Foram utilizados 36 ratos Wistar os quais foram pesados e anestesiados com xilazina (3mg kg-1 ) e cetamina (10mg kg-1 ), por via intramuscular, (ANDRADE, 2002). Posteriormente foram posicionados em decúbito ventral. Em seguida realizada a tricotomia manual e antissepsia com álcool iodado 0,1%, na linha média dorsal da região cervical de cada animal, a área incidida foi demarcada usando caneta cirúrgica e molde metálico vazado (±78,5 mm2 ). No procedimento cirúrgico para retirada da pele, tecido subcutâneo, panículo carnoso e fáscia utilizou-se tesoura reta de íris e pinça de Adson. Após a incisão, foi suturado um aro de contenção confeccionado em silicone atóxico e hipoalergênico, utilizando-se seis pontos isolados simples com fio monofilamentoso de náilon 4.0 agulhado, distribuídos simetricamente (GALIANO et al., 2004), de modo que a ferida cirúrgica permanecesse no centro. Após a cirurgia, os animais foram divididos aleatoriamente em seis grupos com seis animais cada um: Grupo I (FSSOL 1%); Grupo II (FSSOL 5%); Grupo III (FSSOL 10%); Grupo IV (óleo de linhaça); Grupo V (EOG – controle positivo) e Grupo VI (vaselina – controle negativo) em todos os grupos os respectivos produtos foram aplicados (±95mg) diariamente, durante 14 dias, utilizando espátula metálica. No sétimo dia, as crostas das feridas de cada animal foram removidas para permitir a avaliação do tecido que se encontrava abaixo das mesmas e o valor real da área da ferida remanescente.
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