egundo a teoria de campos de Fligstein e McAdam (2012), as relações entre campos podem ser de dois tipos principais: campos contidos ou campos adjacentes. No estudo do cinema brasileiro, os autores aplicam essa lógica para descrever como as empresas de diferentes especialidades interagem sob uma estrutura hierárquica. Enquanto as redes referem-se a interações mais concretas e diretas, os campos são espaços intersubjetivos mais abstratos onde sentidos sociais são construídos. A combinação dessas abordagens permite uma análise da interação direta entre os atores e de como o Estado regula esses espaços de atuação recíproca.
TAÑO, Debora Regina; CÂNDIDO, Silvio Eduardo Alvarez; TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. Dinâmicas de campos, redes e políticas públicas na produção e pós-produção do cinema brasileiro. Políticas Culturais em Revista, Salvador, v. 18, n. 1, p. 317-343, jan./jun. 2025.
Sobre a aplicação da teoria de campos ao cinema brasileiro no artigo, identifique as premissas adotadas:
I. O campo da produção cinematográfica contém os subcampos de produção e pós-produção.
II. Os campos de áudio e imagem são considerados subcampos adjacentes e dependentes.
III. Existe uma autonomia absoluta de cada subcampo, sem qualquer interferência do Estado.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Alternativa 1:
I, apenas.
Alternativa 2:
I e II, apenas.
Alternativa 3:
I e III, apenas.
Ed
semana passada
Vamos analisar cada uma das afirmativas: I. O campo da produção cinematográfica contém os subcampos de produção e pós-produção. Verdadeiro, essa afirmativa está correta, pois a produção cinematográfica geralmente é dividida em subcampos, como produção e pós-produção. II. Os campos de áudio e imagem são considerados subcampos adjacentes e dependentes. Essa afirmativa pode ser considerada verdadeira, pois áudio e imagem são interdependentes na produção cinematográfica, mas a descrição de "subcampos adjacentes e dependentes" pode não ser a terminologia mais precisa dependendo do contexto específico do artigo. III. Existe uma autonomia absoluta de cada subcampo, sem qualquer interferência do Estado. Falso, essa afirmativa é incorreta, pois a teoria de campos sugere que há interações e influências entre os campos e o Estado, e não uma autonomia absoluta. Com base na análise, as afirmativas corretas são I e, possivelmente, II, mas III está definitivamente incorreta. Portanto, a alternativa que contém todas as afirmativas verdadeiras é: Alternativa 2: I e II, apenas.
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