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como referenciar A oxigenoterapia é um tratamento medicamentoso e, portanto, requer monitorização cuidadosa para evitar toxicidade e complicações. 3.a. Monitorização: • Oximetria de pulso (SpO2): Mantem a meta de saturação (geralmente >92-94%, ou 88-92% em pacientes com DPOC). • Sinais Clínicos: Avaliar nível de consciência, frequência respiratória, esforço respiratório e perfusão periférica. • Gasometria Arterial: Para avaliação precisa de PaO2 e PaCO2 em casos graves. 3.b. Umidificação: • Necessária para fluxos >4is greater than 4>4 L/min, uso prolongado ou ambientes secos para evitar ressecamento de mucosas e atelectasias. • Utilizar água destilada/esterilizada e manter o nível no umidificador entre o mínimo e o máximo. 3.c. Risco de Toxicidade e Efeitos Colaterais: • Toxicidade por O2: Pode ocorrer com FiO2 elevada (>60%is greater than 60 %>60%) por tempo prolongado, causando danos pulmonares (radicais livres), desconforto subesternal, fadiga e tosse. • Hipoventilação (Retenção de CO2): Em pacientes com DPOC, o excesso de oxigênio pode eliminar o drive respiratório (estímulo para respirar), levando à hipercapnia (aumento de CO2). • Atelectasia: Alto fluxo de oxigênio pode causar absorção de nitrogênio alveolar, provocando colapso pulmonar. 3.d. Cuidados com a Pele: • Avaliar diariamente pontos de pressão (atrás das orelhas, septo nasal) para evitar lesões por pressão
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Myro Silva Roberto Silva

há 2 meses

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