Ed
há 6 horas
Vamos analisar o uso da vírgula na frase do enunciado: “No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud [...]” Aqui, a vírgula separa um adjunto adverbial inicial ("No campo da psicologia") do restante da oração, funcionando para indicar uma pausa após uma expressão introdutória. Agora, vamos verificar as alternativas para identificar qual usa a vírgula pelo mesmo motivo (separar um adjunto adverbial ou expressão introdutória no início da frase): A) “[...] eles não conseguem sentir o que o outro sente, ou seja, não têm empatia afetiva.” - A vírgula aqui separa orações coordenadas, não é uma expressão introdutória. B) “Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello. - A vírgula separa uma oração principal de uma explicação (aposto), não é expressão introdutória. C) “Alguns estudiosos sugerem que fatores sociais e culturais podem influenciar essa disparidade, mas mais investigações são necessárias para uma compreensão mais precisa.” - A vírgula separa orações coordenadas, não é expressão introdutória. D) “[…] que pessoas com personalidade narcisista, quando se percebem observadas pelo outro, têm ativação de áreas cerebrais que vão dizer a elas que estão sendo admiradas quando só estão sendo observadas.” - As vírgulas aqui isolam uma oração subordinada adverbial ("quando se percebem observadas pelo outro"), não é expressão introdutória. Portanto, nenhuma das alternativas apresenta vírgula usada para separar um adjunto adverbial inicial como no exemplo do enunciado, mas a que mais se aproxima do uso de vírgula para isolar uma expressão explicativa ou acessória é a alternativa B. Porém, como a questão pede o mesmo motivo da vírgula do exemplo (separar adjunto adverbial inicial), nenhuma alternativa corresponde exatamente. Se for para escolher a que mais se aproxima do uso da vírgula para separar uma expressão explicativa, a resposta correta é: B) “Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello.


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