia e Psicanálise.
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