3ª) Relativamente a disortografia é incorreta: a) a criança pode falar e copiar palavras sem cometer erros, porém quando inicia um processo de construção escrita de seus pensamentos, os erros aparecem de modo constante. José e Coelho (2006, p. 96) destacam que a disortografia "caracteriza-se pela incapacidade de transcrever corretamente a linguagem oral, havendo trocas ortográficas e confusão de letras. Essa dificuldade não implica a diminuição da qualidade do traçado das letras". b) a escrita disortográfica pode ser pobre na qualidade do que está sendo exposto, pois a elaboração escrita é insuficiente para a exposição do conteúdo pensado pelo indivíduo. c) a criança disortográfica tem dificuldades em sua coordenação motora, fazendo com que ela não consiga adequadamente trabalhar os processos simbólicos ao executar a escrita. Também é possível observar uma escrita tensa, desorganizada e irregular. O que se espera é que a criança a partir dos 7 anos de idade tenha um controle psicomotor adequado e já consiga reproduzir tanto desenhos quanto palavras de modo satisfatório ao indicado pelo professor em sala de aula, mesmo que faltem partes de um desenho e que as palavras ainda se misturem na construção da escrita. d) envolve problemas em transcrever um estímulo sonoro para um símbolo gráfico (palavra impressa), ocorrendo confusão entre as letras e erros de ortografia. Drouet (2000, p. 131) considera que a disortografia "é uma incapacidade de apresentar uma escrita correta, com o uso adequado dos símbolos gráficos. A criança não respeita a individualidade das palavras. Junta palavras, troca sílabas e omite sílabas ou palavras".