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Em uma situação hipotética, a sociedade civil de um país entra em colapso devido a uma crise cibernética total que anula a proteção policial e bancária. Grupos de cidadãos começam a reivindicar o "retorno ao direito de natureza", onde cada indivíduo exerceria sua própria justiça para proteger seus bens e vida. Juristas debatem se o Estado, ao falhar na proteção, perde sua legitimidade de exigir obediência, baseando-se nas teorias de Thomas Hobbes e John Locke. Sobre a transição do Estado de Natureza para o Estado Civil no Jusnaturalismo Moderno, assinale a opção correta: a. Para Thomas Hobbes, o pacto de união é irrevogável e absoluto, pois a renúncia aos direitos em favor do Soberano visa garantir a paz e evitar a "guerra de todos contra todos", independentemente da qualidade da gestão estatal. b. John Locke sustenta que o poder do governante é limitado e condicional; caso o Estado falhe em proteger a propriedade e a liberdade, o povo possui o Direito de Resistência, podendo dissolver o governo sem retornar ao caos do estado de natureza. c. O contrato social moderno difere do medieval porque elimina a necessidade de leis, baseando a ordem social apenas na boa vontade e na ética individual de cada cidadão. d. No Jusnaturalismo Racionalista, o contrato social é um evento histórico comprovado arqueologicamente que define a superioridade biológica dos governantes sobre os súditos. e. Tanto para Hobbes quanto para Locke, o Direito à Vida é o único que nunca pode ser transferido ao Estado, tornando qualquer lei penal de prisão perpétua ou morte logicamente nula no sistema moderno.
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Liana Fortes

há 2 meses

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